Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

As nossas crianças


 

Num mundo em que cada vez mais crianças são maltratadas, traficadas, desrespeitadas, mortas, abandonadas e negligenciadas convém relembrar os direitos que elas têm.

 

Convém salientar que cabe a cada um de nós zelar não só pelos direitos daqueles que são nossos mas também das outras crianças que não têm quem zele por elas. Convém relembrar que a atitude de apatia e de um simples encolher de ombros a que anossa sociedade se rendeu não é solução. Convém relembrar que somos todos responsáveis pelo que se passa á nossa volta. Convém rel embrar que somos todos responsáveis pela indiferença e pelo "não posso fazer nada". Podemos. Podemos procurar soluções, denunciar situações e estar atentos ao que se passa.

 

Triste. Sinto-me triste por perceber que existem crianças que são traídas dentro de própria casa por aqueles que as deviam proteger. Triste. Sinto-me triste por perceber que existem crianças que que depois de serem retiradas ás famílias são traídas dentro das instituições que as deviam proteger. Incomoda-me perceber que existem crianças que não têm o direito de o ser. Não se trata de todo de uma crise financeira trata-se de uma enorme crise de valores e de princípios.

 

Escondemo-nos por detrás de falsos moralismos, discutimos situações como co-adopções, manifestamos-nos contra a adopção por casais lgbt mas continuamos indiferentes a situações que se passam ao nosso lado, mesmo ao nosso lado. Indignamo-nos muito mas esquecemo-nos muito depressa.

 

Enquanto existir uma criança que seja a sofrer neste mundo acredito que cada um de nós tem o dever e a obrigação de procurar soluções para que isso não aconteça. Porque o muito é sempre feito de pequenos nadas.

 

 

 

"DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

UNICEF 20 de Novembro de 1959

 

 

DIREITO À IGUALDADE, SEM DISTINÇÃO DE RAÇA RELIGIÃO OU NACIONALIDADE

Princípio I - A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração . Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer excepção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição económica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família .

 

DIREITO À ESPECIAL PROTECÇÃO PARA O SEU DESENVOLVIMENTO FÍSICO, MENTAL E SOCIAL

Princípio II - A criança gozará de protecção especial e disporá de oportunidade e serviços, a serem estabelecidos em lei por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade . Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança .

 

DIREITO A UM NOME E A UMA NACIONALIDADE

Princípio III - A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.

 

DIREITO À ALIMENTAÇÃO,MORADIA E ASSISTÊNCIA MÉDICA ADEQUADAS PARA A CRIANÇA E A MÃE

 Princípio IV - A criança deve gozar dos benefícios da previdência social . Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal . A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados .

   

DIREITO À EDUCAÇÃO E A CUIDADOS ESPECIAIS PARA A CRIANÇA FÍSICA OU MENTALMENTE DEFICIENTE

Princípio V - A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre da algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular .

 

DIREITO AO AMOR E À COMPREENSÃO POR PARTE DOS PAIS E DA SOCIEDADE

Princípio VI - A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afecto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe . A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência . Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas .

 

DIREITO À EDUCAÇÃO GRATUITA E AO LAZER INFANTIL

Princípio VII - A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares . Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral . Chegando a ser um membro útil à sociedade . O interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais . A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito .

 

DIREITO A SER SOCORRIDO EM PRIMEIRO LUGAR, EM CASO DE CATÁSTROFES

Princípio VIII - A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros a receber proteção e auxílio .

 

DIREITO A SER PROTEGIDO CONTRA O ABANDONO E A EXPLORAÇÃO NO TRABALHO

Princípio IX - A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração . Não será objeto de nenhum tipo de tráfico . Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral .

 

DIREITO A CRESCER DENTRO DE UM ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE, COMPREENSÃO, AMIZADE E JUSTIÇA ENTRE OS POVOS

Princípio X - A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole . Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes ."

A cobiça

Conta-se que há muito muito tempo existia uma mulher que possuía uma galinha que lhe dava um ovo todos os dias. Muito ambiciosa começou a pensar como é que poderia ter dois ovos por dia em vez de um. Então, para atingir o seu objectivo resolveu aumentar, para o dobro, a ração que dava á galinha. Acontece que a galinha começou a engordar e tornou-se tão preguiçosa que nunca mais pôs ovo nenhum.

 

autor desconhecido

Cá por casa

Cá por casa regressámos de férias e devo confessar que contrariada, muito contrariada. Nada iguala a sensação de liberdade onde nos permitimos estar e ser sem qualquer condicionante.  Sorrio enquanto escrevo porque o que é um facto é que o trabalho preenche-me e realiza-me. Apesar de  não me ver sem fazer nada mais uns diazitos e tinha sido perfeito. 

 

Com o regresso vêm muitas novidades, muitas despedidas e muitas decisões focadas nos objectivos definidos no inicio do ano.   Avaliei e redireccionei e  aqui estou eu pronta para a acção, muita acção 

 

Uma das maiores novidades é um penteado novo baseado nas palavras "corte apenas as pontas" não quero nem pensar no que teria saído se eu dissesse "faça o que entender". Responsabilidade minha que como Coach que sou devia saber que o que dizemos nem sempre é o que o outro percebe.  

 

Cá por casa o filho mais novo mantém-se por aqui, a filha do meio anda na apanha da pêra e a mais nova tem girado tanto que até me deixa tonta. A última festa de pijama deu origem a uma cama partida e uma tarde de montagem e muita criatividade por parte da mãe. Temos cama montada com musica à mistura sempre que a filha se mexe a cama range.  A minha incapacidade para lidar com certos serviços começa a supreender-me, estive cerca de 3 horas para cancelar 2 serviços de telemóvel, é impressão minha ou o cancelamento de serviços demora muito mais do que a activação dos mesmos?

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Coaching Escolar

 

 

O que é o coaching escolar?

Ao chegar à adolescência, os jovens devem adquirir ferramentas necessárias à sua entrada no mundo adulto para se poderem orientar na vida profissional.

 

Além de favorecer a aprendizagem de métodos de estudo, o coaching escolar ajuda o estudante a:

• Melhorar seus resultados
• Desenvolver seus recursos e a sua autonomia
• Aumentar a sua motivação e a sua autoconfiança

 

Para quem é o coaching escolar?

O coaching escolar é para todos os estudantes com dificuldades, com  falta de motivação, desorganizados ou com vontade de terem alguém que os ajude para atingirem os seus objectivos.

 

O coaching escolar é eficaz em diferentes tipos de situações.

 

As situações de mudança

• A mudança de um nível de ensino para  outro
• A mudança do ensino secundário para a universidade
• A preparação para exames

• O projecto de ingresso na vida activa

 

As situações de regresso

• O regresso após uma longa ausência

• O voltar a estudar.

 

• O projecto de ingresso na vida activa

 

A gestão das dificuldades escolares

• Dificuldade de organização
• Gestão do tempo e do stress
• Concentração
• Dificuldades relacionais com os pais

 

Porque não basta tratar dos livros, das mochilas e do novo material escolar. É igualmente importante preparar a organização, a motivação, a inspiração e a vontade.

 

Mais informações através do e-mail: martaleal@outlook.pt

A Leonor foca-se na excelência

"Marta, um reconhecimento fica sempre bem…. E sinto ser esta também uma forma de ajudar outros profissionais, pelo que aqui deixo algumas letrinhas sobre a minha experiência relativamente ao seu extraordinário desempenho. Tive a oportunidade de conhecer a Marta Leal através de uma acção de Coaching, via Skype, uma vez que vivemos em cidades diferentes. Se eu pudesse resumir todos os benefícios das nossas sessões numa só palavra, essa palavra seria Excelência. Ao longo de várias semanas, através do seu profundo conhecimento em comportamento humano e motivação, a Marta conseguiu manter-me altamente motivada e organizada, ajudando-me a criar novas perspectivas, encorajando-me, desenvolvendo a minha auto confiança e principalmente ajudando-me a reconhecer os pontos fracos e fortes, concentrando-me nos fortes e melhorando os fracos. É uma experiência que recomendo vivamente a todas as pessoas, quer estejam empregadas ou não. Confesso que já tenho saudade das nossas extraordinárias horas de agradável conversa e contínua descoberta. Deixo à Marta um grande e especial agradecimento pelos resultados obtidos, que me deram muita mais coragem e motivação, acreditando que estou no caminho certo. Não deixem de experimentar a sua acção nas vossas vidas."

 

Leonor Marante

 

Pronto para seres motvad@?

Como se faz para não sentir saudades?

Não estou em mim de tão contente. Sinto-me leve, feliz. Tão feliz que me apetece beijar e abraçar toda a gente. Nada fazia prever este desfecho quando acordei hoje de manhã. Vaguei pela casa sem qualquer tipo de planos. Decidi-me por um pequeno-almoço no meu jardim preferido. Saí e fiz o caminho que sempre faço.

 

 Distraio-me a olhar para o lado e quando dou por isso bato no carro da frente. Saio do carro cheia de culpas. Ele sai também com um ar calmíssimo. Peço desculpa e viro-me para ir buscar os documentos. Sorri-me, diz que não tem problema. Pergunta-me se me recordo dele. Faço um esforço e não me recordo.  Peço desculpa digo que não me lembro mesmo nada. Insisto que deve estar a fazer confusão com outra pessoa qualquer.

 

Diz-me que não. Recorda-me o último dia de mãe, uma loja, uma criança e a necessidade de comprar um presente. Recordo-me agora recordo-me mas não dele. Recordo-me da situação mas não da cara. Os carros apitam atrás de nós fazendo-nos voltar à realidade. Propõe-me estacionarmos onde não incomodamos e convence-me a tomar um café para tratarmos de tudo.

 

Ainda estou impressionada com o facto de se recordar de tantos pormenores do dia em que n os cruzámos. Eu sou sincera continuo a afirmar que me lembro da cara do filho mas não da dele. Ele sorri diz que me vai levar a mal que já não bastava estragar-lhe o carro como afirmar que não me recordo da sua cara.  A conversa corre sem parar.  Perdemo-nos no tempo e no espaço. Sinto-me sozinha ali com ele como se de repente tudo o resto desaparecesse e deixasse de ter importância.

 

Despedimo-nos depois de horas de conversa que nem um nem outro queriam que terminasse. Liga-me mal entro no carro. Faço o caminho para casa sempre a conversar com ele e aqui estou eu a sonhar com alguém que um dia se cruzou comigo e que não me esqueceu. Aqui estou eu a sorrir por aquele rosto que vi mas não retive da primeira vez que encontrei.  

 

Acabou de me enviar uma mensagem que diz  “como se faz para não sentir saudades?”. Eu derreto-me. Estranho, derreto-me por alguém que acabei de conhecer.

 

Não posso acreditar no que aconteceu. Saio de casa para comprar o jornal. Ando uns 100 metros e eis que me batem por trás. Mal a vi sair do carro reconheci-a logo. Nunca a esqueci não pela beleza ou pela forma como vestia. Mas nunca a esqueci pela disponibilidade, a paciência e o carinho com que tratou o Afonso. Ele desesperava comigo porque queria comprar um presente especial á mãe. Eu já lhe tinha proposto mil e umas ideias. Ela estava perto de nós quando eu o tentava convencer a comprar uma planta. Passou a mão pela cabeça do Afonso e perguntou se podia ajudar. Ele deu-lhe a mão e arrastou-a por várias lojas do Centro Comercial.

 

No final agradeci-lhe ela respondeu-me que não tinha importância. Que o que interessava era o Afonso ter saído dali com o presente ideal. Pareceu-me triste mas amável.  O Afonso adorou-a. Lembro-me de me ter dito qualquer coisa como “uma namorada destas é que tu precisas”. Ri-me mas o que é certo é que nunca mais a esqueci.

 

Hoje conversámos durante horas. De inicio tive medo que voltasse a desaparecer mas depois percebi que estava tão confortável como eu. Enquanto os meus pensamentos correm a minha vontade de estar com ela aumenta. Não resisti a mandar-lhe uma mensagem correndo o risco de me tornar demasiado persistente.

 

Temo que não responda. Esperem, o telefone apitou é ela a resposta chegou “O melhor modo de não sentir saudades é nunca nos separarmos daquilo que gostamos”

Pessoas Comuns - Vidas Comuns

 

Robert Schrader

 

Robert Schrader – Antes: Vítima do colapso económico americano. Agora: Ganha a vida a viajar.

 

 

 

Há alguns anos atrás, Robert estava com um dilema. Ele queria viajar e conhecer o mundo mas não tinha condições financeiras nem confiança para fazer isso. Encarou o desafio com bravura, fugiu da crise economica americana  e voou para China.

 

Cinco anos e mais de 50 países depois, ele ganha a vida a contar as  suas histórias na sua página na internet.

 

Queres saber como foi possível? Então vê as aventuras de Robert http://leaveyourdailyhell.com/

Cá Por Casa

 


Os vestidos e as camisas de verão voltaram a encolher. Acredito que seja do mau tempo que se tem vido a sentir na zona oeste até porque a neblina matinal tem sido uma constante. Existe quem insista a colocar a culpa sobre as bolas de berlim com leite condensado que eu gosto de comer. Eu, continuo a pensar que a responsabilidade é do tempo, sempre do tempo.
 Já repararam como anda inconstante?

 

Há muitos anos que não tinha uma cor tão pálida e uma vontade tão grande de fazer praia. O branco está tornar-se mais sujo e os banhos de mar uma realidade. Cá por casa é mais um ano que percebo o quanto os filhos crescem e quão necessário é deixa-los voar.

 

A necessidade e o planeamento fizeram-me estar de férias em part-time e fora da minha zona de conforto. Tranquilo, muito tranquilo até porque há quem diga que o sucesso não tira férias!

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Hoje deixámos de partilhar ideiais

Arrasto-me por uma história que não é minha. Iludo-me com palavras que são reais para uma vida irreal. Tivemos tanto e agora temos tão pouco. Não me basta, ando descontente porque não me basta. Não gosto no que me tornei desiludi-me a mim mesma. E, não gosto deste sentimento.

 

Tivemos tanto. Partilhamos medos, planos, alegrias e tristezas. Estiveste lá sempre para mim do mesmo modo que estive para ti. Vivemos um amor real, amámos como nunca tínhamos amado. Hoje não sei o que partilhamos. Por vezes sinto-te um estranho que só deixa de o ser quando os nossos corpos se tocam. Esses entendem-se porque estão despidos de medos, de tristezas e de angústias. Buscam-se um no outro com uma sofreguidão cada vez maior. Amamo-nos sempre como se fosse a ultima vez que o fazemos. Depois vêem as duvidas, os medos as incertezas e o vazio instala-se.

 

Hoje deixamos de partilhar ideias. Falamos cada vez mais de coisas banais. Por vezes o silêncio instala-se e outras as palavras são medidas para que não se diga nada que não se possa dizer. Hoje sinto que forçamos algo que não existe. Queremos reviver o que tivemos mas isso é impossível. Hoje queremos sentirmo-nos um do outro mas já não és meu e eu já não sou tua.

 

Sinto-me agarrada a ti como se de uma tábua de salvação se tratasse. Tenho medo de me fazer ao mar sozinha e acho que tu sentes o mesmo. Depois relembro as vezes que saíste e entraste na minha vida e revolto-me. Não, não me revolto contigo revolto-me comigo por o ter permitido. Chamei-te covarde e hoje sou eu que me sinto assim. 

 

Relembro tudo o que tivemos. Uns dias concentro-me nas coisas boas e outras nas coisas boas. Tenho dias em que não penso em ti outros não penso em mais nada. Sinto que vivo no passado enquanto o presente passa imune a tudo isto. Pensando bem tenho a certeza que estamos ambos agarrados ao que fomos sem nos apercebermos no que nos tornámos.

 

Queria que tivesse sido diferente e tenho a certeza que tu também. Queria que continuássemos um nós mas tu deixaste-me um eu vazio e magoado.

 

 

E tu quantas vezes já te sentiste assim?

A Joana fala de curiosidade

 

 

Era uma vez uma menina que aceitou o desafio do coaching por mera curiosidade. Tinham-lhe dito que era uma excelente maneira de, com a ajuda necessária, arranjar estratégias para alcançar certos objetivos na vida. Então porque não experimentar?

Ao fim de apenas dez sessões, e muitas reviravoltas na sua pequenina vida, essa menina descobriu que cresceu muito, e que agora é uma mulher cheia de garra e força para enfrentar os seus medos e os obstáculos que por vezes querem chatear. Essa menina foi também descobrindo que aquelas sessões a ajudaram a tomar muitas decisões importantes e que aconteceram coisas fantásticas como consequência disso.

Mas mais importante de tudo, essa menina ganhou uma amiga muito especial, porque Marta, é isso que tu és. Nunca considerei que estivesse a ser, de alguma forma, avaliada ou questionada. Para mim o coaching foi como uma conversa descontraída, na qual se partilham experiências, ri-se, chora-se e faz-se um trabalho interno muito profundo e quase de forma inconsciente.

Martinha, estás a fazer um trabalho maravilhoso e dou-te toda a força para continuares. Devo-te muito. Obrigada por tudo, de coração!

Beijinho Doce,

 

Joana Sousa

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D