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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Parentalidade Positiva - Cuidar e amar são duas faces da mesma moeda

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Todos os dias abraço as minhas filhas e digo que as adoro. Ao filho também mas para esse o abraço, neste momento, é mais virtual devido à distância. Gosto. Gosto de perceber que cuidar e amar são duas faces da mesma moeda.

 

É muito importante que todas as crianças tenham pais/mães que lhes proporcionem as necessidades básicas de sobrevivência e saúde. É da mesma forma importante que lhes seja proporcionado um mundo organizado onde impere, um mundo de afectos, a confiança e a segurança.

 

O exercício das funções de parentalidade depende de um conjunto de factores onde se podem inserir a historia de vida, personalidade e recursos dos progenitores; as características da criança, a relação entre os pais, o contexto e o suporte social existente, os recursos sócio-cognitivos (atitudes, expectativas e crenças) bem como estilos e práticas parentais.

 

Pais e mães positivos cuidam, capacitam, guiam e reconhecem as crianças como indivíduos no pleno gozo  dos seus direitos. As crianças fazem melhor quando os seus pais/mães:

 

  • São carinhosos e protectores;

  • Passam tempo de qualidade com eles;

  • Tentam compreender as suas experiências de vida e de comportamento;

  • Explicam as regras que eles devem respeitar;

  • Elogiam o bom comportamento;

  • Reagem a um mau comportamento com  um castigo não-violento em alternativa a uma punição severa.

 

O Próximo workshop "Educar Crianças Felizes"será dia 22 de Novembro em Leiria. 

 

Para marcações e alguma dúvida que queiras esclarecer contacta-me através do site ou do e-mail: martaleal@outlook.pt

Descobre a tua missão de vida!

 

 

Descobrir a nossa missão de vida é descobrir a nossa essência, o nosso dom ou como alguns dizem a nossa razão de ser.  Descobrir a nossa missão de vida é transformar o cinzento em cor e a dor em amor.

 

1) O que sentes que está incompleto na tua vida?

 

2) O que gostarias de aprender?

 

3) O que farias se ganhasses o euro milhões?

 

4) O que farias se só tivesses 6 meses de vida?

 

Responde a essas questões com toda a honestidade como se não existisse qualquer condicionante.

Fácil não é?

 

Cá por casa

 

Cá por casa o ritmo está aliado ao tempo ou bem que não tenho tempo para nada ou bem que me sobra tempo para o que mais quero. Acredito que o segredo esteja na escolha de prioridades e na organização atempada. "Prepara-te e não és apanhada desprevenida" é o meu lema. Prepara-te e vais ver  que o tempo é aquilo que quiseres.

 

Cá por casa definimos onde fazia sentido continuar e o que fazia sentido deixar. Alinham-se vontades e focamo-nos casa vez mais naquilo que nos faz feliz.  As risadas das filhas batem qualquer desafio diário, os ronrons dos gatos qualquer duvida que surja e as conversas das amigas qualquer desconforto aparente.

 

Reparo que quantos mais anos passam mais serena me sinto como mãe, como mulher, mas sobretudo como eu mesma. 

 

 

A Fortuna e o Sem-Abrigo

Era uma vez um sem-abrigo que tinha por hábito bater às portas a pedir alguns euros para comprar comida. Queixava-se da vida e afirmava que as pessoas que tinham dinheiro nunca estavam nada satisfeitas.

- Por exemplo, o dono desta casa - disse - , eu conheço-o muito bem. Sempre foi bom nos negócios e, há muito tempo, ficou imensamente rico. Foi pena não ter a sabedoria de parar por ali. Podia ter transferido os negócios para outra pessoa e passar o resto da vida a não fazer nada. Mas, em vez disso, o que foi que ele fez? Resolveu construir navios para negociar com países estrangeiros. Pensou que ia ganhar milhões.

"Mas caíram fortes tempestades. Os navios naufragaram e toda a sua riqueza foi engolida pelas ondas. Agora, todas as suas esperanças estão no fundo do mar, e a sua grande fortuna desapareceu, como se acordasse de um sonho."

"Há muitos casos como este. Os homens nunca ficam satisfeitos enquanto não conseguem ganhar o mundo inteiro!"

"Quanto a mim, se tivesse o suficiente para comer e  vestir, não ia querer mais nada!"

Neste momento, a Fortuna  vinha a  descer a rua e parou quando viu o sem-abrigo. Disse-lhe:

- Escute! Há muito tempo  que o quero ajudar. Segure na sua malinha enquanto eu despejo algumas moedas nela. Mas só faço isso com uma condição: o que ficar na mala será ouro puro, mas o que cair no chão transforma-se em pó. Compreende?

- Sim, sim, claro que compreendo - disse o sem-abrigo.

- Então tenha cuidado - disse a fortuna. – A sua mala está velha, é melhor não a encher muito.

O sem-abrigo estava tão contente que mal podia esperar. Abriu rapidamente a mala e uma enorme quantidade de moedas de ouro foi despejada lá dentro. A mala foi ficando muito pesada.

- Já é o bastante? - Perguntou a Fortuna.

- Ainda não.

- Mas a mala não está rebentar pelas costuras?

- Ainda não!

As mãos do sem-abrigo começaram a tremer. Ah, se pudesse guardar todas as moedas do mundo.

- Agora você já é o homem mais rico do mundo!

- Só mais umas moedas - disse o sem-abrigo - Só mais umas moedas.

- Pronto, já está cheia. A mala vai rebentar.

- Mas ainda aguenta mais, só mais algumas.

Ao cair mais uma moeda – a mala rebentou. O tesouro caiu ao chão e transformou-se em pó. A Fortuna desapareceu. Agora, o sem-abrigo só tinha uma mala vazia, ainda por cima rasgada de alto abaixo. Estava mais pobre do que antes.

Do livro: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral
William J. Bennett - Editora Nova Fronteira

Como fazes quando não tens vontade?

É muito frequente ouvir as pessoas dizerem que não têm vontade, que não lhes apetece fazer nada,  que se esqueceram do que querem ou então que já nem sabem o que lhes faz sentido. É muito frequente ouvir as pessoas dizerem que querem a mudança, que querem evoluir mas que dá trabalho, dá muito trabalho. Preguiça, muita preguiça!

 

Há dias em que a preguiça chega muito devagarinho, quase sem que nos  apercebamos. Instala-se de forma lânguida e convence-nos que é só hoje, apenas hoje. No entanto, ela vêm sempre para ficar, ronda-nos matreira e sussurra-nos que amanhã começamos. Quando nos apercebemos já passou tempo, tanto tempo que nos esquecemos do que queríamos e de quem somos.

 

Contraria-te. Agradece à preguiça e diz-lhe que não estás interessad@. Obriga-te a agir como te obrigarias a comer se deixasses de ter vontade o fazer.

 

Avança  e dá o primeiro passo e lembra-te que são os primeiros resultados que vão alimentar os resultados seguintes.

Como se faz para não sentir saudades?

Não estou em mim de tão contente. Sinto-me leve, feliz. Tão feliz que me apetece beijar e abraçar toda a gente. Nada fazia prever este desfecho quando acordei hoje de manhã. Vaguei pela casa sem qualquer tipo de planos. Decidi-me por um pequeno-almoço no meu jardim preferido. Saí e fiz o caminho que sempre faço.

 

 Distraio-me a olhar para o lado e quando dou por isso bato no carro da frente. Saio do carro cheia de culpas. Ele sai também com um ar calmíssimo. Peço desculpa e viro-me para ir buscar os documentos. Sorri-me, diz que não tem problema. Pergunta-me se me recordo dele. Faço um esforço e não me recordo.  Peço desculpa digo que não me lembro mesmo nada. Insisto que deve estar a fazer confusão com outra pessoa qualquer.

 

Diz-me que não. Recorda-me o último dia de mãe, uma loja, uma criança e a necessidade de comprar um presente. Recordo-me agora recordo-me mas não dele. Recordo-me da situação mas não da cara. Os carros apitam atrás de nós fazendo-nos voltar à realidade. Propõe-me estacionarmos onde não incomodamos e convence-me a tomar um café para tratarmos de tudo.

 

Ainda estou impressionada com o facto de se recordar de tantos pormenores do dia em que n os cruzámos. Eu sou sincera continuo a afirmar que me lembro da cara do filho mas não da dele. Ele sorri diz que me vai levar a mal que já não bastava estragar-lhe o carro como afirmar que não me recordo da sua cara.  A conversa corre sem parar.  Perdemo-nos no tempo e no espaço. Sinto-me sozinha ali com ele como se de repente tudo o resto desaparecesse e deixasse de ter importância.

 

Despedimo-nos depois de horas de conversa que nem um nem outro queriam que terminasse. Liga-me mal entro no carro. Faço o caminho para casa sempre a conversar com ele e aqui estou eu a sonhar com alguém que um dia se cruzou comigo e que não me esqueceu. Aqui estou eu a sorrir por aquele rosto que vi mas não retive da primeira vez que encontrei.  

 

Acabou de me enviar uma mensagem que diz  “como se faz para não sentir saudades?”. Eu derreto-me. Estranho, derreto-me por alguém que acabei de conhecer.

 

Não posso acreditar no que aconteceu. Saio de casa para comprar o jornal. Ando uns 100 metros e eis que me batem por trás. Mal a vi sair do carro reconheci-a logo. Nunca a esqueci não pela beleza ou pela forma como vestia. Mas nunca a esqueci pela disponibilidade, a paciência e o carinho com que tratou o Afonso. Ele desesperava comigo porque queria comprar um presente especial á mãe. Eu já lhe tinha proposto mil e umas ideias. Ela estava perto de nós quando eu o tentava convencer a comprar uma planta. Passou a mão pela cabeça do Afonso e perguntou se podia ajudar. Ele deu-lhe a mão e arrastou-a por várias lojas do Centro Comercial.

 

No final agradeci-lhe ela respondeu-me que não tinha importância. Que o que interessava era o Afonso ter saído dali com o presente ideal. Pareceu-me triste mas amável.  O Afonso adorou-a. Lembro-me de me ter dito qualquer coisa como “uma namorada destas é que tu precisas”. Ri-me mas o que é certo é que nunca mais a esqueci.

 

Hoje conversámos durante horas. De inicio tive medo que voltasse a desaparecer mas depois percebi que estava tão confortável como eu. Enquanto os meus pensamentos correm a minha vontade de estar com ela aumenta. Não resisti a mandar-lhe uma mensagem correndo o risco de me tornar demasiado persistente.

 

Temo que não responda. Esperem, o telefone apitou é ela a resposta chegou “O melhor modo de não sentir saudades é nunca nos separarmos daquilo que gostamos”

O que é que tenho de largar?

 

Dois monges budistas voltam do mosteiro depois de chover. Eles chegam a um rio cheio de água e em frente deles está uma senhora extremamente bonita com um quimono de seda delicado, angustiada porque ela não é capaz de atravessar o rio sozinha. Então, o monge mais velho pegou nela, carregou-a de forma segura até ao outro lado do rio e os dois monges continuaram o seu caminho em silêncio. Cinco horas depois, ao chegarem ao seu destino, o monge mais novo, literalmente fumegante, explode: “Como pudeste? Tocaste numa mulher! Tu sabes que não nos é permitido isso!” O monge mais velho responde: “Eu larguei-a à 5 horas atrás, mas tu ainda estás com ela atrás”.

O Monge e os dois turistas

 

No alto do planalto do Tibete, um turista encontra um monge Zen e pergunta-lhe: "Diga-me como é a cidade de onde você vem?"

O monge responde:

"Como era aquela que você acabou de deixar?"

"Ts'ien-fo-Tang? Muitos vestígios belos do passado, mas com pessoas sujas, feias, pouco hospitaleiras e malcheirosas."

"Muito bem! se você está indo para Touen-Houang, infelizmente acho que você também vai encontrar pessoas sujas, malcheirosas e pouco hospitaleiras e que fedem a cinqüenta metros de distância."

Ao chegar perto de Ts'ien-fo-Tang o monge encontra no caminho outro turista que lhe faz a seguinte pergunta:

"O senhor, tão sábio e culto, deve conhecer a cidade de Touen-Houang?"

"É a cidade de onde eu venho", respondeu o monge.

" E como são as pessoas de lá?"

"Como são aquelas da cidade que você acaba de sair?", pergunta o monge.

"Maravilhosas, muito delicadas...Foi difícil sair da cidade para continuar a minha viagem."

"Ah! Aqueles da próxima cidade de Touen-Houang vão parecer ainda mais maravilhosos. Boa viagem e que Deus o acompanhe para todo o sempre!", respondeu o monge.

Do livro: Aprenda a Liderar com a Programação Neurolingüística 

Pierre Longin -Qualitymark Editora

Pedir Ajuda

 

Há medida que crescemos existe uma tendência natural para não pedirmos ajuda. Queremos bastar-nos sozinhos, queremos fazer, queremos agir a todo o custo. Por vezes a todo custo e a custo de nada. Achamos que pedir ajuda é sinal de fraqueza, que falhámos algures no processo, que não temos as capacidades que devíamos ter. Pedir ajuda significa muitas vezes sentir vergonha por não se conseguir lidar com determinado desafio. Sofremos de orgulho, muito orgulho.

 

Mude-se a perspectiva e perceba-se que não só não sabemos tudo como não acertamos sempre. Pedir ajuda não é sinal de fraqueza mas sinal de inteligência. Pedir ajuda é perceber e aceitar uma incapacidade de lidar com determinada realidade e procurar uma solução para que a situação se altere. Se eu não sei fazer diferente quem me pode ajudar a faze-lo? Se eu não consigo sair de onde estou quem me pode ajudar a mexer? Quem me pode inspirar ao ponto de eu querer mudar? Quem me pode ajudar a dar o primeiro passo?

 

Entre o desafio e a solução muitas vezes temos um processo de aceitação, de autoconhecimento e de vontade de resolver. Já pensaste que quanto mais tempo estiveres para resolver maior fica o desafio? Já pensaste que quanto mais tempo demorares mais frustrado te vais sentir? Já pensaste que o mundo está á tua espera?

 

 

Fazer aos outros aquilo que quero que me façam a mim é uma delicia!!!

 

Fazer aos outros aquilo que gostaria que me fizessem a mim é uma frase bem presente na minha vida. Se quero que os meus filhos se comportem de determinada maneira então eu vou ter de me comportar dessa maneira. Se quero que os meus amigos me apoiem e valorizem então eu vou apoiar e valorizar. Se quero que os que estão á minha volta sorriam então eu vou sorrir e muito.

 

Se queres ser valorizado pelo trabalho que fazes valoriza aqueles que trabalham contigo. Se queres ser amado e mimado, ama e mima os outros. Se queres ajuda, ajuda quem sabes que precisa. Se queres respeito, respeita. Se queres que sejam, sê! Porque a única pessoa que podes mudar é a tua pessoa!

 

 

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