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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Noticias em Forma de Post

Hoje dia 8 de Novembro o mundo gira e lá por fora enquanto os raptos se sucedem em Moçambique as relações entre Portugal e Angola continuam “periquilitantes”. Na Turquia uma mulher foi presa por ter vendido um bebé por cerca de 500 euros e os fãs brasileiros queixam-se de Justin Bieber. Organização Holandesa cria criança virtual e apanha 1000 predadores pedófilos, foram identificados 3 portugueses segundo a mesma instituição é urgente julgar, condenar e responsabilizar. Eu cá concordo com eles. O governo russo transformou em crime qualquer demonstração pública de afeto entre pessoas do mesmo sexo e com uma noticia destas sinto que recuei no tempo e na compreensão.

 

Cá por dentro Carlos Malato foi operado ao coração, mesmo com a crise aumentou o número de “ultra-milionários” portugueses e na Madeira o Alberto João é desmentido por ofício. O cinema King, em Lisboa, está em riscos de fechar e a cultura em Portugal também. Quando pensei que já tinha ouvido de tudo eis que ouço a entrevista de Margarida Rebelo Pinto que se encontra bastante indignada com as greves, os protestos e os que reclamam contra aqueles que tentam trabalhar em São Bento. Bibá Pitta esteve no cinco para a meia-noite com o Nuno Markl, a saga Carrilho e Bárbara continua e, dizem as más-línguas que isto não vai parar por aqui.

 

Cá por casa o gato continua a armar-se em cão e só disfarça porque mia. Rompi com a tradição e cortei os cabelos que de longos passaram a médios o que me possibilita continuar a não gostar de escovas. Cá por casa senti-me muito lerda quando numa repartição pública começaram a falar muito devagarinho comigo enquanto me explicavam o que era a internet. Percebi que o facto de estar vestida para mudanças ajudou á festa e ao comportamento, valeu-me a calma, a serenidade e o facto de precisar mesmo da certidão.  Avalia-se pelo exterior e depois dá cenas destas. Cá por casa baba-se pelos filhos e soma-se o preenchimento em projectos que me fazem sentido e nos papéis que continuo a desempenhar seja como mãe, como mulher ou apenas como eu mesma.