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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Feliz 2014

A caminho de 2014 despeço-me de 2013 com um sorriso enorme e um sensação de dever cumprido. Contam-se as vitórias, os abraços, os sorrisos, as conquistas e as derrotas. Contam-se os planos concretizados e aqueles que ficaram por concretizar. A caminho de 2014 festejo cada passo dado, cada desafio tido e cada pessoa que se cruzou comigo.

 

Cá por casa avanço para uns dias de férias mais que merecidos. Por aqui desejo-vos que vivam permitindo-se ser aquilo que são na realidade.

 

Eu? continuo a  preencher-me na mãe, na mulher e sobretudo em mim mesma.

 

Feliz 2014

Em contagem decrescente

 

Em contagem decrescente para o inicio de um novo ano sugiro-te que antes de começares a planear 2014 festejes 2013: Como?

  1. Lembra-te de todas as conquistas e de todas as derrotas que tivestes e sorri-lhes;
  2. Lembra-te dos sorrisos que te acompanharam ao longo do ano;
  3. Lembra-te de todos os abraços que deste e daqueles que gostarias de ter dado;
  4. Lembra-te do que aprendeste e daquelas que foram as maiores lições do ano;
  5. Lembra-te de quem foste para nunca te esqueceres de quem és,

Agora que estás pronto para planear 2014, responde ás seguintes perguntas:

  1. O que tem de acontecer em 2014 para que tenhas um ano fantástico?
  2. Quais são as metas que vais atingir?
  3. Quais são os teus objectivos?
  4. Esses objectivos dependem apenas de ti?
  5. Quais são os teus planos para os concretizares?

Depois?

 

Basta colocares-te em acção e fazeres do próximo o melhor ano da tua vida!

 

Feliz Ano Novo!

 

O Vendedor de Balões

 

"Era uma vez um velho homem que vendia balões numa feira. O homem, que era um bom vendedor, deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões. Havia ali perto um menino negro que observava o vendedor e, é claro, apreciava os balões. Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. Todos foram subindo até desaparecerem de vista. O menino, de olhar atento, seguia cada um e ficava imaginando mil coisas... Mas havia uma coisa que o aborrecia: o homem não soltava o balão preto. Então o menino aproximou-se do vendedor e perguntou-lhe: - Se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros? O vendedor de balões sorriu compreensivo, rebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse: - Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir."

 

(autor desconhecido)

De mãos dadas

A pedido de vários e depois de amadurecer a ideia resolvi aceder e criar um serviço de mentoring para a vida. Este  Programa de Mentoring assenta num relacionamento pessoal e de confiança estabelecido entre mim e aqueles que se atreverem.

 

Mentoring e coaching são duas actividades que estão relacionadas. A diferença está em que no Mentoring o profissional já pode dar conselhos ou soluções para resolução dos problemas específicos do teu dia-a-dia.

 

O mentoring é um processo que não tem um tempo estabelecido para o seu fim enquanto o coaching é um processo com princípio, meio e fim.

Porque muitas vezes queremos avançar e não sabemos por onde começar. Porque muitas vezes sentimo-nos demasiado sozinhos para seguirmos em frente.

 

Como podemos funcionar os dois?  Conta-me o que queres e definimos um plano. Seduz-te? Manda-me um  email a perguntar mais pormenores e não te esqueças de teres um dia fora de série. E, se a tua mente já te está a dizer que pode ser muito caro porque não te atreves e confirmas?

 

 

Eu? Continuo assim, muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

E quando o céu se atreve a chorar

Conta-se que só digo o que penso mas a verdade é que penso mais o que não digo. Complicados os dois em um ou o um de dois. Gosto do som da chuva a bater no asfalto. O cheiro a terra molhada transporta-me para outros tempos. As estrelas brincam às escondidas entre as nuvens enquanto iluminam o meu passeio. Recordo-me do último desejo que pedi a uma estrela cadente “quero uma estrela só para mim”. Interessante o que conseguimos apenas porque acreditamos. Caminho para onde quero ir mas a minha memória recua para onde quero estar. Memória, pensamento, vontade e dever.

 

Sempre gostei do ar frio das noites de Inverno. Enquanto caminho ouço as vozes de quem habita nas casas pelas quais vou passando. Numas casas grita-se, noutras fala-se e noutras ouvem-se risos. Uso da minha criatividade para imaginar o que se passa nesta ou naquela. Ouço ao fundo lengas lengas de crianças e na minha imaginação começa a ecoar “pico-pico saranico quem te deu tamanho bico”. Recordo a tia e as horas que passámos juntas a repetir as mesmas palavras. Recordo o tio e a tia e a paixão que os uniu. Foram eles que me fizeram acreditar no amor.

 

Agradáveis estes dias em que a chuva cai de forma ritmada. Salto de pensamento em pensamento mas invariavelmente volto á minha infância e ao que esta época me faz sentir. Suspiro de saudade imensa e de uma vontade que ficou suspensa no tempo.

E quando foi a ultima vez que abriste o livro

 

 

Hesitei perante capítulo onde me perdi em sentimentos ambíguos. Onde o certo e o errado se misturaram numa necessidade premente de sobrevivência. Onde o castelo na areia se desfez perante uma onda de emoções. Não sabia que tinha feito história nessa altura, não sabia sequer que tinha existido nesse momento. Para ser sincera não senti que vivi senti apenas que me perdi em dúvidas, mentiras, certezas e incertezas, dificuldades, dor e dúvidas muitas dúvidas. Houve momentos em que preferia ter um qualquer corrector que apagasse tudo e depois fingia que nada tinha acontecido. Este é o momento em que tenho a certeza de que esse capítulo é igual aos outros anteriores e aos que ainda vou escrever.

 

Avancei para o capítulo do presente e gosto do que leio. Gosto dos planos, das decisões das vontades e sobretudo das verdades. Gosto de poder ser quem sou sem ter de me disfarçar do que querem que seja. Gosto de dizer o que penso sem medo de ser julgada. Gosto de fazer planos sem ser condicionada.

 

Gosto apenas de saber que sou porque um dia decidi ser e estou onde um dia decidi estar.

 

E tu quando foi a ultima vez que abriste o livro da tua vida?

Eles, os humanos

 

 

Esperam que sejamos sorridentes todos os dias, que choremos com eles nas tristezas e que achemos piada ao que nos contam. Pedem-nos que concordemos com tudo o que fazem, com os seus ideais, posturas e acções. Querem que sigamos por caminhos previamente definidos por regras sociais, que sejamos desta ou daquela maneira consoante a idade, querem que atinjamos este ou aquele objectivo, que tenhamos este ou aquele comportamento e, que digamos esta ou aquela palavra apenas porque querem.

 

Exigem-nos que sejamos apenas reflexos quando podíamos ser imagens reais, criticam-nos quando não estamos sem perceberem que não queremos estar, apontam-nos por não sermos sem sequer saberem quem somos, falam-nos sobranceiros senhores da razão .. de uma razão que não é nossa.

 

Perdemo-nos em regras quando nos devíamos perder em bem estar, perdemo-nos em medos quando devíamos avançar certos de vitórias. Perdemo-nos nos outros quando nos devíamos encontrar apenas:

 

No que somos e no que queremos alcançar. Nunca contra os outros apenas e tão somente a favor … de nós

A Carpa, O Tubarão e o Golfinho

Existem três tipos de animais: as carpas, os tubarões e os golfinhos. A carpa é dócil, passiva e que quando agredida não se afasta nem luta. Ela não luta mesmo quando provocada. Considera-se uma vítima, conformada com seu destino.

Alguém tem que se sacrificar, a carpa sacrifica-se. Ela sacrifica-se porque acredita que há escassez. Nesse caso, para parar de sofrer ela se sacrifica. Carpas são aquelas pessoas que numa negociação sempre cedem, sempre são os que recuam; em crises, sacrificam-se por não poderem ver outros sacrificarem-se. Jogam o perde-ganha, perdem para que o outro possa ganhar.

Declaração que a carpa faz para si mesma:

  • "Sou uma carpa e acredito na escassez. Em virtude dessa crença, não espero jamais fazer ou ter o suficiente. Assim, se não posso escapar do aprendizagem e da responsabilidade permanecendo longe deles, eu geralmente me sacrifico."

Nesse mar existe outro tipo de animal: o tubarão. O tubarão é agressivo por natureza, agride mesmo quando não provocado. Ele também crê que vai faltar. Mais, ele acredita que, já que vai faltar, que falte para outro, não para ele!

"Eu vou tirar dos outros!" O tubarão passa o tempo todo á procura de vítimas para devorar porque ele acredita que podem faltar vítimas. Que vítimas são as preferidas dos tubarões? Acertou, as carpas. Tanto o tubarão como a carpa acabam viciados nos seus sistemas. Costumam agir de forma automática e irresistível. Os tubarões jogam o ganha-perde, eles tem que ganhar sempre, não se importando que o outro perca.

Declaração que o tubarão faz para si mesmo:

  • "Sou um tubarão e acredito na escassez. Em virtude dessa crença, procuro obter o máximo que posso, sem nenhuma consideração pelos outros.
    Primeiro, tento vencê-los; se não consigo, procuro juntar-me a eles."

O terceiro tipo de animal: o golfinho. Os golfinhos são dóceis por natureza. Agora, quando atacados protegem-se e se um grupo de golfinhos encontra uma carpa a ser ataca eles defendem a carpa e atacam os seus agressores.

Os "Verdadeiros" golfinhos são algumas das criaturas mais apreciadas das profundezas. Podemos suspeitar que eles sejam muito inteligentes - talvez, à sua própria maneira, mais inteligentes do que o Homo Sapiens. Seus cérebros, com certeza, são suficientemente grandes - cerca de 1,5 quilograma, um pouco maiores do que o cérebro humano médio - e o córtex associativo do golfinho, a parte do cérebro especializada no pensamento abstrato e conceitual, é maior do que o nosso. E é um cérebro, como rapidamente irão observar aqueles fervorosos entusiastas dedicados a fortalecer os vínculos entre a nossa espécie e a deles, que tem sido tão grande quanto o nosso, ou maior do que o nosso, durante pelo menos 30 milhões de anos.

O comportamento dos golfinhos em volta dos tubarões é lendário e, provavelmente, eles fizeram por merecer essa fama. Usando sua inteligência e sua astúcia, eles podem ser mortais para os tubarões. Matá-los a mordidas? Oh, não! Os golfinhos nadam em torno e martelam, nadam e martelam. Usando seus focinhos bulbosos como clavas, eles esmagam metodicamente a "caixa torácica" do tubarão até que a mortal criatura deslize impotente para o fundo.

Todavia, mais do que por sua perícia no combate ao tubarão, escolhemos o golfinho para simbolizar as nossas idéias sobre como tomar decisões e como lidar com épocas de rápidas mudanças devido às habilidades naturais desse mamífero para pensar construtiva e criativamente. Os golfinhos pensam? Sem dúvida. Quando não conseguem o que querem, eles alteram os seus comportamentos com precisão e rapidez, algumas vezes de forma engenhosa, para buscar aquilo que desejam. Golfinhos procuram sempre o equilíbrio, jogam o ganha-ganha, procuram sempre encontrar soluções que atendam as necessidades de todos.

Declaração que o golfinho faz para si mesmo:

  • "Sou um golfinho e acredito na escassez e na abundância potenciais. Assim como acredito que posso ter qualquer uma dessas duas coisas - é esta a nossa escolha - e que podemos aprender a tirar o melhor proveito de nossa força e utilizar nossos recursos de um modo elegante, os elementos fundamentais do modo como crio o meu mundo são a flexibilidade e a capacidade de fazer mais com menos recursos."

    Se os golfinhos podem fazer isso, por que não nós?
    Achamos que podemos.

Adaptado de: "A Estratégia do Golfinho"
Dudley Lynch e Paul L. Kordis - Ed. Cultrix"

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