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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Gosto de apenas gostar

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De repente dou comigo a pensar que o fantástico de me ter permitido fazer o que gosto é o facto de o fazer com paixão. O fantástico de me permitir gostar dos outros é gostar apenas  porque sim. Apenas porque gosto sem esperar nada em troca. O ideal era funcionar com todos assim. Confesso que ainda não consigo.

 

Por vezes dou comigo á espera de um sorriso, de uma resposta ou de outra qualquer recompensa. Acredito que é nessa espera que reside o conflito, o desânimo e a desilusão.  Apenas nossa.

 

Gosto quando gosto independentemente do resultado, do contexto, do tempo ou do espaço. Fico assim, de coração cheio

 

Gosto de apenas gostar.

Quantas vezes te impedes de voar?

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"Se colocarmos um falcão numa cerca de um metro quadrado e inteiramente aberta por cima este vai-se tornar prisioneiro apesar de poder voar. Isto acontece porque o falcão tem por hábito fazer uma pequena corrida em terra antes de levantar voo.

Se colocarmos um morcego num piso totalmente plano tudo o que ele vai conseguir fazer é andar de forma confusa e desorientada uma vez que está habituado a levantar voo a partir de um local com uima ligeira inclinação.

Uma abelha se cair dentro de um frasco vai lá ficar a menos que alguém a retire apenas porque não consegue ver a saida por cima"

Autor desconhecido

 

Quantas vezes já não tivemos comportamentos de abelhas, morcegos e falcões? Quantas vezes nos impedimos de voar apenas porque não o podemos fazer do modo como estamos habituados a fazer? Quantos de nós resistimos a mudar-nos e a mudar as condições que temos á nossa volta?

 

Para atingires os objectivos e o sucesso que pretendes irás enfrentar desafios e obstáculos pela frente. Como coach posso apoiar-te, motivar-te mas também capacitar-te e desafiar-te ensinando-te a ultrapassar os desafios e a delineares alternativas e soluções para que tenhas os resultados que pretendes. 

Fale-se de construir em vez de se falar em destruir

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Falam-me de razões para acreditar e a minha imaginação remete-me, imediatamente, para uma história de amor. Os que me conhecem já sabem que sou uma romântica. Os que acabaram de chegar ficam desde já a saber que me derreto com finais felizes. Sou lamechas é verdade. Sou lamechas e mimada. Uma combinação que aos 46 anos se pode tornar problemática. Mas paremos de falar de mim, e avancemos para falar de razões para acreditar.

 

Para falar do amor teria de falar do desamor, para falar de encontros teria de escrever sobre desencontros, para falar de vitórias teria de falar de derrotas. Depois tinha de falar de trocas de olhares e de beijos mais ou menos melados. Com um bocado de sorte os gemidos faziam-se ouvir e os defensores da moral e bons costumes podiam manifestar-se. Perdoem-me e permitam-me que vos diga que não me apetece. Hoje não me apetece escrever uma história de amor. Desenganem-se aqueles que acabaram de pensar em mim como mal-amada ou outro qualquer estereótipo de mulheres que não acreditam no amor. Acredito. É verdade! Acredito cada vez mais naquele tipo de amor incondicional onde o dar é mais importante do que receber, onde o ser é mais importante que o ter e onde o estar é mais importante do que o ir a qualquer lado.

 

Afastei-me do tema para falar um pouco de mim. O momento foi egocêntrico mas justifica-se uma vez que a historia não sendo sobre mim é minha. Gosto de comandar a história tal como gosto de liderar a minha vida. Dizia eu que tomada a decisão de não escrever o amor .Decido escrever sobre o sorrir, o avançar, o lutar e o não desistir. Nada de sorrisos amarelos, avanços timidos ou lutas corpo a corpo. Falamos apenas de vida e dos conceitos que a constituem.

 

Avanço para a história sem ter personagens principais. Defendo a igualdade da diferença e a diferença na igualdade. Defino palcos de vida e grandes planos de altos e baixos. Faço com que as letras se envolvam em projectos e  alcançancem resultados. No guião coloco principalmente imperfeição. Gosto daquele tipo de imperfeição que nos faz perceber que somos apenas humanos. Falhamos, uma e outra e outra vez. Felizes dos que avançam no erro. Felizes dos que não se importam de voltar a tentar.

 

Paro. Reflicto e decido-me a mudar de rumo novamente. Nas letras entenda-se. Porque na vida apetece-me continuar assim. Falemos então de razões para acreditar quando todos se tornaram incrédulos. Difícil o tema nos tempos que correm. Fale-se das posturas diferentes sobre diferentes situações. Fale-se daqueles que lutam sem desistir e que não perdem o sorriso. Fale-se dos que arriscam, avançam e vencem. Fale-se de tantos que perante as adversidades crescem interiormente e não baixam os braços.

 

Fale-se dos que sorriem a estranhos na rua. Dos que de ideias antecipadamente designadas idiotas constroem impérios, dos que se lembram de quem foram e ajudam quem quer ser. Fale-se dos que mudam o seu mundo e sem dar por isso mudam o mundo de tantos outros. Fale-se daqueles que também choram com a certeza de que amanhã vão sorrir. Fale-se dos que sabem dar de coração cheio e dos que recebem de coração aberto.

 

Fale-se do Homem comum que não desiste, não desanima, ultrapassa desafios e sorri nos piores momentos. Fale-se daqueles que com pouco ajudam os que tem menos. Fale-se dos que já choraram e ajudam quem hoje chora. Fale-se de solidariedade, de voluntariado, de dádiva e de gratidão. Fale-se de um mundo onde mais que termos, somos.

 

Fale-se do que quiser mas fala-se de  construir em vez de se falar em destruir. Fale-se em correcções em vez de se falar em revoluções. Fale-se de vencer em vez de se falar de medos. Fale-se de agir em vez de se falar em reagir. Fale-se, escreva-se, acredite-se e sorria-se porque só assim faz sentido.

Ciclo de “Conversas Menos que Perfeitas”

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Apelam a um mundo mais real onde os sorrisos e as lágrimas vivam lado a lado. Vivenciar as emoções é uma necessidade, e aceitá-las é a única forma de sermos o tal todo, composto por tantas e tantas partes.

 

A auto-estima como base de um Pensamento Positivo e de Mudança.

 

Conteúdos:

 

1) Definição de auto-estima;

2) Confiança/medos;

3) Aprender a lidar com as emoções;

4) Entender as posturas mentais que desenvolvem o autoconhecimento e as potencialidades do ser;

5) Métodos e Estratégias para melhorar os relacionamentos (consigo e com os outros): perdoar e perdoar-se.

 

Para mais informações: martaleal@outlook.pt

Pais e Filhos

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 Sempre que depende de mim gosto de iniciar e terminar uma tarefa. Gosto especialmente da organização de ideias e ações. Ter uma profissão onde se trabalha a inspiração e a motivação para que sonhos se transformem em objetivos e sejam postos em ação faz com que vá refinando esse meu ser e esse meu estar.

 

No entanto, reconheço que existe um tipo de tarefa que nunca está terminada. A tarefa de sermos pais e de sermos mães. Para além de todo um dia-a-dia já por si agitado estamos cada vez mais atentos á necessidade de sermos mais e de sermos melhores. Procuramos constantemente novas respostas, novas ajudas e novas competências parentais para que sejamos os melhores pais do mundo, sempre os melhores pais do mundo.

 

Acredito que vivemos uma época em que procuramos demasiadas respostas lá fora e esquecemo-nos que na maioria dos casos as temos cá dentro, bem dentro de nós. São poucos os pais que se permitem ouvir e seguir aquilo que sentem na relação com os filhos. São poucos os pais que se permitem aceitar mesmo que não estejam de acordo.

 

Ouço frequentemente nas primeiras consultas de coaching parental pais a pedirem-me para os ajudar a mudar este ou aquele comportamento do filho. Acontece também pais que querem corrigir comportamentos do outro progenitor. Um trabalho de coaching parental não faz uma coisa nem outra. O coaching parental é dirigido para os pais que queiram mudar e tornar-se o melhor que souberem e/ou quiserem ser. Não vamos trabalhar o outro vamos trabalhar-nos a nós.

 

Ao contrário de outras filosofias no coaching parental não existem receitas exatas nem livros de instruções pelo menos no início do processo, porque no final podemos construir o nosso livro de instruções. No coaching acredita-se que cada pai é um pai e que cada mãe é uma mãe e aquilo que funciona com uns poderá não funcionar com os outros.

 

Este método vai trabalha-lo a si enquanto pessoa e ao papel que desempenha enquanto pai/mãe. Valoriza-se o individuo e aperfeiçoa-se o(a) pai/mãe. Tem por objetivo desenvolver, desafiar, apoiar e capacitar pessoas a atingir todo o seu potencial enquanto mãe, pai e /ou educador através de perguntas. É uma abordagem pela positiva que inicia o trabalho a partir das qualidades dos pais. O trabalho de coaching parental é iniciado com a identificação de competências e recursos que cada pessoa tem, de forma a aumentar a confiança e consequentemente a autoestima.

 

Passa-se do problema para a solução sempre com a certeza que depende apenas e somente de nós.

Confundem-se as vontades dos outros com as nossas

 

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Confunde-se e por vezes confundem-me aqueles que insistem em se afirmar num estar diferente. Confundem-me os que chocam, provocam, e insistem em zangar-se com o mundo porque não os aceitam. Acredito que se zangam com eles próprios em busca de uma aceitação interior.

 

Zangamo-nos muito e apaziguamo-nos pouco. Mais fácil gritar do que pedir desculpa. Mais fácil julgar do que analisar. Mais fácil esperar do que avançar. Mais fácil falar do que escutar.  Tão fácil julgar.

 

Acredito que não há melhor forma de viver do que sermos nós mesmos. Avançarmos pela vida confiantes no que somos, no que queremos apenas porque gostamos de o ser.

 

Confundem-se as vontades dos outros com as nossas. Confundem-se as nossas vontades com as vontades dos outros. No final, somos o que querem que sejamos e esquecemo-nos do que um dia quisemos ser.

Coaching No Feminino

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O Coaching no feminino é uma área do Coaching pessoal que tem por objectivo desenvolver, desafiar, apoiar e capacitar mulheres a atingir todo o seu potencial enquanto mães, educadoras, mulheres, amigas, filhas e profissionais através de perguntas. É uma abordagem pela positiva que inicia o trabalho a partir das qualidades de cada uma de nós. Este trabalho é iniciado com a identificação de competências e recursos que cada pessoa tem, de forma a aumentar a confiança e consequentemente a auto-estima.  

Ter um Mentor

 

 

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Mentoring é uma relação baseada na confiança. Ele oferece-te apoio, ferramentas objectivas e conselhos para facilitar o teu desenvolvimento pessoal.

 

Ter um mentor pode ser um dos relacionamentos mais poderosos do desenvolvimento de alguém podendo ser uma das razões para que te sintas bem e encontres o teu caminho.

 

Alguns Benefícios:

Conselho

Como mentora posso ajudar-te a tomar uma decisão ou a seguir um caminho de forma serena e imparcial. Por muito que amigos e familiares te queiram ajudar existem sempre muitas emoções associadas á vossa relação.

Perspectiva

Como mentora posso ajudar-te a olhares para a tua vida com outros olhos e outra vontade.

Melhorar as Competências

Ao trabalharmos a tua confiança e a tua auto-estima vais sentir-te mais apt@ e mais confiante a seres quem queres ser, fazer o que queres fazer e ter o que queres ter.

Desabafo

Viver parece tarefa simples e a verdade é que não é fácil. Teres alguém com quem possas partilhar, conversar, desabar e quem sabe chorar é meio caminho andado para que te sintas mais leve e pronto para outra.

Networking

Como mentora posso ligar-te a outros que estejam á tua procura ou de quem necessites. O mundo em rede é muito mais eficaz.

Métodos e Estratégias

Como mentora vou-te passar ferramentas que te ajudam a tornar o teu dia-a-dia mais leve, mais rentável e mais feliz.

Confiança

Sabendo que me tens como mentora dá-te a confiança para enfrentares situações de vidas difíceis. Esta confiança vai ajudar-te a defenderes os teus ideais e/ou a seres firme nas tuas decisões

Encorajamento

O encorajamento diário é o que te vai inspirar e motivar a seguires em frente com a certeza de que estás no teu caminho.

 

Para marcares a tua sessão envia-me e-email:martaleal@outlook.pt

Alheamo-nos dos conteúdos e embriagamo-nos de formas

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Aproximamo-nos do que nos é simpático e afastamo-nos do que nos incomoda. Sentimo-nos atraídos pela beleza das formas sem qualquer análise de conteúdo. Permitimo-nos embriagarmo-nos pelas cores, texturas, cheiros e silhuetas. Embriagamo-nos num contexto leve sem nos permitirmos ir mais longe.

 

Fala-se de relações como se poderia falar de obras de arte. Fala-se da brevidade das relações. Fala-se de um descartar constante do que incomoda. Perdem-se capacidades de envolvimentos mais profundos, perdem-se capacidades de olharmos para o que somos porque nos focamos no que parecemos ser.

 

Encare-se as pessoas como obras de arte. Atribua-se-lhes forma e conteúdo. Acrescente-lhes espiritualidade de autor e percebemos que tal como uma obra de arte todos somos necessariamente incomodativos ou apelativos, todos acabamos por provocar sentimentos de amor ou ódio, de atracção ou de repúdio, de querer ou não querer, de amor ou desamor, de gostar ou não gostar, de erros e acertos, de verdade  e de mentira, de ilusão e desilusão.

 

Encare-se as pessoas como obras de arte e perceba-se que não somos mais que a soma de uma forma com um conteúdo. Encare-se as pessoas como obras de arte e percebemos que não passamos de  pinceladas de sentimentos envolvidas por molduras de emoções onde as vivencias se tornam escultoras de almas. Encare-se as pessoas como obras de arte e perceba-se  que fomos encantadoramente misturados naquilo que nos torna únicos.

 

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