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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Cá Por Casa

Os vestidos e as camisas de verão voltaram a encolher. Acredito que seja do mau tempo que se tem vido a sentir na zona oeste até porque a neblina matinal tem sido uma constante. Existe quem insista a colocar a culpa sobre as bolas de berlim com leite condensado que eu gosto de comer. Eu, continuo a pensar que a responsabilidade é do tempo, sempre do tempo.

 

Há muitos anos que não tinha uma cor tão pálida e uma vontade tão grande fazer praia. Por aqui continua-se a investir em bases e afins. Se isto continuar pondero enviar as contas ao S. Pedro. Sim porque o seu a seu dono.

 

Por aqui desacelerámos um pouco mas continuamos a trabalhar oscilando entre o tempo que se dedica á família e aquele que se dedica á motivação. Os pintos regressaram todos ao ninho e mãe galinha parece um galo emproado. Por falar em filhos consta que a  filha do meio  treme sempre que é publicado  mais um cá por casa não vá eu escrever algum disparate. 

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Tens-te esquecido?

Entre tantas acções do dia-a-dia por vezes esqueço-me de tantas outras coisas que me dão prazer. Caracterizo-me por gostar de coisas diferentes, por ir do 8 ao 80 e por achar que ser constantemente seduzida pela diferença. Depois percebo que me esqueço. Esqueço-me de escrever porque sim, esqueço-me da leitura daquele livro que me faz suspirar, esqueço-me das risadas fruto das conversas com as amigas, esqueço-me das visitas e dos almoços e jantares que tão bem nos fazem.

 

Percebo que me esqueço porque começo a sentir saudades. Percebo que me esqueço porque o meu eu começa á procura de mais e diferente. Percebo que me esqueço porque o meu mundo começa a ficar desequilibrado.

 

E Tu? Tens-te esquecido de quê?

Fazer novos amigos

Este exercício de Coaching faz-te umas perguntas para te ajudar a descobrir com clareza
1) O que procuras numa amizade;
2) O que é que tu ofereces a uma amizade;
3) Ajuda-te a identificar algumas ideias e ações para encontrares e fazeres potenciais amizades.

 

Responde ás seguintes perguntas:

 

Porque é que ter amigos é importante para mim, neste momento?
Quais são as 3 melhores qualidades que gostarias de encontrar num amigo?

Pensando em bons amigos que tenhas agora, ou que tenhas tido no passado, ao que é que dás mais valor neles?
Quais são os resultados específicos que eu gostaria de atingir ao obter novas amizades?
Quais são as 3 características que o meu “novo amigo” NÃO deve ter?
Quais as qualidades especiais que eu ofereço numa amizade? Como é que eu posso ser um ótimo amigo?
Que atividades ou coisas do género é que eu gosto de fazer com amigos?
Quais poderão ser obstáculos relativos a eu ter amizades de sucesso?
Onde é que posso conhecer potenciais amigos?

 

E então pront@ para fazeres amigos?

Pessoas comuns - Vidas Inspiradoras

 

Ying TeyYing Tey – Antes: Uma pessoa triste após a morte da mãe. Agora: Uma pessoa que se reencontrou.

 

Ying Tey tinha apenas 18 anos quando a mãe morreu "A morte é uma grande professora. Ela ensina, de uma forma irónica, que todos têm uma data de validade", diz ela.

 

Com esta aprendizagem não quiz perder tempo em criar relações e três meses depois iniciou a sua jornada.

 

Mais inspiração? Dá uma olhadela por aqui http://tinywanderer.com/

 

Incapacidades

 

 

 

 

 

 

Quando contamos os tostões e temos pouco dinheiro começamos aos poucos a perceber que o que está à nossa volta se transforma e deteriora perante a nossa incapacidade de resolver. É a parede que fica por pintar, o carro que continua batido, o móvel que se partiu e precisava de ser substituído, as roupas que ficam debotadas e um encolher de ombros que mais do que pontual se torna usual. Habituamo-nos. Habituamo-nos e esperamos por um momento melhor ou então não esperamos por coisa alguma.

 

O que nós não percebemos é que a nossa cabeça funciona da mesma forma. Quando temos pouca motivação, nos sentimos pouco inspirados, temos pouca esperança e nos sentimos desacreditados de nós e do mundo tudo à nossa volta desmorona. As relações com os outros tornam-se mais complicadas, os acontecimentos menos bom sucedem-se e a incapacidade para reagir também.

 

De facto não podes mudar o acontecimento externo mas podes mudar o acontecimento interno.

 

Já pensaste em olhar à volta e procurar novas soluções? Sonhar? Re-inventares-te? Lembras-te de quem querias ser quando fosses grande?

 

E quando alguém fica com a nossa vida

 

Olho à volta sinto que todos andam a uma velocidade superior à minha. Quero fugir quero desaparecer mas não consigo mover-me. Ouço alguém perguntar-me se estou bem. Abano a cabeça em sinal de assentimento. Sinto-me noutra dimensão, os meus pensamentos fogem-me acelerados. Não quero nem posso pensar mais.

 

Paro. Não sei onde estou ou como vim aqui parar. O meu corpo anda sem sentido porque os meus pensamentos se encontram perdidos. Não consigo sequer chorar. Não sei o que sinto porque não sinto nada. Quero um ombro para chorar, quero uns braços que me abracem e me digam simplesmente “vai passar”

 

Olho, reconheço este sítio. Foi onde um dia gritaste para que todos ouvissem que me amavas. Sento-me no mesmo local e não aguento mais. Choro não sei por quanto tempo. Começo lentamente a deixar a dormência em que fiquei. Sinto dor, sinto raiva. Sinto o que nunca tinha sentido. As esperanças desapareceram e com ela a vontade de viver e de rir. Agora sinto tristeza e dor.

Queria fechar os olhos e só acordar quando tudo passasse. Tento mas não consigo, Era tão fácil se assim fosse.

 

Recordo tudo o que tivemos. Revivo emoções, sentimentos, desejos e paixão. Acordo para a realidade. Sinto-me dorida porque agora duvido se o que vivi foi verdadeiro. Não posso e não quero recordar mais. Dói muito dói demais.

 

Tomo uma decisão recuso-me a amar novamente. Não volto a sofrer por ninguém.”

 

Enquanto lia estas linhas Joana revivia tudo o que um dia tinha sofrido. O mau estar, a dor e, até as lágrimas voltaram. Encontrara este pequeno texto por acaso. Já se tinha esquecido que um dia o tinha escrito e mal se recordava do rosto de quem a tinha feito sentir assim. Engraçado as emoções voltarem todas ao de cima e as imagens não.

 

Fora naquela hora, naquele momento que decidira nunca mais voltar a amar. Hoje sabia que tinha sido uma decisão errada mas fora a que sentira há uns anos atrás. Hoje apetecia-lhe voltar a viver de forma menos sarcástica e azeda. Hoje gostava que alguém já sem rosto na sua memória não a tivesse feito alterar o meu modo de ser e de viver.

 

O tempo não se recupera. Os momentos não se recuperam podem-se reviver e recordar mas não se recuperam e hoje Joana hoje tinha vontade de voltar a trás mudar de decisões e, alterar o seu rumo.

 

Tinha consciência de que desde esse dia se tinha afastado de tudo o que a podia magoar. Deixara de viver com medo. Vivia rodeada de fantasmas de vida que a impediram de viver. Deixara de acreditar e ao mesmo tempo deixara de viver. Agora percebia que desde aquele dia que deixou de ser ela própria para ser aquilo em que deixara que a transformassem.

 

Hoje ao encontrar aquele texto seu percebera que já mal se recordava de quem lhe fizera mal. Hoje percebera que caíra na pior armadilha em que alguém pode cair. O permitir que alguém nos mude só porque nos fez perder as esperanças. O permitir que alguém fique com a nossa vida.

O Francisco fala da importância de saber perdoar

“Quanto a mim foi importante abordar coisas que nunca se abordam, trata-las com naturalidade e procurar soluções conscientes. Ser despertado para a realidade e abordar ferramentas que ajudam ao nosso crescimento pessoal, para mim faz todo o sentido. Obrigado. Só posso avançar se souber onde estou e tu dás uma grande ajuda nessa tomada de consciência. Obrigada por me ensinares a importância de saber perdoar e principalmente a estar grato."

 

Francisco Vasconcelos

 

E tu? Sabes perdoar? sabes perdoar-te?

 

 

 

Sabes quais são as tuas forças?

 

 

Sabias que as nossas melhores armas de desenvolvimento e crescimento não são as nossas fraquezas – mas as nossas forças?

Então, durante uns momentos pensa nas tuas 3 forças/qualidades preferidas e para cada uma delas, pergunta-te a ti mesmo:

  • Que oportunidades existem para mim?
  • Como é que eu posso usar melhor esta minha qualidade, esta minha força, na minha vida pessoal e/ou no meu  trabalho?
  • Como é que eu posso tornar esta força numa oportunidade?
  • Que ideias é que eu já tive que tenha posto de lado?
  • Onde/Como é que eu posso usar esta força para fazer diferença na minha vida?

Onde/Como é que eu posso mesmo BRILHAR, se eu apenas me deixar ir?

Pessoas Comuns - Vidas Inspiradoras

Liz Carlson

 

Liz Carlson – Antes: Professora de Inglês. Agora: Escritora de viagens

 

Depois de se licenciar e de dar aulas de inglês durante alguns anos em Espanha, Liz descobriu que a sua verdadeira paixão era viajar. mesmo sabendo isso voltou para Washington e encontrou um emprego num escritório onde tinha uma rotina das 9 ás 5. A rotina tornou-se sufocante e resolveu mudar de vida e recomeçar de novo.

 

Juntou o que tinha e recomeçou na Nova Zelândia desde esse dia que não parou. Queres espreitar como? http://youngadventuress.com/

 

Cá por casa

 


Cá por casa e em jeito de balanço posso dizer que o primeiro semestre do ano foi fantástico no que diz respeito a concretizações e realizações pessoais e por essas e por outras razões estes ano muda-se o padrão das férias e fica-se por mais perto. Feitas as contas torna-se desafiante conseguirmos estar todos disponíveis nas mesmas datas. Muda-se o hábito e entra-se na diversidade.

 

Por falar em diversidade gosto da dinâmica que a minha família possui. Os risos e os sorrisos e a simplicidade dos momentos é forte é muito forte. Entre desafios e abraços o mundo é muito melhor quando sentimos que somos amados. Gosto especialmente daquilo que somos enquanto seres. Cá por casa encontrámos uma gata perto do motor do carro. O impressionante é a forma como te podes ligar a um ser que mal conheces. É nestes casos que eu reforço a minha incredulidade perante quem maltrata, quem abandona ou quem simplesmente abandona. A Mel já foi entregue a uma família que foi de tal forma interrogada que a certo momento se devem ter assustado a pensar que tinham vindo buscar um dos meus filhos. Desolada, senti-me desolada com a partida da bichana.

 

Os corações moles têm destas coisas. Mas o que é um facto é que gosto. Gosto mesmo da capacidade de amar e de sobrevivência que estes animais têm.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

 

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