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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

E-mail Coaching

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O e-mail coaching é uma forma flexível, fácil de usar e muito acessível para todos os clientes. Este serviço está disponível como um apoio adicional ao coaching telefone / Skype ou como um serviço autónomo.

 

Vantagens do E-mail Coaching :

  • Ideal para aqueles que preferem escrever do que falar e como a escrita é uma forma de terapia adaptamos aqui o útil ao agradável;
  • Um e-mail pode ser enviado a qualquer hora e eu comprometo-me a responder no máximo até 48 horas depois;
  • Ideal para quem gosta de ver e rever o que escreve e o que pensa;
  • Os e-mails ficam guardados e sempre acessíveis. Óptimo para quem gosta de relembrar de modo a perceber a evolução que teve e tem.
  • Muito fácil de usar e assim acabam-se as desculpas.

 

Atenção:

  • Cada resposta minha é personalizada e adaptada ao contexto e ás necessidades do cliente;
  • Todas as respostas vão incluir exercícios e/ou sugestões de leitura/visionamento;
  • Todas as perguntas têm uma resposta.


Este trabalho envolve compromisso, acção e envolvimento entre os dois: Coach e Coachee e está sujeito a um acordo entre os dois que será assinado no início dos trabalhos.

 

Planeamento:

 

1) Definição das suas necessidades;

2) Identificação de pontos fortes e talentos;

3) Identificação de esperanças e sonhos;

4) identificação de necessidades e pontos fortes;

5) transformação de sonhos em objectivos;

6) Elaboração de um Plano de Vida.


Este trabalho envolve compromisso, acção e envolvimento entre os dois: Coach e Coachee e está sujeito a um acordo entre os dois que será assinado no início dos trabalhos.

 

Se este serviço  não lhe servir a si lembre-se daqueles que o rodeiam e que podem precisar. O mundo fica mais bonito quando damos e recebemos!

 

 

 

 

 

Sessão Grátis de Coaching/Mentoring

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Escreve uma frase sobre o que entendes que seja o coaching ou o mentoring e candidata-te a uma sessão  por skype grátis

As sessões têm a duração de uma hora. O não comparecer à sessão marcada implica a anulação da oferta.

Mais informações contacta-me: (martaleal@outlook.pt)

 

Experimenta! agora já só depende de ti.

Fale-se de construir em vez de se falar em destruir

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Falam-me de razões para acreditar e a minha imaginação remete-me, imediatamente, para uma história de amor. Os que me conhecem já sabem que sou uma romântica. Os que acabaram de chegar ficam desde já a saber que me derreto com finais felizes. Sou lamechas é verdade. Sou lamechas e mimada. Uma combinação que aos 46 anos se pode tornar problemática. Mas paremos de falar de mim, e avancemos para falar de razões para acreditar.

 

Para falar do amor teria de falar do desamor, para falar de encontros teria de escrever sobre desencontros, para falar de vitórias teria de falar de derrotas. Depois tinha de falar de trocas de olhares e de beijos mais ou menos melados. Com um bocado de sorte os gemidos faziam-se ouvir e os defensores da moral e bons costumes podiam manifestar-se. Perdoem-me e permitam-me que vos diga que não me apetece. Hoje não me apetece escrever uma história de amor. Desenganem-se aqueles que acabaram de pensar em mim como mal-amada ou outro qualquer estereótipo de mulheres que não acreditam no amor. Acredito. É verdade! Acredito cada vez mais naquele tipo de amor incondicional onde o dar é mais importante do que receber, onde o ser é mais importante que o ter e onde o estar é mais importante do que o ir a qualquer lado.

 

Afastei-me do tema para falar um pouco de mim. O momento foi egocêntrico mas justifica-se uma vez que a historia não sendo sobre mim é minha. Gosto de comandar a história tal como gosto de liderar a minha vida. Dizia eu que tomada a decisão de não escrever o amor .Decido escrever sobre o sorrir, o avançar, o lutar e o não desistir. Nada de sorrisos amarelos, avanços timidos ou lutas corpo a corpo. Falamos apenas de vida e dos conceitos que a constituem.

 

Avanço para a história sem ter personagens principais. Defendo a igualdade da diferença e a diferença na igualdade. Defino palcos de vida e grandes planos de altos e baixos. Faço com que as letras se envolvam em projectos e  alcançancem resultados. No guião coloco principalmente imperfeição. Gosto daquele tipo de imperfeição que nos faz perceber que somos apenas humanos. Falhamos, uma e outra e outra vez. Felizes dos que avançam no erro. Felizes dos que não se importam de voltar a tentar.

 

Paro. Reflicto e decido-me a mudar de rumo novamente. Nas letras entenda-se. Porque na vida apetece-me continuar assim. Falemos então de razões para acreditar quando todos se tornaram incrédulos. Difícil o tema nos tempos que correm. Fale-se das posturas diferentes sobre diferentes situações. Fale-se daqueles que lutam sem desistir e que não perdem o sorriso. Fale-se dos que arriscam, avançam e vencem. Fale-se de tantos que perante as adversidades crescem interiormente e não baixam os braços.

 

Fale-se dos que sorriem a estranhos na rua. Dos que de ideias antecipadamente designadas idiotas constroem impérios, dos que se lembram de quem foram e ajudam quem quer ser. Fale-se dos que mudam o seu mundo e sem dar por isso mudam o mundo de tantos outros. Fale-se daqueles que também choram com a certeza de que amanhã vão sorrir. Fale-se dos que sabem dar de coração cheio e dos que recebem de coração aberto.

 

Fale-se do Homem comum que não desiste, não desanima, ultrapassa desafios e sorri nos piores momentos. Fale-se daqueles que com pouco ajudam os que tem menos. Fale-se dos que já choraram e ajudam quem hoje chora. Fale-se de solidariedade, de voluntariado, de dádiva e de gratidão. Fale-se de um mundo onde mais que termos, somos.

 

Fale-se do que quiser mas fala-se de  construir em vez de se falar em destruir. Fale-se em correcções em vez de se falar em revoluções. Fale-se de vencer em vez de se falar de medos. Fale-se de agir em vez de se falar em reagir. Fale-se, escreva-se, acredite-se e sorria-se porque só assim faz sentido.

Confundem-se as vontades dos outros com as nossas

 

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Confunde-se e por vezes confundem-me aqueles que insistem em se afirmar num estar diferente. Confundem-me os que chocam, provocam, e insistem em zangar-se com o mundo porque não os aceitam. Acredito que se zangam com eles próprios em busca de uma aceitação interior.

 

Zangamo-nos muito e apaziguamo-nos pouco. Mais fácil gritar do que pedir desculpa. Mais fácil julgar do que analisar. Mais fácil esperar do que avançar. Mais fácil falar do que escutar.  Tão fácil julgar.

 

Acredito que não há melhor forma de viver do que sermos nós mesmos. Avançarmos pela vida confiantes no que somos, no que queremos apenas porque gostamos de o ser.

 

Confundem-se as vontades dos outros com as nossas. Confundem-se as nossas vontades com as vontades dos outros. No final, somos o que querem que sejamos e esquecemo-nos do que um dia quisemos ser.

Alheamo-nos dos conteúdos e embriagamo-nos de formas

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Aproximamo-nos do que nos é simpático e afastamo-nos do que nos incomoda. Sentimo-nos atraídos pela beleza das formas sem qualquer análise de conteúdo. Permitimo-nos embriagarmo-nos pelas cores, texturas, cheiros e silhuetas. Embriagamo-nos num contexto leve sem nos permitirmos ir mais longe.

 

Fala-se de relações como se poderia falar de obras de arte. Fala-se da brevidade das relações. Fala-se de um descartar constante do que incomoda. Perdem-se capacidades de envolvimentos mais profundos, perdem-se capacidades de olharmos para o que somos porque nos focamos no que parecemos ser.

 

Encare-se as pessoas como obras de arte. Atribua-se-lhes forma e conteúdo. Acrescente-lhes espiritualidade de autor e percebemos que tal como uma obra de arte todos somos necessariamente incomodativos ou apelativos, todos acabamos por provocar sentimentos de amor ou ódio, de atracção ou de repúdio, de querer ou não querer, de amor ou desamor, de gostar ou não gostar, de erros e acertos, de verdade  e de mentira, de ilusão e desilusão.

 

Encare-se as pessoas como obras de arte e perceba-se que não somos mais que a soma de uma forma com um conteúdo. Encare-se as pessoas como obras de arte e percebemos que não passamos de  pinceladas de sentimentos envolvidas por molduras de emoções onde as vivencias se tornam escultoras de almas. Encare-se as pessoas como obras de arte e perceba-se  que fomos encantadoramente misturados naquilo que nos torna únicos.

 

Contos de Encontros e Desencontros

Era domingo um daqueles típicos de Inverno. Um dia triste que acaba com noite cerrada coberta de um nevoeiro intenso. Regresso a casa cansada e percorro a rua deserta. Caminho com passo apressado, o frio corta-me a respiração e eu só quero chegar a casa. Vejo um vulto a caminhar na minha direcção. A princípio não me assusto agora que penso nisso é engraçado que passos atrás de nós podem gerar o pânico e passos à nossa frente não nos perturbam. Vejo-o cada vez mais perto reparo que se enrola num cobertor e se tenta proteger do frio como pode. Um sem abrigo penso para mim mesma. Passamos lado a lado sem que os olhares se cruzem eu por receio ele talvez por vergonha.

 

O Joãozinho saltita à minha frente. Adora correr entre as poças de água. E, quando me apanha distraída salta de propósito para o meio delas. Faço que não vejo afinal de contas lembro-me do prazer que me dava fazer o mesmo quando tinha a idade dele. Afasta-se mais do que é costume, o meu coração acelera quando o vejo perto da estrada. Ouço um carro a descer a rua, largo os sacos e corro em direcção a ele. O coração bate acelerado, o corpo responde mas a voz não sai. Ele saltita no meio da estrada alheio ao perigo e ao que o rodeia. O carro aproxima-se, ouço o chiar de travões e vejo-o saltar e tirar o Joãozinho da estrada por uma fracção de segundos. Corro até eles. Abraço-me ao meu filho, não consigo suster as lágrimas. Olho para lhe agradecer mas ele já não está lá. Procuro-o no grupo de pessoas que se juntou à minha volta, vejo-o na esquina a espreitar assustado. Sorriu-lhe e digo obrigada muito baixinho. Ele sorri, acena e afasta-se.

 

Procuro-o durante semanas. Contacto com instituições, faço perguntas mas ninguém tem conhecimento de nenhum sem abrigo que pare por aquelas paragens. Preciso de lhe agradecer, preciso de o encontrar, preciso de retribuir o que fez por mim. O tempo passa mas não me faz esquecer. Nunca se esquece o que fazem pelos nosso filhos. E eu não esqueço que um dia aquele homem salvou a vida do Joãozinho.

 

Chega o verão e com ele a vontade de vaguear pelas esplanadas quando a noite acontece. O tempo convida a aproveitar ao máximo o dia quase como se não quiséssemos que ele acabasse. Estou concentrada na conversa que mantenho com os amigos, nas gargalhadas e na boa disposição. As crianças brincam por ali perto e enquanto os observo vejo-o caminhar para perto de nós. Levanto-me feliz por o ter reencontrado. Sinto uma divida de vida para com ele.

 

Aproximo-me, pergunto-lhe se se lembra de mim. Começo a explicar-lhe quem sou e ele responde que não é preciso. Conta-me que me conhece desde sempre. Diz que embora não andássemos nas mesmas turmas frequentamos as mesmas escolas. Fala-me de amigos de infância em comum. Fala-me de festas e espectáculos onde estivemos juntos. Faço um esforço mas não me recordo. Procuro-lhe no rosto sujo e cansado alguma referencia que me faça recordar. Culpabilizo-me e ele percebe. Diz que não tem importância que seguimos caminhos diferentes. Eu fui pelo certo ele pelo errado. Pergunta-me se me lembro desta ou daquela situação. Diz-me quem são os pais. Fico boquiaberta agora sim agora sei quem ele é. Lembro-me de ser uma miúda e babar quando ele passava. Aliás lembro-me de todas suspirarmos só por um sorriso, uma atenção daquele rapaz lindo.

 

Pergunto-lhe o que aconteceu. Explica-me que uma coisa levou à outra. Conta-me como se meteu nas drogas. As mentiras para ele próprio de que ia sair, de que não era viciado. As mentiras para os outros, o desespero para arranjar dinheiro para o vicio e todo um sem numero de situações que levaram todos à exaustão. A opção de viver na rua e o hábito que criou. Pergunto-lhe se continua tudo igual. Diz-me que não que o vício morreu há muitos anos. Mas que ninguém confiava nele para lhe dar uma oportunidade. Diz que errou e que está a pagar por isso.

 

Sinto-me angustiada e impotente perante uma situação destas. Digo-lhe que vou tentar ajudar. Digo-lhe que vou falar com pessoas. Responde-me que não vale a pena que já não sabe viver de outro modo. Diz que gostou de falar comigo que há muito tempo que não falava com ninguém. Vira-me as costas e eu chamo-o. Vira-se e sorri “afinal lembras-te do meu nome” diz-me. Pergunto-lhe se posso fazer alguma coisa por ele. Diz-me que a única coisa que posso fazer por ele é sorrir-lhe sempre que o encontrar.

 

Eu fico a vê-lo a afastar-se. Vestido com roupas remendadas, ombros descaídos e cabelo descuidado. Caminha vagarosamente como se arrastasse uma multidão atrás dele. Penso na ironia do destino e no facto daquele rapaz de quem eu ansiava um sorriso se ter tornado num homem que só pede a alguém que lhe sorria.

 

Somos as escolhas e os caminhos que decidimos fazer!

 

Marta Leal

Entre o estudo e a vontade!

Entre o estudo e a vontade fica a motivação para o fazer. Não basta sabermos que devemos fazer temos de estar motivados para o fazer. Mais do que motivados acredito que há dias em que necessitamos de inspiração para seguir em frente. Acredito, do mesmo modo, que com alguma organização podemos obter melhores resultados e mais motivação para o passo seguinte.

 

Já definiste os teus objectivos para este ano escolar? 

 

Pessoas Comuns - Vidas Inspiradoras

Megan Smith / Flickr / xolowercaseyou

 

Megan Smith – Antes: Desiludida após o fim do relacionamento. Agora: Descobriu a alegria da vida

 

O fim de um relacionamento muitas vezes é motivo de tristeza e de falta de confiança. Para Megan foi diferente: ela aproveitou essa situação e lançou-se cheia de coragem numa grande aventura que dura até hoje.

 

Queres saber mais detalhes e sentires-te inspirad@?  http://www.meganotravels.com/

 

Eaí ? Pronto para sair da inércia começar a sua aventura?

Vence

 

Muitas vezes perguntamos porque é que ele consegue e eu não? Porque é que ele chegou onde chegou e eu nem cheguei a partir? Porque é que uns vencem, outros ficam no caminho e outros nem sequer chegam a partir?

 

Tudo isto depende da motivação e da inspiração que precisamos para entrarmos em acção. Acredito que para te tornares um vencedor precises:

 

De Amor:

Fazer por amor em vez de fazeres por dinheiro. Quando se faz por amor os níveis de motivação e inspiração são muito mais elevados do que quando fazes apenas por dinheiro.

 

Faz por amor e o dinheiro vem por acréscimo.

 

De Trabalho:

Trabalha, trabalha e trabalha. Trabalha muito e lembra-te que te deves divertir enquanto o fazes. As pessoas mais bem-sucedidas têm muito prazer naquilo que fazem.

 

De seres o Melhor:

Não basta esforçares-te para seres muito bom. Deves dedicar-te e trabalhares para seres a melhor pessoa na área que queres desenvolver.

 

De muito Foco:

Não percas o foco do que queres. Foca-te nos objectivos e resolve os obstáculos.

 

De Esforço:

Procura diariamente fazer mais e melhor mesmo nos dias em que não te apetecer fazer nada.

 

Serviço ao Outro:

Lembra-te que uma das magias da vida é poderes fazer algo por alguém diariamente.

 

De nuitas Soluções:

Procura, cria, ouve, escuta, lê, vê, inventa, faz ligações e não rejeites nenhuma ideia que tenhas. Faz isto frequentemente.

 

Resiliência:

Combate a derrota, os medos, as falhas e os nãos. Persiste e insiste naquilo que sabes que queres.

 

E como diz Robin Sharma é fácil mas não significa que seja simples.

Pessoas Comuns - Inspiração e Motivação

 

 

Kate Hall

 

 

 

Kate Hall – Antes: Depressiva. Agora: Sem depressão e cheia de vida.

 

Um certo dia Kate Hall disse ao seu namorado  que tinham de deixar o Reino Unido porque o seu coração estava dizer para o fazer.  Nessa altura Kate  pensou: A vida não deve ser tão difícil.  E estava certa!

 

Já passaram dois anos e Kate curou uma depressão que já durava 5 anos, começou a sua vida de trabalho autonomo e tem viajado pelo mundo. Quando lhe perguntam  sobre as suas viagens, Kate afirma: “Às vezes,  precisas de dar esse salto de fé e seguir o teu coração”.

 

Para acompanhares a  Kate http://thelotuscreative.com/