Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Cá por Casa

 

 

 

 

Cá por casa as solicitações são cada vez maiores e a necessidade de organização idem. Começam-se a fazer escolhas entre coisas que se gostam quando anteriormente se decidia entre o que se gostava e o que não se gostava. Entre família, trabalho e lazer resta um “niquinho” de tempo. Dorme-se pouco, dorme-se muito pouco. Valeram-me os jogos do Benfica que permitiram desmarcações de sessões e de palestras. Ele há males que vêm por bem!!!!

 

Continuo a circular entre o mundo rural e o mundo urbano. Gosto desta diversidade de sentires, de experiencias e de contactos. Tenho o melhor dos dois mundos e por enquanto é assim que vai ser.

 

Cá por casa confundem-me os que assumem compromisso e não cumprem. Sou capaz de dar o que tenho mas não gosto de ter de pedir o que é meu. No entanto, e para que conste se é para pedir, pede-se.

 

O ritmo acelerou tanto que os saltos altos estão a ser substituídos por sapatos mais confortáveis. Os pés revoltaram-se, protestaram e impuseram-se. Chega de horas em bicos de pés, disseram-me eles. E o tom de dor com que me avisaram foi de tal modo eficiente que a entrada em acção foi no dia seguinte. Acreditem, receei que entrassem em qualquer tipo de greve. Negociámos e o acordo está feito embora limitado a um determinado número de acontecimentos. Sim, porque cá por casa a elegância é sempre uma preocupação.

 

Por falar em ritmo acelerado e elegância deixem-me vos dizer que gostei muito da capa da vogue onde o nosso Ronaldo aparece como veio ao mundo. Não fosse o excesso de tratamento facial pelo Photoshop e eu diria delicioso, o atrevimento entenda-se.

 

 

Cá por casa continuo assim muito mãe, muito mulher e sobretudo eu mesma.