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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Cá Por Casa

Lá por fora fez ontem 13 anos que as Torres Gémeas caíram e que eu me questionei sobre o mundo em que vivemos, o mundo mudou desde então. O meu mundo mudou. Sucedem-se as expulsões de imigrantes ilegais em Angola e Obama vai definir plano de ofensiva contra estado islâmico. Óscar Pistorius foi ilibado de crime premeditado e enquanto kate está grávida o príncipe Carlos deseja que seja uma menina. Segundo uma sondagem no Reino Unido as mulheres preferem os gordinhos. Não sei porque se deram ao trabalho porque as minhas filhas já tinham chegado a essa conclusão e Peter Lynagh apostou com o companheiro de quarto que conseguiria passar 12 meses sem sexo em troca de 1.500 euros. Ganhou a aposta e multiplicou o dinheiro, que entregou a uma associação que apoia jovens do Camboja.

 

Cá por dentro morreu a princesa Nono e Portugal encheu-se de “córderosa”. Resta-me deixar aqui os meus parabéns á Leonor pela mensagem de coragem que nos deixou, á mãe Vanessa e ao pai Jorge por terem feito diferente e nos terem lembrado de que a vida é efémera para tantos. O filme “E agora? Lembra-me” de Joaquim Pinto para representar Portugal como candidato ao Óscar de Melhor Filme estrangeiro da Academia de Cinema Americana. E pelo que parece houve um show de striptease nos Jardins da Associação Académica de Coimbra e agora meus caros reitores vai haver alguém responsabilizado ou vai-se desculpar com a tradicional “coisa” da idade? Judite de Sousa pede que a deixem chorar e os nossos famosos andaram nas compras na inauguração do novo espaço H&M. Siza Vieira exporta arquitectura lusa para a China e Fado de Mariza conquista prémio internacional.

 

Cá por casa as filhas voltaram ao ninho e o filho voltou para a universidade, as aulas começam para a semana e coach que é coach tem tudo organizado atempadamente. Cá por casa temos tudo pronto para uma entrada triunfal nas novas rotinas. A única coisa que ainda não voltou ao normal foi o meu cabelo. Sempre que olho com mais atenção sei que poderia viver nos anos 80 que ninguém iria olhar para mim com estranheza. O tempo anda temperamental e temo que esta humidade excessiva me encolha a roupa de Outono. Nos últimos tempos reforcei a ideia de que o trabalho e o sucesso estão alinhados, muito alinhados. Reinventam-se horários, estratégias e vontades, muitas vontades.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

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