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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Se um dia me apresentasse

Se um dia me apresentasse começaria por dizer aquilo que sou. Começaria, então por dizer que sou mãe, sou mulher e sou eu mesma.

 

Mas não pensem que sou uma mãe qualquer. Eu sou apenas a melhor mãe do mundo. Pelo menos é o que os meus três filhos dizem e, acreditem ou não, a mais pequena até acrescenta que se tivesse outra mãe eu continuaria a ser a melhor mãe do mundo.

 

Sou mulher, sou cada vez mais mulher no meu ser, no meu estar, no meu sentir, na minha vontade. Gosto de ser mulher, aliás gosto de ser emocionalmente mulher ou mulher emocionalmente assumida.

 

Sou eu mesma no meu estar, no meu vestir, nas minhas decisões que complementam as minhas indecisões, nas minhas posturas e na forma como lidero a minha vida. Sou eu mesma no meu sorriso, nas minhas acções e nos meus quereres. Sou eu mesma nas minhas diferenças, nas irreverencias  e no assumir de contrastes.

 

Se um dia me apresentasse diria que sou assim e que gosto de ser quem sou: mãe, mulher e eu mesma.

 

Marta Leal

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