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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Cá por casa

Cá por casa a filha do meio regressou feliz e contente de uma viagem que acredito não esqueça. Muito próximos do Natal percebo que ainda não fiz compras nenhumas e que a correria vai ser intensa. Desconfio que faço de propósito pela adrenalina que me causa. Uns fazem desportos radicais e eu faço compras nos últimos dias.

 

Depois de um jantar no fim de semana que posso classificar de sui generis cheguei à conclusão de que nada como estarmos seguros do que somos e para onde queremos ir. Muito mais fácil lidarmos com aquilo com que nos deparamos diariamente.

 

Cá por casa acredito cada vez mais que a piada está na diferença, na irreverência e na aceitação do que somos e daquilo que os outros são.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher, mas sobretudo eu mesma.

É tudo uma questão de foco


"Quando os americanos iniciaram o lançamento de astronautas, se depararam com o seguinte problema: as canetas não funcionavam em gravidade próxima de zero.

Para resolver esse enorme problema, contrataram a empresa de consultoria Andersen Consulting, hoje Accenture.

Empregaram 12 milhões de dólares para sanar o problema.

Conseguiram desenvolver uma caneta que escreve em gravidade zero, de ponta cabeça, debaixo d’água, praticamente em qualquer superfície, incluindo cristal, e em temperaturas desde 30ºC abaixo de zero até 300ºC.

Os russos usaram... lápis."