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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Feliz Ano Novo

 

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Os elefantes quando vão para um circo chegam muito pequenos e é nessa altura que são presos a uma estaca com uma corrente. Conhecendo outra realidade tentam soltar-se. Puxam a corrente variadas vezes e apesar de toda a força e de todo o esforço não o conseguem fazer, são pequenos para uma corrente tão grande. Cansados acabam por aceitar o destino e cingir-se ao espaço a que estão confinados. Quando crescem não tentam soltar-se porque, simplesmente, acreditam que não podem. 

 
Para 2015 desejo que acredites que podes soltar-te de todas as amarras que pensas ter.
 
Feliz Ano Novo

Organização Pessoal

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Sabias que a desorganização em que vives pode afectar a tua saúde? A ansiedade que te provoca o facto de teres coisas para fazer e/ou arrumar pode impedir-te de atingires os teus objectivos? Sabias que uma pessoa organizada tem mais hipóteses de atingir os seus sonhos do que uma pessoa desorganizada? Tens demasiadas tarefas e não sabes por onde começar? Sentes que estás a perder o controlo e a vontade?

 

Queres ajuda para te organizares pessoalmente e profissionalmente? Muda o padrão, muda o comportamento e muda a atitude. Organiza as tuas tarefas, a tua casa, a tua carreira e as tuas relações.

 

Objectivos:

- Identificação das prioridades pessoais;
- Avaliação do equilíbrio entre as diferentes áreas da vida: profissional, saúde, espiritualidade, sonhos, família e lazer;
- Avaliação da coerência entre prioridades e investimento de tempo, energia e dinheiro;
- Definição de objectivos e planeamento de estratégias para mudança;

 

Pedir uma ajuda não é sinal de fraqueza é sinal que estás pronto para seguir em frente!

 

 

 

Sobre a autora:

Marta leal é coach, formadora, palestrante e motivadora. Enquanto coach desafia, apoia e capacita as pessoas a atingirem todo o seu potencial profissional e pessoal. Apaixonada pela vida, pelas pessoas, pela escrita e pelos resultados dela e dos outros, acredita que pode ajudar a fazer a diferença no mundo.

Websitewww.martaleal.net                                                            

e-mail: martaleal@outlook.pt

Toma Cuidado!

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Toma cuidado com os teus pensamentos porque eles tornar-se-ão Palavras.
Toma cuidado com as tuas palavras porque elas tornar-se-ão Ações.
Toma cuidado com as tuas ações porque elas tornar-se-ão Hábitos.
Toma cuidado com os teus hábitos porque eles formarão o teu Caráter.
Toma cuidado com o teu caráter porque ele formará o teu Destino,
                     e o teu destino será a tua Vida…

Dalai Lama

Temos medo de dinheiro

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Gosto de trabalhar com pessoas. gosto do quanto me ensinam e do quanto aprendem. Devo confessar que existem aqueles dias que até fico de lagrimita no olho por os ver avançar. 

Constato que  existem assuntos recorrentes e outros mais diversos. No que diz respeito aos assuntos recorrentes o dinheiro é um deles. E não pensem que me refiro apenas á falta de dinheiro. Refiro-me sobretudo á forma como se fala e pensa sobre dinheiro.

O rosto contrai-se, o corpo fica tenso e da boca saem frases como:

  • "eu não gosto de dinheiro";
  • "eu não preciso de muito"
  • "eu nem gosto de olhar para ele"
  • "O dinheiro é um mal que tem de existir"
  • "eu nem quero que o euromilhões me calhe todo"

Temos medo do dinheiro. Temos medo de sermos ricos. Temos medo de não sermos considerados boas pessoas por gostarmos e/ou termos dinheiro. Temos medo que nos considerem ambiciosos, que nos condenem, que pensem que somos desonestos. Temos muito medo daquilo que precisamos tantos. Contraditório não acham?

Crenças. Apenas crenças de quem não se apercebe que as tem. Gosto da liberdade que me dá para criar, para aprender, para aceder a determinados bens, mas principalmente para ajudar os outros.

E tu? Como lidas com o dinheiro? Muda o padrão. Muda o discurso. Muda a forma como vês aquilo que te possibilita aceder a tudo o que sempre sonhaste. Muda a forma como vês o mundo.

Marta Leal

 

 

 

O tempo, sempre o tempo!

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Sabias que viver na  desorganização pode afectar a tua saúde? A ansiedade que te provoca o facto de teres coisas para fazer e/ou arrumar pode impedir-te de atingires os teus objectivos? Sabias que uma pessoa organizada tem mais hipóteses de atingir os seus sonhos do que uma pessoa desorganizada? Tens demasiadas tarefas e não sabes por onde começar? Sentes que estás a perder o controlo e a vontade?

 

O tempo é sem dúvida um recurso precioso que não pode ser substituído. Uma vez gasto perde-se para todo o sempre.

 

Há uma expressão  que foca a importância de uma boa gestão de tempo "O tempo voa!" e enquanto ele voa és o piloto ou o passageiro?

 

A gestão eficaz do tempo depende das características pessoais de cada um de nós, por isso é fundamental termos atenção aos ritmos biológicos e aproveitar as horas em que temos mais energia.

 

Algumas pessoas são mais produtivas de manhã e outras são mais produtivas ao longo da tarde.

 

Para organizares o teu dia de trabalho é importante:

 

  • Organizar o dia de trabalho de acordo com o teu ciclo de energia diário;
  • Perceber que diferentes actividades exigem níveis de concentração diferentes;
  • Perceber que as actividades devem ser distribuídas e alinhadas com o nível de energia física e mental;
  • Que ouças o teu relógio interno.

 

Boas Organizações!

Marta Leal

Cá Por casa

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Quando recuo no tempo sei que tive sorte em ter infância, em partilhar momentos únicos com pessoas únicas, em ter-me sido ensinado o valor da família e sobretudo o valor de nós próprios. Ao recuar no tempo recordo tradições, recordo histórias que achava que nada significam e que retive até hoje, recordo lengalengas e canções muitas canções.

 

Cá por casa percebo que são muitas vezes os filhos que me ensinam a parar, a questionar comportamentos e a mudar de rota. Há dias em que sei que era importante ter mais tempo e há dias em que simplesmente não me apetece usá-lo. Trabalha-se e preguiça-se assim como se não existisse amanhã.

 

 Gosto. Gosto de um mundo que nos oferece tanto!

Marta Leal

Não sei porque pintei o cabelo de louro

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Não sei porque pintei o cabelo de louro. Não gosto de louro, nunca gostei de louro. A propósito lembrem-me de acabar com esta mania de não ouvir o que me perguntam quando estou no salão de cabeleireiro. Quanto mais olho menos gosto. Sinto-me estranha não me reconheço naquele espelho, sou eu sem o ser como se estivesse numa qualquer realidade paralela. Observo-me com mais atenção noto que me apareceram umas manchas novas no rosto, analiso as rugas que insisto ter e penso como será quando envelhecer, os meus olhos verdes grandes fixam-me mas não condizem com aquele cabelo louro que insiste em lembrar-me que ali está. Riu-me da ironia de hoje ser o dia em que o meu prazo acaba. O dia em que tenho de decidir. Não me apetece, não gosto que me encostem á parede, não gosto que me exijam decisões que deviam ser tomadas naturalmente. Ainda por cima hoje que estou loura e não gosto de estar. Interessante como existem dias em que até podia estar cor de laranja que não tinha importância nenhuma mas hoje é segunda-feira hoje interessa.

 

Enquanto me visto penso que gostaria de adivinhar o futuro. Poder experimentar caminhos antes de tomar grandes decisões. Devíamos poder fazer experiência em laboratório para depois nos podermos decidir com certezas estudadas. Não gosto de errar muito menos a uma segunda-feira. Odeio segundas-feiras mesmo que sejam de sol. Para confessar a verdade por mim saltava do domingo para a terça-feira. A propósito não gosto de ver este vestido vermelho com este cabelo louro. Pergunto a mim mesma o que visto com este cabelo enquanto me apercebo do que estou a fazer. Estou, sem sombra de qualquer dúvida a divagar para não pensar no que deve ser pensado.

 

Decido-me finalmente pelo preto. Gosto de me vestir de preto quando não me sinto bem comigo mesma. Saio apressada porque me atrasei entre pensamentos e medos de grandes decisões. Fecho a porta enquanto tento equilibrar todo o sem número de coisas que trago na mão. Um dia hei-de perceber porque compro malas onde mão cabe nada e mesmo assim insisto em transportar tudo.

 

Sinto a areia molhada nos pés e o sol a queimar-me a pele. Paro sem perceber como fui ali parar, sinto-me tonta, não percebo onde estou ou como fui ali parar. Sento-me enquanto me tento localizar no tempo e no espaço. Sou eu sem o ser.

 - Estás bem meu amor?

Olho-o e não o reconheço. Assusto-me sinto-me a enlouquecer. Há uns minutos atrás lutava contra a idiotice de um cabelo pintado de louro e agora não sei onde estou e com quem estou. Verifico que deve ter uns 40 anos rosto enrugado, moreno, corpo de quem se cuida. Cabelo onde se vislumbram os primeiros fios de prata. Interessante sem ser bonito afinal eu tenho 25 anos nunca me poderia apaixonar por alguém tão velho. Gosto, contudo, das mãos e dos calções. Sempre gostei de observar os calções que os homens vestem na praia. Sou eu sem dúvida. Acabei de o perceber com tanta divagação. Não sei onde estou mas sei quem sou.

Tento concentrar-me nas palavras que me diz. Está inquieto e preocupado. Tenta tocar-me mas afasto-o. Não gosto de ser tocada por desconhecidos. Fala-me com calma, diz-me que eu deveria ter comido mais ao pequeno-almoço, que tenho de acabar com a mania das dietas, que gosta de mim como sou. O pânico instala-se olho pela primeira vez para o meu corpo que não reconheço. O franzino deu lugar ao anafado. Sinto-me a ventilar mas a voz dele tem qualquer coisa que me acalma. Fala-me que temos de ir embora que os miúdos nos esperam para almoçar.  

 

Sonho só posso sonhar. Mas segundo consta quando se sonha é confuso mas isto é tão real. Os movimentos saem de forma automática, as palavras saem sem que as pense. Estou ali sem perceber como, estou ali como sempre tivesse estado. Deixo de tentar compreender o que se passa e deixo-me levar pelo ambiente que embora desconhecido me é tão familiar. Olho-me ao espelho e o louro deu lugar a um castanho claro, no rosto outrora liso já se notam umas rugas, passo as mãos pelo rosto na tentativa vã de me ver como me vi há umas horas atrás.

 

-Estás estranha hoje – diz-me ele enquanto me abraça.

Fixo-me no espelho que reflecte a nossa imagem. Reparo no brilho do olhar, na forma como me olha e na ternura que imana. Ficamos ali em silêncio enquanto tento reflectir sobre o bem-estar que sinto. Ouço as vozes dos miúdos que falam animadamente na sala, ao fundo ouço o som do mar que me parece murmurar para me deixar ir.

- Amo-te como no primeiro dia que te vi

- E quando foi esse dia?

- Dia 22 de Janeiro uma segunda-feira, éramos ambos louros, vestias-te de preto e chocaste contra mim ao sair do elevador.

- Não é possível …

 

-Não se preocupe eu ajudo a apanhar tudo.

- Desculpe, desculpe ..

- A culpa foi toda minha que nem olhei.

- Ou minha que não vi para onde ía.

Sinto-me estranha novamente. Sinto que viajei no tempo, olho e reconheço-o. Foi com ele com quem casei e tive filhos ou melhor é com ele com quem vou casar e ter filhos. Dou conta que encontro o amor da minha vida no dia em que estou loura e não gosto de o ser. Lembro-me que era hoje que tinha de dar uma resposta, que era hoje que tinha de tomar a grande decisão. Pelos vistos a decisão está tomada.

 

Dou conta que os meus medos desapareceram, que as inseguranças deram lugar a seguranças e que sim sei que vou ser feliz. Despeço-me dele com um beijo no rosto e um sorriso nos lábios. Estou em vantagem e gosto porque hoje dia 22 de Janeiro uma das muitas segundas-feiras da minha vida encontrei o amor da minha vida com quem vou ser muito feliz. A propósito preciso que me lembrem para nunca mais pintar o cabelo de louro.

 

Marta Leal

Autenticidades

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A forma como nos tratamos uns aos outros espanta-me. Assumimos verdades absolutas e não pomos sequer a hipótese de que existem verdades diferentes. Olhamos sem ver e vimos sem perceber. Partimos sempre de princípios, dos nossos princípios e esquecemo-nos que existem os princípios dos outros. Não são melhores nem piores são apenas diferentes.

Há uns tempos conheci alguém que me deu uma lição de humildade bastante grande. Há pessoas que nunca se esquecem não pelo que possuem ou dizem mas pelo que nos fazem sentir. E enquanto ouvia esse senhor a falar com uma felicidade autêntica e uma generosidade única senti os olhos a humedecerem por perceber que ainda existem pessoas tão puras e tão autênticas.

Gosto, gosto dos que me fazem acreditar na autenticidade da acção.

Marta Leal

Feliz Natal

 

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De repente pensei que se a minha vida fosse um livro não poderia ter um estilo muito definido. Penso que oscilaria ente o romance e o humor, entre o mistério e um qualquer diário de viagens, entre o coaching,a motivação, a inspiração e a psicologia entre o absurdo e  o considerado racional. Agora que penso nisso nunca poderia ser um livro de receitas culinárias, a não ser que me decidisse por algo como “o que nunca tentar na cozinha” ou mesmo “tentativas frustradas de um jantar perfeito”.

 

A capa seria branca teria de ser branca. Gosto do preto das palavras numa página em branco. Gosto de sentir que tenho espaço de manobra que posso ocupar este ou aquele espaço sem me sentir sufocada. Nem sei porque me estou a justificar. Gosto de branco e pronto.

 

Por entre palavras poderíamos ler histórias de sucesso e de derrota, ilusões que se transformaram em desilusões e amores que se transformaram em desamores. Entre lágrimas iriam surgir risos que, mais tarde seriam transformados em gargalhadas. Lições mais ou menos aprendidas e acções mais ou menos reflectidas. Certezas de vida opondo-se a incertezas momentâneas. Escolhas erradas e escolhas acertadas. Vida sentida porque só assim faria sentido.

 

Personagens mais ou menos periódicas e outras apenas de momento. Agitações constantes e recuperações de fôlego inconscientes. Palavras como Filhos, mãe, pai, mulher, letras, família, amigos, amores, comida, gatos seriam usadas frequentemente em frases onde existisse preocupação, amor, carinho, vontade e cuidado.

 

Páginas soltas e páginas que ninguém conseguiria arrancar. Páginas lidas e umas que nunca ninguém se atreveu a ler. Páginas em branco e páginas com excesso de letras.  Páginas onde o orgulho é evidente e outras onde não nos orgulhamos mas assumimos que estivemos e fizemos. Paginas amarelecidas pelo tempo onde as letras mal se lêem e páginas onde os acontecimentos se encontram tão vincados que serão possíveis de apagar. Erratas aqui e ali. Páginas inacabadas e frases soltas. Frases esborratadas por lágrimas e outras onde foram desenhados sorrisos.

 

Se a minha vida fosse um livro gostava que todos nós e em especial eu e tu  no final pudessemos escrever que tornamos o mundo muito melhor!

  Este Natal desejo-te partilha,amor, confiança e segurança. 

E se pudesses fazer diferente o que farias?

 

Feliz Natal!

Os Balões

 

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Uma psicóloga numa palestra enquanto falava de como gerir o stress levantou um copo d'água. Todos pensaram que ela ia perguntar "Meio cheio ou meio vazio?". Mas com um sorriso no rosto ela perguntou "Quanto pesa este copo de água?"


As respostas variaram entre 100 e 350g.


Ela respondeu: "O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura. Se eu segurar durante um minuto, não tem problema.
Se eu segurareste copo durante uma hora, ficarei com uma dor no braço. Se eu segurar durante um dia o meu braço ficará dormente e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava".


Ela continuou:


"O stress e as preocupações da vida são como aquele copo d'água. Se eu pensar sobre eles por um momento nada acontece.  Se eu pensar so sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a magoar. E se eu pensar sobre eles durante o dia todo vou me  sentir paralisada, incapaz de fazer seja o que for".

Então lembre-se de "largar o copo"...

Autor desconhecido

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