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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Resiliência

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“Aos 7 anos de idade um pequeno rapaz e a sua família foram forçados a sair de casa. O rapaz teve de trabalhar para sustentar a família. Aos 9 anos a mãe morreu. Quando cresceu queria ser advogado mas não tinha habilitações para isso.

Aos 22 anos perdeu o emprego que tinha como caixeiro num armazém. Aos 23 concorreu a eleições estatais e perdeu. No mesmo ano investiu num negócio que faliu, ficando com uma divida tão grande que levaria 17 anos a pagar. Aos 27 anos teve um esgotamento nervoso.

Dois anos mais tarde concorreu ao cargo de “speaker” nas eleições estaduais e perdeu. Aos 31 foi derrotado quando tentou ser eleito. Aos 35 tinha sido derrotado duas vezes nas eleições para o congresso. Finalmente conseguiu fazer parte do congresso mas aos 39 anos não conseguiu ser reeleito.

Aos 41 o seu filho de 4 anos morreu. Aos 42 não o aceitaram como “prospective land office”. Aos 45 anos concorreu ao Senado e perdeu. Dois anos depois perdeu as eleições á vice-presidência. Aos 49 concorreu ao Senado e perdeu novamente.

Aos 51 foi eleito o Presidente dos Estados Unidos da América.

Este homem chamava-se Abraham Lincoln”

                                                                                                          Autor desconhecido

Toma Cuidado!

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Toma cuidado com os teus pensamentos porque eles tornar-se-ão Palavras.
Toma cuidado com as tuas palavras porque elas tornar-se-ão Ações.
Toma cuidado com as tuas ações porque elas tornar-se-ão Hábitos.
Toma cuidado com os teus hábitos porque eles formarão o teu Caráter.
Toma cuidado com o teu caráter porque ele formará o teu Destino,
                     e o teu destino será a tua Vida…

Dalai Lama

Tudo pronto para um ano escolar?

 

 

"Fui sem saber bem ao quê e é incrível como ao fim de 10 sessões descobri características minhas que até aqui desconhecia. Passei a valorizar-me em muitos aspetos que desprezava ou ignorava e tomei consciência de potencialidades que tenho em mim, apercebi-me de situações do dia-a-dia que me passavam ao lado, aprendi a lidar com os obstáculos doutra forma, a definir objetivos e a delinear estratégias para os alcançar. Foi muito simples em termos de comunicação com a Marta, que foi sempre uma pessoa muito acessível e bem disposta. Gostei muito de realizar estas 10 sessões, sem dúvida que foram uma grande mais valia para a minha vida e futuro e que progredi em vários aspetos. Aconselho-as vivamente a toda a gente! Marta, obrigada."

Sara Trovão

 

Agora que já compraste os livros, o material e as mochilas novas vais precisar de motivação e inspiração para fazeres deste ano escolar o melhor de sempre.

 

O processo de coaching Escolar tem como objectivos:

 

  1. a definição de uma meta em relação aos estudos;
  2. a identificação dos obstáculos para o cumprimento dessa meta;
  3. levantamento de estratégias comportamentais que precisam ser adquiridas aplicação de um treino específico para cada uma delas, com avaliação periódica dos resultados alcançados.

.

O aluno está no ponto A e pretende chegar no ponto B.

 

Para quem? 5º, 6º 7º, 8º,. 9º,  Ensino Secundário e Ensino Superior.

 

Benefícios:

 

  1. Melhorar os resultados;
  2.  Desenvolver recursos e autonomia;
  3. Aumentar a motivação e a autoconfiança; 
  4. Orientação e organização de estudos – rotina e regras;
  5. Desenvolvimento de técnicas para a aprendizagem;
  6. Mediação escola, família e aluno.

 

Como funciona?

Sessões presenciais e/ou por skype (as sessões são individuais e têm a duração de 50 minutos)

 

Pessoas Comuns - Vidas Inspiradoras

 

Matt Kepnes

 

Matt Kepnes – Antes: Um viajante Esporádico. Agora: Um viajante Eterno

 

Em 2005, Matt estava com um amigo na Tailândia quando se cruzou com alguns viajantes num autocarro. Ao ouvir as suas histórias sobre longas viagens, sentiu-se inspirado o suficiente para largar o seu emprego e procurar o seu lugar.

 

Em 2006 deu o primeiro passo e  lançou-se para uma viagem de 1 ano. Já se passaram 8 anos e ele continua a viajar. Já esteve em mais de 70 países e trabalhou em todo tipo de empregos para sustentar esta aventura. Neste momento ajuda pessoas e mostra-lhes que  que viajar não é tão caro como parece.

 

“Passou-me todo o tipo de medo pela minha cabeça, mas estar na estrada ensinou-me que a parte mais difícil é sair pela porta. O resto é fáci”,  diz ele.

 

Se estás a pensar fazer o mesmo pede ajuda ao Matt http://www.nomadicmatt.com/

Cá por casa

 

Lá por fora temos notícias da execução de um jornalista e de seguida temos a contra notícia que poderá ter sido tudo encenado. Baralha-se um mundo onde o pensar já é muito pouco . De seguida temos desfile de prisioneiros na Rússia o que segundo o Governo não foi de modo algum humilhante. Cá por casa fiquei com a sensação de que estava a assistir a um qualquer documentário sobre uma época em que os direitos humanos não eram respeitados. Lá por fora terminamos em grande com a notícia de que a uma das minhas séries preferidas (uma família muito moderna) ganhou 3 Emmys. Resta-me dar os parabéns a quem me tem feito rir tanto.

 

Cá por dentro o Novo Banco começou já com publicidade apelando á confiança dos seus clientes. Depois de uma destas não sei se alguém pode confiar seja no que for. É por estas e por outras que eu continuo cliente CGD. José António Saraiva escreve um artigo sobre Emídio Rangel que me deu volta ao estômago. Somos todos livres de dar opiniões mas somos todos responsáveis por aquilo que dizemos publicamente. Feio muito feio denegrir a imagem de alguém contando confidencialidades e conversas de amigos.  Cascais esteve ao rubro com os confrontos no concerto de Anselmo Ralph. Diz quem lá esteve que o moço teve uma postura muito coerente e que procurou acalmar os ânimos. Conta-se que o governo quer continuar a aumentar os impostos quero acreditar que estamos a viver num mundo encantado onde vencem as bruxas más e perdem as gatas borralheiras.

 

Cá por casa a filha mais nova está de férias com o pai, a do meio continua na apanha da pera e o mais velho continua por cá. Os dias cheiram e parecem de Outono até porque a Oeste já temos dias com chuva. Desde que vim de férias que tenho a sensação de que o trabalho é constante e que o número de horas que me dedico ao que gosto tem vindo a aumentar. O penteado novo já está mais aceite, embora não totalmente. Os elogios foram tantos que acabei por me render às evidências.  Por aqui gosto de um mundo que é muito meu pela serenidade, verdade e aceitação. Por vezes perco-me das letras a favor de um dia-a-dia de inspiração. Nesses momentos obrigo-me a escrever tal como me obrigaria a comer se o deixasse de o fazer. A comida alimenta-me o corpo mas a escrita alimenta-me a alma.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

 

Hoje deixámos de partilhar ideiais

Arrasto-me por uma história que não é minha. Iludo-me com palavras que são reais para uma vida irreal. Tivemos tanto e agora temos tão pouco. Não me basta, ando descontente porque não me basta. Não gosto no que me tornei desiludi-me a mim mesma. E, não gosto deste sentimento.

 

Tivemos tanto. Partilhamos medos, planos, alegrias e tristezas. Estiveste lá sempre para mim do mesmo modo que estive para ti. Vivemos um amor real, amámos como nunca tínhamos amado. Hoje não sei o que partilhamos. Por vezes sinto-te um estranho que só deixa de o ser quando os nossos corpos se tocam. Esses entendem-se porque estão despidos de medos, de tristezas e de angústias. Buscam-se um no outro com uma sofreguidão cada vez maior. Amamo-nos sempre como se fosse a ultima vez que o fazemos. Depois vêem as duvidas, os medos as incertezas e o vazio instala-se.

 

Hoje deixamos de partilhar ideias. Falamos cada vez mais de coisas banais. Por vezes o silêncio instala-se e outras as palavras são medidas para que não se diga nada que não se possa dizer. Hoje sinto que forçamos algo que não existe. Queremos reviver o que tivemos mas isso é impossível. Hoje queremos sentirmo-nos um do outro mas já não és meu e eu já não sou tua.

 

Sinto-me agarrada a ti como se de uma tábua de salvação se tratasse. Tenho medo de me fazer ao mar sozinha e acho que tu sentes o mesmo. Depois relembro as vezes que saíste e entraste na minha vida e revolto-me. Não, não me revolto contigo revolto-me comigo por o ter permitido. Chamei-te covarde e hoje sou eu que me sinto assim. 

 

Relembro tudo o que tivemos. Uns dias concentro-me nas coisas boas e outras nas coisas boas. Tenho dias em que não penso em ti outros não penso em mais nada. Sinto que vivo no passado enquanto o presente passa imune a tudo isto. Pensando bem tenho a certeza que estamos ambos agarrados ao que fomos sem nos apercebermos no que nos tornámos.

 

Queria que tivesse sido diferente e tenho a certeza que tu também. Queria que continuássemos um nós mas tu deixaste-me um eu vazio e magoado.

 

 

E tu quantas vezes já te sentiste assim?

Queres mesmo fazer diferente?

 
 
Podes colocar a mente a trabalhar a teu favor ou contra ti mas não te esqueças que isso depende apenas de uma pessoa, a tua pessoa. A minha sugestão é que superes os teus limites e crenças diante de cada meta que queres conquistar.
Como?
1) Apoia-te nas tuas qualidades. Uma visão positiva de ti mesmo é o melhor ponto de partida;
2) Amplia os teus conhecimentos e desenvolve as tuas competências;
3) Aposta em ser dinâmico(a);
4) Valoriza a mudança;
5) Procura desafios que consideres possível alcançar mas que te exijam algum esforço. Os teus resultados vão alimentar outros resultados.
6) Relativiza o que te possa parecer impossível á primeira vista;
7) Faz todos os dias uma coisa para melhorares, por muito pequena que seja;
8) pensa com irreverência, ousadia e sem preconceitos;
9) Cria o mundo que queres primeiro na tua mente. Os resultados nascem primeiro na tua imaginação;
10) Pensa positivo. Pessimismo e criticas negativas só te vão enfraquecer;
11) faz o exercício da autocrítica positiva: o que ganhei com isto?, o que aprendi?, o que é que estou disposto(a) a largar?
Todos estes passos podem levar-te a uma transformação gradual e consolidada mas é a tua determinação que vai ditar o teu sucesso ou o teu insucesso.

E porque mudar faz bem

 

Gosto de mudanças. Gosto especialmente de experimentar coisas novas e gosto de resultados novos. Isto acontece principalmente porque não tenho especial dificuldade em largar o velho para agarrar o novo. Manias. Manias de quem já não se importa de as ter. Não sei se por estar na década dos 40 ou apenas porque a irreverência me está no sangue.

 

E embora o inverno insista em prolongar a despedida eu sinto a vontade das mudanças de primavera. Sinto a vontade de arejar, de sacudir o pó e sentir o toque do sol. Sinto a vontade de mudar, não importa se muito se pouco. Apenas mudar. Mudei as roupas de sitio e mudei as letras de direcção. Alterou-se a imagem e alterou-se o menu do blog. Pudesse eu e fazia mudanças por esse mundo fora. Trocava lágrimas por sorrisos, armas por mais amor, fome por abundância e medo por serenidade.

 

Não podendo mudar o mundo no geral mudo o mundo ajudo a mudar o mundo à minha volta. Motiva-se, inspira-se, capacita-se e sorri-se sempre e muito. Mesmo que no meio dos sorrisos por vezes surjam palavras de indignação.

 

Queres mudar? Sabias que a tua mudança começa apenas numa decisão?

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