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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

A morte faz-me sempre repensar a vida!

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Uma das vantagens de avançarmos na idade é a serenidade com que encaramos as coisas e a aceitação do que antes era inaceitável. Amadurecer, ganhar rugas e entrar na "época" dos "entas" traz-nos muita certeza no que somos, no que que queremos e naquilo que estamos ou não dispostos a viver. Há quem diga que com a idade se perde força eu acredito que envelhecer nos torna mais fortes, na presença mas principalmente na ausência.

 

Envelhecer é também despedirmos-nos daqueles que vão partindo antes de nós. É lidar com a morte e somar perdas.  Falar de morte é sentirmos falta dos que se vão ausentando e revolta pelos que partem cedo de mais. Temos medo temos muito medo.  De um modo geral aceitamos a morte quando a consideramos natural, ou melhor, quando na vida seguimos o percurso natural que nos leva à morte. Essa é fácil. Essa é muito mais fácil de aceitar. Vivemos e morremos velhinhos já quando todos estão à espera que morramos.

 

Tramado é quando a morte se antecipa á vida que nos propomos viver. Tramado é quando a morte aparece sorrateira e num ápice nos retira peças que tinham tudo para continuar a jogar. Falar de morte faz-me sempre questionar a vida. Falar de morte faz-me sempre questionar caminhos, vontades e escolhas. Normalmente, perante a morte nasce em mim uma grande vontade de avançar perante aquilo que está parado, de escolher na indecisão, de mudar aquilo que tem de ser mudado e de questionar aquilo que nunca se questiona.

 

Avançar na vida é também avançar na perda daqueles que partem de forma inesperada quando a morte se antecipa à vida. Abanam-se as crenças. Abanamos a cabeça em sinal de negação e os mais afoitos permitem-se até chorar. Injusto quando alguns partem fora de tempo mas mais injusto é impedirmo-nos de viver aquilo que sabemos merecer, porque um dia, meus caros, o herói morre e o filme acaba!

 

A morte faz-me sempre repensar a vida!

 

E-mail Coaching

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O e-mail coaching é uma forma flexível, fácil de usar e muito acessível para todos os clientes. Este serviço está disponível como um apoio adicional ao coaching telefone / Skype ou como um serviço autónomo.

 

Vantagens do E-mail Coaching :

  • Ideal para aqueles que preferem escrever do que falar e como a escrita é uma forma de terapia adaptamos aqui o útil ao agradável;
  • Um e-mail pode ser enviado a qualquer hora e eu comprometo-me a responder no máximo até 48 horas depois;
  • Ideal para quem gosta de ver e rever o que escreve e o que pensa;
  • Os e-mails ficam guardados e sempre acessíveis. Óptimo para quem gosta de relembrar de modo a perceber a evolução que teve e tem.
  • Muito fácil de usar e assim acabam-se as desculpas.

 

Atenção:

  • Cada resposta minha é personalizada e adaptada ao contexto e ás necessidades do cliente;
  • Todas as respostas vão incluir exercícios e/ou sugestões de leitura/visionamento;
  • Todas as perguntas têm uma resposta.


Este trabalho envolve compromisso, acção e envolvimento entre os dois: Coach e Coachee e está sujeito a um acordo entre os dois que será assinado no início dos trabalhos.

 

Planeamento:

 

1) Definição das suas necessidades;

2) Identificação de pontos fortes e talentos;

3) Identificação de esperanças e sonhos;

4) identificação de necessidades e pontos fortes;

5) transformação de sonhos em objectivos;

6) Elaboração de um Plano de Vida.


Este trabalho envolve compromisso, acção e envolvimento entre os dois: Coach e Coachee e está sujeito a um acordo entre os dois que será assinado no início dos trabalhos.

 

Se este serviço  não lhe servir a si lembre-se daqueles que o rodeiam e que podem precisar. O mundo fica mais bonito quando damos e recebemos!

 

 

 

 

 

A felicidade treina-se, sabias?

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Queres saber uma coisa? sinto vontade de voltar a ser criança. Vontade de regressar à idade onde os sonhos não eram condicionados e onde o mundo era tudo o que quiséssemos que fosse. Tenho vontade de ser a super mulher e salvar todos os que estão em apuros, tenho vontade de ser uma heroína e ter a certeza de que nada nem ninguém me pode destruir. Tenho vontade de correr descalça pela rua, molhar-me nas poças de água e, sentir que posso ser quem sou.

 

Queres saber uma coisa? Tenho vontade de voltar a ser inocente, vontade de voltar a acreditar, vontade de voltar a viver sem medos, receios ou fantasmas. Tenho vontade de poder abraçar, vontade de poder chorar, vontade de poder fazer birra. Tenho até vontade de ser exigente, de ser o centro das atenções, vontade de ser aquela que todos mimam,  vontade de ser aquela de quem todos cuidam.

 

Queres saber uma coisa? Tenho saudades de brincadeiras inocentes, de promessas para toda uma vida, de pactos de amizade. Existem aqueles dias em que começo a lembrar-me de rostos, de aventuras, de nomes e de peripécias. Relembro, riu-me e sorrio por brincadeiras de crianças, pelas vontades de “sermos grandes”, pelos planos do que iríamos fazer e do que queríamos ser. Lembro-me exactamente de todos aqueles que me foram mais chegados, lembro-me de braços partidos, de joelhos esfolados, de desesperos de mães, de castigos e tabefes. Lembro-me de promessas de amor onde éramos príncipes e princesas e íamos viver felizes para sempre, lembro de primeiros namoros cheios de seriedade e de certezas. Lembro-me de clubes onde éramos poderosos e cheios de importância, lembro-me de sabermos quem éramos mas sobretudo de sabermos quem queríamos ser. 

 

Queres saber uma coisa? Sei que nunca me importei com cores, raças ou religiões. Sei, também,  que nunca me importei com riqueza ou pobreza, estatuto ou posição social. Agora que penso no assunto sei que tive sorte em viver o que vivi e crescer como cresci. Agora que penso no assunto sei que tive sorte em viver como todas as crianças deviam viver, fui amada e mimada, tive amigos, corri pelos campos e tive direito a sonhar. Acredito que viver na serenidade e na segurança faz com que sejamos serenos e seguros mais tarde. Penso nas vezes que também  á chuva e das vezes que alguém me protegeu da mesma. 

 

Penso que de vez enquanto todos nós adultos devíamos poder recuar no tempo. Reviver momentos com emoção mas sem pressão, reviver momentos com vontades mas sem proibições, reviver momentos com entusiasmo sem medos, fantasmas ou castrações.

 

Queres saber uma coisa? Aposto que se insistisses em ser feliz o teu mundo seria muito mais interessante! A felicidade treina-se, sabias?

 

 

Inspiração e Motivação

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Há momentos que tenho a sensação que vivemos em plena montanha russa. O mundo acelerou tanto que o grau de exigência para connosco é cada vez maior. Queremos estar em tudo e muitas vezes não estamos em nada. Queremos saber tudo mas somos tão metralhados com informação e contra-informação que acabamos por não saber nada. Procuramos seguir regras e esquecemo-nos de que as regras somos nós que as fazemos.

Queres melhorar a tua vida? Os teus relacionamentos? A tua carreira? O teu sorriso? Melhora-te a ti e vais ver que tudo o resto vem por acréscimo:

 

  • Permite-te chorar, esquece a velha crença de que chorar é coisas de meninas ou de gente fraca. As emoções fazem parte de nós e se as rejeitas estás a rejeitar parte de ti;

 

  • Permite-te errar. É do erro que nasce a aprendizagem e só erra quem se ateve a viver;

 

  • Uma vez por semana faz alguma coisa por outro, não interessa se é velhinho, cãozinho ou mesmo gatinho. Não interessa a cor, a raça ou área geográfica onde reside. O que interessa é que estás a fazer alguma coisa por outro;

 

  • Faz sempre por ti e não esperes a validação de todos. Faças o que fizeres, vai haver sempre alguém que não vai gostar;

 

  • Sê tu mesmo. Aceita-te nos defeitos e nas virtudes. Abraça-te nas impossibilidades e nas desilusões e agradece-te por seres quem és.

 

  • Coloca-te no lugar do outro, percebe a história onde vive e talvez percebas a história que vos une.

 

  • Trata o outro sempre como gostavas que te tratassem a ti. Se todos o fizéssemos o mundo estaria muito mais colorido.

 

  • Apaga preocupações e antecipa planos. A única coisa certa que temos nesta vida é a morte e ela não avisa para chegar.

 

  • Ri muito e Ri bem alto. Deixa de te preocupar com o que os outros pensam ou dizem. Eles são apenas outros.

 

  • Abraça especialmente aqueles que não estão á espera de serem abraçados. A reacção é fantástica e a expressão impagável;

 

  • Defende aquilo que te faz sentido mesmo que isso implique defenderes caracóis. Tomar posições a favor é sempre melhor do que estares sempre do contra;

 

  • Come o que te apetece. Tens o direito de escolher o tipo de alimentação com que mais te identificas. O teu organismo agradece e a tua mente também;

 

  • Aceita a imperfeição porque pelo que consta a perfeição não é coisa deste mundo;

 

  • Permite-te viver. E não esperes que te diga como porque isso só a ti diz respeito.

 

  • Acredita em ti. Não te esforces muito acredita apenas.

 

  • Do que escrevi escolhe o que te faz sentido e o que não faz manda fora. A vida é feita de escolhas e deves escolher apenas o que te serve mesmo que tenha sido eu a escrever.

 

Marta Leal

Felicidade Imposta ou Felicidade Sentida?

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Confesso! Eu confesso que existem aqueles dias em que tenho a sensação que o mundo enlouqueceu e que nos estamos a tornar autómatos desprovidos de sensações, sentimentos e emoções. Trabalhando com a mente conheço a capacidade que todos temos de fazer diferente e fazer melhor. Também sei que posso, facilmente,  alterar o meu estado emocional e todo o meu estar. Mas será que o devo fazer sempre? Será que tenho o direito de impor ao meu ser aquilo que não estou a sentir?

 

Acredito que vivenciar as emoções é importante. Acredito que permitirmo-nos sentir raiva, ódio, amor, tristeza, dor e frustração é permitirmo-nos viver. Acredito que chorar nunca fez mal a ninguém e que aprender a secar as lágrimas faz parte de um processo todo ele de aprendizagem. Impormos a nós mesmos uma felicidade que não sentimos é no mínimo violento. 

 

Mais do que impor é necessário sentir, apenas sentir!

 

Estuda-te, conhece-te e aprende-te. 

 

Quando o amor (des)acontece!

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Olhamos uma primeira vez e o coração dispara, as mãos suam e a racionalidade desaparece como por magia das nossas mentes. O tempo que antecede os encontros ou a possibilidade de nos encontrarmos é preenchido com suspiros e uma ansiedade extrema. Tudo em nós é desajeitado tudo no outro é perfeito. Achamos graça ao nariz grande, o andar desengonçado ou á forma como se maquilha. Ignoramos o sapato que, embora fora de moda, tem tudo a ver com ele/ela ou aquele som ruidoso que faz quando se assoa. Mas estamos apaixonados e quando isso acontece tudo no outro é perfeito, tudo no outro é natural.

 

As imperfeições não existem e o todo é muito mais que tudo o que sonhamos. A maioria das vezes desculpam-se atitudes, palavras e situações em nome de um bem maior - a nossa relação. Desculpamo-nos a eles e a nós e o tempo passa, passa demasiado rápido. Quando damos por isso implicamos com aquilo que nos conquistou seja o modo de estar, de ser ou de querer. Implicamos, acusamos, caluniamos, enganamos, achamos que somos donos do outro e esquecemo-nos de sermos donos de nós próprios.

 

E um dia sem que nada o indique percebemos que o amor acabou e não conseguimos encontrar uma explicação. Procuram-se as mais variadas razões, observamos a microscópio todos os momentos que podem estar na origem desse acontecimento, viramos todas as situações do avesso e esquecemo-nos de aceitar a única verdade, por vezes o amor morre. 

 

Raros são os casos em que ambos aceitam a situação e se afastam sem qualquer manifestação de raiva, ódio ou mesmo desejo de vingança. Na maioria dos caso um abandona e o outro sente-se abandonado. E, atenção, que quando falo de abandono refiro-me ao abandono da relação. Normalmente quem abandona a relação segue em frente enquanto o outro tem mais dificuldade em fazê-lo.

 

A maior parte das pessoas que me procura quer recomeçar uma vida porque terminou um relacionamento. Tem dificuldade em desapegar-se do que teve, julga, culpa, pergunta-se onde errou e não percebe que é exactamente isso que o/a impede de caminhar. Ficamos presos ao outro quando nos deviamos focar em nós. Agarramo-nos ao outro quando nos deviamos agarrar a nós: a quem somos e a quem queremos ser. E, quando tomamos consciência passaram anos, muitos anos e, nós impedimo-nos de viver, de amar, de crescer e de sermos felizes! 

 

Mais do que amar o outro sabias que é importante amares-te a ti?

Dar um novo significado ao passado!

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Se já começaste a namorar depois do teu divórcio/separação é importante que tenhas atenção aos seguintes aspectos:

 

  • Sentes-te preparad@ para uma relação ou sentes-te sozinh@?
  • Sentes-te em paz contigo ou procuras satisfação exterior?
  • Gostas de ti ou procuras alguém que o faça por ti?
  • Imaginas-te sozinh@ ou não consegues estar sozinh@
  • Consegues confiar na nova pessoa ou tens tendência para @ comparares ao ex?
  • Consegues olhar para a nova relação como algo novo ou estás com medo que não resulte?

Queres que resulte? Então dá um novo significado ao teu passado e investe num futuro sereno e calmo.

 

Começa de novo, começa realmente de novo!

 

Sessão Grátis de Coaching/Mentoring

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Escreve uma frase sobre o que entendes que seja o coaching ou o mentoring e candidata-te a uma sessão  por skype grátis

As sessões têm a duração de uma hora. O não comparecer à sessão marcada implica a anulação da oferta.

Mais informações contacta-me: (martaleal@outlook.pt)

 

Experimenta! agora já só depende de ti.

Gosto de apenas gostar

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De repente dou comigo a pensar que o fantástico de me ter permitido fazer o que gosto é o facto de o fazer com paixão. O fantástico de me permitir gostar dos outros é gostar apenas  porque sim. Apenas porque gosto sem esperar nada em troca. O ideal era funcionar com todos assim. Confesso que ainda não consigo.

 

Por vezes dou comigo á espera de um sorriso, de uma resposta ou de outra qualquer recompensa. Acredito que é nessa espera que reside o conflito, o desânimo e a desilusão.  Apenas nossa.

 

Gosto quando gosto independentemente do resultado, do contexto, do tempo ou do espaço. Fico assim, de coração cheio

 

Gosto de apenas gostar.

Fale-se de construir em vez de se falar em destruir

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Falam-me de razões para acreditar e a minha imaginação remete-me, imediatamente, para uma história de amor. Os que me conhecem já sabem que sou uma romântica. Os que acabaram de chegar ficam desde já a saber que me derreto com finais felizes. Sou lamechas é verdade. Sou lamechas e mimada. Uma combinação que aos 46 anos se pode tornar problemática. Mas paremos de falar de mim, e avancemos para falar de razões para acreditar.

 

Para falar do amor teria de falar do desamor, para falar de encontros teria de escrever sobre desencontros, para falar de vitórias teria de falar de derrotas. Depois tinha de falar de trocas de olhares e de beijos mais ou menos melados. Com um bocado de sorte os gemidos faziam-se ouvir e os defensores da moral e bons costumes podiam manifestar-se. Perdoem-me e permitam-me que vos diga que não me apetece. Hoje não me apetece escrever uma história de amor. Desenganem-se aqueles que acabaram de pensar em mim como mal-amada ou outro qualquer estereótipo de mulheres que não acreditam no amor. Acredito. É verdade! Acredito cada vez mais naquele tipo de amor incondicional onde o dar é mais importante do que receber, onde o ser é mais importante que o ter e onde o estar é mais importante do que o ir a qualquer lado.

 

Afastei-me do tema para falar um pouco de mim. O momento foi egocêntrico mas justifica-se uma vez que a historia não sendo sobre mim é minha. Gosto de comandar a história tal como gosto de liderar a minha vida. Dizia eu que tomada a decisão de não escrever o amor .Decido escrever sobre o sorrir, o avançar, o lutar e o não desistir. Nada de sorrisos amarelos, avanços timidos ou lutas corpo a corpo. Falamos apenas de vida e dos conceitos que a constituem.

 

Avanço para a história sem ter personagens principais. Defendo a igualdade da diferença e a diferença na igualdade. Defino palcos de vida e grandes planos de altos e baixos. Faço com que as letras se envolvam em projectos e  alcançancem resultados. No guião coloco principalmente imperfeição. Gosto daquele tipo de imperfeição que nos faz perceber que somos apenas humanos. Falhamos, uma e outra e outra vez. Felizes dos que avançam no erro. Felizes dos que não se importam de voltar a tentar.

 

Paro. Reflicto e decido-me a mudar de rumo novamente. Nas letras entenda-se. Porque na vida apetece-me continuar assim. Falemos então de razões para acreditar quando todos se tornaram incrédulos. Difícil o tema nos tempos que correm. Fale-se das posturas diferentes sobre diferentes situações. Fale-se daqueles que lutam sem desistir e que não perdem o sorriso. Fale-se dos que arriscam, avançam e vencem. Fale-se de tantos que perante as adversidades crescem interiormente e não baixam os braços.

 

Fale-se dos que sorriem a estranhos na rua. Dos que de ideias antecipadamente designadas idiotas constroem impérios, dos que se lembram de quem foram e ajudam quem quer ser. Fale-se dos que mudam o seu mundo e sem dar por isso mudam o mundo de tantos outros. Fale-se daqueles que também choram com a certeza de que amanhã vão sorrir. Fale-se dos que sabem dar de coração cheio e dos que recebem de coração aberto.

 

Fale-se do Homem comum que não desiste, não desanima, ultrapassa desafios e sorri nos piores momentos. Fale-se daqueles que com pouco ajudam os que tem menos. Fale-se dos que já choraram e ajudam quem hoje chora. Fale-se de solidariedade, de voluntariado, de dádiva e de gratidão. Fale-se de um mundo onde mais que termos, somos.

 

Fale-se do que quiser mas fala-se de  construir em vez de se falar em destruir. Fale-se em correcções em vez de se falar em revoluções. Fale-se de vencer em vez de se falar de medos. Fale-se de agir em vez de se falar em reagir. Fale-se, escreva-se, acredite-se e sorria-se porque só assim faz sentido.

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