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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Outubro - Sessões Presenciais em Leiria

 

A vida não é feita apenas de trabalho ou carreira. Importante apostar no equilíbrio no que toca a romance, questões de dinheiro ou saúde e relacionamentos em sociedade. Para atingires os objectivos e o sucesso que pretendes irás enfrentar desafios e obstáculos pela frente. O teu coach vai apoiar-te e motivar-te mas também capacitar-te e desafiar-te, através de técnicas de coaching, ensinando-te a ultrapassar os desafios e a delineares alternativas e soluções para que tenhas os resultados que pretendes.

 

São poucos aqueles que não procuram apoio e opiniões dos que lhes são mais próximos. No entanto, este apoio pode levar a julgamentos e a opiniões pouco isentas. O coach ajuda-te sem te julgar ou sem fazer juízos de valor. Apenas serve para te apoiar e ajudar a direccionar-te no caminho certo para que possas atingir os teus objectivos, estando ao teu lado nos bons e maus momentos.

 

O sucesso não aparece apenas. Para teres o sucesso que queres ter é necessário teres iniciativa e entrares em acção.

 

Para marcações e mais informações: martaleal@outlook.pt

Cá por casa

 

Lá por fora temos notícias da execução de um jornalista e de seguida temos a contra notícia que poderá ter sido tudo encenado. Baralha-se um mundo onde o pensar já é muito pouco . De seguida temos desfile de prisioneiros na Rússia o que segundo o Governo não foi de modo algum humilhante. Cá por casa fiquei com a sensação de que estava a assistir a um qualquer documentário sobre uma época em que os direitos humanos não eram respeitados. Lá por fora terminamos em grande com a notícia de que a uma das minhas séries preferidas (uma família muito moderna) ganhou 3 Emmys. Resta-me dar os parabéns a quem me tem feito rir tanto.

 

Cá por dentro o Novo Banco começou já com publicidade apelando á confiança dos seus clientes. Depois de uma destas não sei se alguém pode confiar seja no que for. É por estas e por outras que eu continuo cliente CGD. José António Saraiva escreve um artigo sobre Emídio Rangel que me deu volta ao estômago. Somos todos livres de dar opiniões mas somos todos responsáveis por aquilo que dizemos publicamente. Feio muito feio denegrir a imagem de alguém contando confidencialidades e conversas de amigos.  Cascais esteve ao rubro com os confrontos no concerto de Anselmo Ralph. Diz quem lá esteve que o moço teve uma postura muito coerente e que procurou acalmar os ânimos. Conta-se que o governo quer continuar a aumentar os impostos quero acreditar que estamos a viver num mundo encantado onde vencem as bruxas más e perdem as gatas borralheiras.

 

Cá por casa a filha mais nova está de férias com o pai, a do meio continua na apanha da pera e o mais velho continua por cá. Os dias cheiram e parecem de Outono até porque a Oeste já temos dias com chuva. Desde que vim de férias que tenho a sensação de que o trabalho é constante e que o número de horas que me dedico ao que gosto tem vindo a aumentar. O penteado novo já está mais aceite, embora não totalmente. Os elogios foram tantos que acabei por me render às evidências.  Por aqui gosto de um mundo que é muito meu pela serenidade, verdade e aceitação. Por vezes perco-me das letras a favor de um dia-a-dia de inspiração. Nesses momentos obrigo-me a escrever tal como me obrigaria a comer se o deixasse de o fazer. A comida alimenta-me o corpo mas a escrita alimenta-me a alma.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

 

Como se faz para não sentir saudades?

Não estou em mim de tão contente. Sinto-me leve, feliz. Tão feliz que me apetece beijar e abraçar toda a gente. Nada fazia prever este desfecho quando acordei hoje de manhã. Vaguei pela casa sem qualquer tipo de planos. Decidi-me por um pequeno-almoço no meu jardim preferido. Saí e fiz o caminho que sempre faço.

 

 Distraio-me a olhar para o lado e quando dou por isso bato no carro da frente. Saio do carro cheia de culpas. Ele sai também com um ar calmíssimo. Peço desculpa e viro-me para ir buscar os documentos. Sorri-me, diz que não tem problema. Pergunta-me se me recordo dele. Faço um esforço e não me recordo.  Peço desculpa digo que não me lembro mesmo nada. Insisto que deve estar a fazer confusão com outra pessoa qualquer.

 

Diz-me que não. Recorda-me o último dia de mãe, uma loja, uma criança e a necessidade de comprar um presente. Recordo-me agora recordo-me mas não dele. Recordo-me da situação mas não da cara. Os carros apitam atrás de nós fazendo-nos voltar à realidade. Propõe-me estacionarmos onde não incomodamos e convence-me a tomar um café para tratarmos de tudo.

 

Ainda estou impressionada com o facto de se recordar de tantos pormenores do dia em que n os cruzámos. Eu sou sincera continuo a afirmar que me lembro da cara do filho mas não da dele. Ele sorri diz que me vai levar a mal que já não bastava estragar-lhe o carro como afirmar que não me recordo da sua cara.  A conversa corre sem parar.  Perdemo-nos no tempo e no espaço. Sinto-me sozinha ali com ele como se de repente tudo o resto desaparecesse e deixasse de ter importância.

 

Despedimo-nos depois de horas de conversa que nem um nem outro queriam que terminasse. Liga-me mal entro no carro. Faço o caminho para casa sempre a conversar com ele e aqui estou eu a sonhar com alguém que um dia se cruzou comigo e que não me esqueceu. Aqui estou eu a sorrir por aquele rosto que vi mas não retive da primeira vez que encontrei.  

 

Acabou de me enviar uma mensagem que diz  “como se faz para não sentir saudades?”. Eu derreto-me. Estranho, derreto-me por alguém que acabei de conhecer.

 

Não posso acreditar no que aconteceu. Saio de casa para comprar o jornal. Ando uns 100 metros e eis que me batem por trás. Mal a vi sair do carro reconheci-a logo. Nunca a esqueci não pela beleza ou pela forma como vestia. Mas nunca a esqueci pela disponibilidade, a paciência e o carinho com que tratou o Afonso. Ele desesperava comigo porque queria comprar um presente especial á mãe. Eu já lhe tinha proposto mil e umas ideias. Ela estava perto de nós quando eu o tentava convencer a comprar uma planta. Passou a mão pela cabeça do Afonso e perguntou se podia ajudar. Ele deu-lhe a mão e arrastou-a por várias lojas do Centro Comercial.

 

No final agradeci-lhe ela respondeu-me que não tinha importância. Que o que interessava era o Afonso ter saído dali com o presente ideal. Pareceu-me triste mas amável.  O Afonso adorou-a. Lembro-me de me ter dito qualquer coisa como “uma namorada destas é que tu precisas”. Ri-me mas o que é certo é que nunca mais a esqueci.

 

Hoje conversámos durante horas. De inicio tive medo que voltasse a desaparecer mas depois percebi que estava tão confortável como eu. Enquanto os meus pensamentos correm a minha vontade de estar com ela aumenta. Não resisti a mandar-lhe uma mensagem correndo o risco de me tornar demasiado persistente.

 

Temo que não responda. Esperem, o telefone apitou é ela a resposta chegou “O melhor modo de não sentir saudades é nunca nos separarmos daquilo que gostamos”

Cá Por Casa

Os vestidos e as camisas de verão voltaram a encolher. Acredito que seja do mau tempo que se tem vido a sentir na zona oeste até porque a neblina matinal tem sido uma constante. Existe quem insista a colocar a culpa sobre as bolas de berlim com leite condensado que eu gosto de comer. Eu, continuo a pensar que a responsabilidade é do tempo, sempre do tempo.

 

Há muitos anos que não tinha uma cor tão pálida e uma vontade tão grande fazer praia. Por aqui continua-se a investir em bases e afins. Se isto continuar pondero enviar as contas ao S. Pedro. Sim porque o seu a seu dono.

 

Por aqui desacelerámos um pouco mas continuamos a trabalhar oscilando entre o tempo que se dedica á família e aquele que se dedica á motivação. Os pintos regressaram todos ao ninho e mãe galinha parece um galo emproado. Por falar em filhos consta que a  filha do meio  treme sempre que é publicado  mais um cá por casa não vá eu escrever algum disparate. 

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Cá por casa

 


Cá por casa e em jeito de balanço posso dizer que o primeiro semestre do ano foi fantástico no que diz respeito a concretizações e realizações pessoais e por essas e por outras razões estes ano muda-se o padrão das férias e fica-se por mais perto. Feitas as contas torna-se desafiante conseguirmos estar todos disponíveis nas mesmas datas. Muda-se o hábito e entra-se na diversidade.

 

Por falar em diversidade gosto da dinâmica que a minha família possui. Os risos e os sorrisos e a simplicidade dos momentos é forte é muito forte. Entre desafios e abraços o mundo é muito melhor quando sentimos que somos amados. Gosto especialmente daquilo que somos enquanto seres. Cá por casa encontrámos uma gata perto do motor do carro. O impressionante é a forma como te podes ligar a um ser que mal conheces. É nestes casos que eu reforço a minha incredulidade perante quem maltrata, quem abandona ou quem simplesmente abandona. A Mel já foi entregue a uma família que foi de tal forma interrogada que a certo momento se devem ter assustado a pensar que tinham vindo buscar um dos meus filhos. Desolada, senti-me desolada com a partida da bichana.

 

Os corações moles têm destas coisas. Mas o que é um facto é que gosto. Gosto mesmo da capacidade de amar e de sobrevivência que estes animais têm.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

 

Cá por casa

Cá por casa costumo  dizer aos meus queridos clientes que devem anotar todas as ideias que têm, que devem aproveitar tudo o que lhes passe pela cabeça e registar. "Um dia vai-vos fazer falta e poder-vos-á fazer sentido". Digo e acredito mesmo até porque eu costumo praticar aquilo que falo. O único senão é que a minha tempestade de ideias surge quase sempre no momento do banho e passado alguns minutos é natural que me esqueça. A ultima decisão tomada é levar caderninho para a casa de banho.

 

Por falar em estratégias ando a ponderar começar a ser eu a cozinhar. Afinal de contas se não tenho jeitinho nenhum para a coisa pode ser que coma menos e os efeitos nefastos não se façam sentir. Percebam que não tem a ver comigo tem a ver com o desperdidico de roupa, apenas com o desperdicio de roupa.

 

Cá por casa na volta não vos deveria contar estas coisas porque afinal de contas deveria ser  um exemplo da perfeição porque coach que é coach não deve falhar.Se calhar podia fazer diferente mas se o fizesse não seria a mesma coisa.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher e sobretudo eu mesma.

 

 

O Mandarim e o Alfaiate

"Um dia um homem recebeu a notícia de que acabara de ser nomeado mandarim.

Ficou tão eufórico que quase não se conteve.

- Serei um grande homem agora - disse a um amigo. - Preciso de roupas novas imediatamente, roupas que façam jus à minha nova posição na vida.

- Conheço o alfaiate perfeito para você - replicou o amigo. - É um velho sábio que sabe dar a cada cliente o corte perfeito. Vou lhe dar o endereço.

E o novo mandarim foi ao alfaiate, que cuidadosamente tirou suas medidas. Depois de guardar a fita métrica, o homem disse:

- Há mais uma informação que preciso Ter. Há quanto tempo o senhor é mandarim?

- Ora, o que isso tem a ver com a medida do meu manto? - perguntou o cliente surpreso.

- Não posso fazê-lo sem obter essa informação, senhor. É que mandarim recém-nomeado fica tão deslumbrado com o cargo que mantém a cabeça altiva, ergue o nariz e estufa o peito. Assim sendo, tenho que fazer a parte da frente maior que a parte de trás. Anos mais tarde, quando está ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos da experiência o tornam sensato, e ele olha adiante para ver o que vem em sua direção e o que precisa ser feito a seguir, aí então eu costuro o manto de modo que a parte da frente e a de trás tenham o mesmo comprimento. E mais tarde, depois que seu corpo está curvado pela idade e pelos anos de trabalho cansativo, sem mencionar a humildade adquirida através de uma vida de esforços, então faço o manto de forma que as costas fiquem mais longas que a frente.

"Portanto, tenho que saber há quanto tempo o senhor está no cargo para que a roupa lhe assente apropriadamente."

O novo mandarim saiu da loja pensando menos no manto e mais no motivo que levara seu amigo a mandá-lo procurar exatamente aquele alfaiate."

 

Do livro: O Livro das Virtudes II 

O Compasso Moral (pág. 650/651) William J. Bennett - Editora Nova Fronteira

O Monge e os dois turistas

 

No alto do planalto do Tibete, um turista encontra um monge Zen e pergunta-lhe: "Diga-me como é a cidade de onde você vem?"

O monge responde:

"Como era aquela que você acabou de deixar?"

"Ts'ien-fo-Tang? Muitos vestígios belos do passado, mas com pessoas sujas, feias, pouco hospitaleiras e malcheirosas."

"Muito bem! se você está indo para Touen-Houang, infelizmente acho que você também vai encontrar pessoas sujas, malcheirosas e pouco hospitaleiras e que fedem a cinqüenta metros de distância."

Ao chegar perto de Ts'ien-fo-Tang o monge encontra no caminho outro turista que lhe faz a seguinte pergunta:

"O senhor, tão sábio e culto, deve conhecer a cidade de Touen-Houang?"

"É a cidade de onde eu venho", respondeu o monge.

" E como são as pessoas de lá?"

"Como são aquelas da cidade que você acaba de sair?", pergunta o monge.

"Maravilhosas, muito delicadas...Foi difícil sair da cidade para continuar a minha viagem."

"Ah! Aqueles da próxima cidade de Touen-Houang vão parecer ainda mais maravilhosos. Boa viagem e que Deus o acompanhe para todo o sempre!", respondeu o monge.

Do livro: Aprenda a Liderar com a Programação Neurolingüística 

Pierre Longin -Qualitymark Editora

Mentoring de Vida

 

Mentoring e coaching são duas actividades que estão relacionadas. A diferença está em que no Mentoring o profissional já pode dar conselhos ou soluções para resolução dos problemas específicos do teu dia-a-dia.

 

mentoring é um processo que não tem um tempo estabelecido para o seu fim enquanto o coaching é um processo com princípio, meio e fim.

Porque muitas vezes queremos avançar e não sabemos por onde começar. Porque muitas vezes sentimo-nos demasiado sozinhos para seguirmos em frente.

 

Então, o que é mentoring ?

 

Mentoring é uma relação baseada na confiança. Ele oferece-te suporte e ferramentas objetivas e conselhos para facilitar o teu desenvolvimento pessoal. Ter um mentor pode ser um dos relacionamentos mais poderosos do desenvolvimento de uma pessoa podendo ser uma das razões para que te sintas bem e encontres o teu caminho.

 

O valor do mentoring?

 

Ajuda a que aprendas a liderar a tua vida.

 

 

Como podemos funcionar os dois?  Conta-me o que queres e definimos um plano. Seduz-te? Manda-me um  email ( martaleal@outlook.pt) a perguntar mais pormenores e não te esqueças de teres um dia fora de série. E, se a tua mente já te está a dizer que pode ser muito caro porque não te atreves e confirmas?

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