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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Queres mesmo fazer diferente?

 
 
Podes colocar a mente a trabalhar a teu favor ou contra ti mas não te esqueças que isso depende apenas de uma pessoa, a tua pessoa. A minha sugestão é que superes os teus limites e crenças diante de cada meta que queres conquistar.
Como?
1) Apoia-te nas tuas qualidades. Uma visão positiva de ti mesmo é o melhor ponto de partida;
2) Amplia os teus conhecimentos e desenvolve as tuas competências;
3) Aposta em ser dinâmico(a);
4) Valoriza a mudança;
5) Procura desafios que consideres possível alcançar mas que te exijam algum esforço. Os teus resultados vão alimentar outros resultados.
6) Relativiza o que te possa parecer impossível á primeira vista;
7) Faz todos os dias uma coisa para melhorares, por muito pequena que seja;
8) pensa com irreverência, ousadia e sem preconceitos;
9) Cria o mundo que queres primeiro na tua mente. Os resultados nascem primeiro na tua imaginação;
10) Pensa positivo. Pessimismo e criticas negativas só te vão enfraquecer;
11) faz o exercício da autocrítica positiva: o que ganhei com isto?, o que aprendi?, o que é que estou disposto(a) a largar?
Todos estes passos podem levar-te a uma transformação gradual e consolidada mas é a tua determinação que vai ditar o teu sucesso ou o teu insucesso.

É impossível.

 

 " - Não consigo subir nesse morro - disse o menininho. - É impossível. O que vai me acontecer? Vou passar a vida inteira aqui no pé do morro. É terrível demais!

      - Que pena! - disse a irmã. - Mas olhe, maninho! Descobri uma brincadeira ótima! Dê um passo e veja se consegue deixar uma pegada bem nítida na terra. Olhe só para a minha! Agora, você veja se consegue fazer uma tão boa assim!

      O menininho deu um passo:

      - A minha está igual!

      -Você acha? - disse a irmã. - Olhe a minha, de novo, aqui! Eu faço mais forte que você, porque sou mais pesada e por isso a pegada fica mais funda. Tente de novo.

      -Agora a minha está tão funda quanto a sua! - gritou o menininho. - Olhe! Esta, esta e esta, estão o mais fundas possível!

      -É, está muito bom mesmo - disse a irmã - , mas agora é minha vez, deixe eu tentar de novo e vamos ver!

      Eles continuaram, passo a passo, comparando as pegadas e rindo da nuvem de poeira cinzenta que lhes subia por entre os dedos descalços.

      Dali a pouco, o menininho olhou para cima.

      -Ei - disse ele - , nós estamos no alto do morro!

      -Nossa! - disse a irmã. - Estamos mesmo."

      Do livro: O Livro das Virtudes II - O compasso moral      

William J. Bennett - Ed. Nova Fronteira

E depois existem aqueles dias

 

E depois daqueles dias em que pensamos que o mundo enlouqueceu surgem outros dias que nos fazem acreditar novamente. Apenas porque existem pessoas fantásticas. Pessoas fantásticas são aquelas que te fazem sorrir do nada, que se oferecem para colaborar e te ajudam a crescer de tão altruístas que se mostram. Pessoas fantásticas são aquelas com que te cruzas e te fazem pensar ou reflectir sem que se apercebam que o fazem.

 

Sem pretender retirar mérito a ninguém tenho uma predilecção pelas chamadas pessoas comuns, aquelas que num ser e num estar muito próprias são autênticos exemplos de vida. Aquelas que continuaram quando muitos desistiram, aquelas que insistem em sorrir quando outros insistem em chorar.

 

Pessoas fantásticas não tem de ter títulos académicos, não têm de desempenhar determinado cargo, não têm de vestir determinada marca ou ter determinado tipo de casa. Não nos podemos esquecer que os nossos antepassados vestiam todos as mesmas peles e moravam  no mesmo tipo de caverna. Consta até que no paraíso Adão e Eva mais não tinham que umas parras para tapar as partes mais intimas. Portando dispamo-nos de preconceitos e verifique-se o que de facto interessa.

 

Pessoas  fantásticas não são de determinada cor, não tem de pertencer a determinado grupo nem sequer tem de ter determinada orientação sexual. Pessoas fantásticas são aquelas que se preocupam,  que se recusam a encolher os ombros e que simplesmente nos conquistam porque sim. Pessoas fantásticas são as que avançam para uma mudança, as que se importam e que se interessam. Pessoas fantásticas são aquelas que dá vontade de abraçar, meter no bolso e levar para casa.

 

E como eu gosto de pessoas fantásticas!

Cá Por Casa

 

Cá por casa revoltei-me!!! revoltei-me perante um tempo inconstante e resolvi fazer diferente. Ora se o S. Pedro não me traz o verão levo eu o verão a S. Pedro, pensei eu. E lá andei de pezinho ao léu e roupinha mais fresquinha mesmo perante todas as adversidades temporais não fosse eu uma mulher que enfrenta desafios. Claro que perante uma escolha há sempre uma consequência e a minha foi uma "constipaçãozita"

 

Com o ano lectivo a terminar fico cada vez mais feliz por veres os filhos a crescer e a atingir os objectivos a que se propuseram. Os deles, não os meus porque para mim só assim faz sentido. E é sempre quando o ano lectivo termina que percebo o quão grandes eles estão e o quão depressa o tempo passa.  

 

Há uns dias ouvia alguém queixar-se de que o inquilino não pagava a renda e ficava todo enervado quando a renda lhe era pedida. O meu amigo, neste caso o senhorio, dizia-me que estranhava a reacção do inquilino que era como ele (senhorio) não tivesse o direito de lhe cobrar a renda a ele (inquilino). Cá por casa e em alguns anos nestas andanças só tive 2 desafios para receber as sessões que fiz. Eu entendo que possam existir dificuldades e também entendo que por vezes é desafiante lidarmos com o dinheiro mas o que é interessante é o silêncio, o esquecimento,  e o quase enfado perante a nossa insistência. Quase como se não tivéssemos o direito de cobrar aquilo que nos pertence por horas que trabalhámos. No meu caso considero que a responsabilidade e a aprendizagem são apenas minhas mas confundem-me estas quase trocas de papeis num mundo onde o objectivo é a mudança.  Fala-se em mudança e ajustam-se novas formas de trabalhar ou não fosse eu uma rapariguinha que aprende muito depressa.

   

Eu? continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Pedir Ajuda

 

Há medida que crescemos existe uma tendência natural para não pedirmos ajuda. Queremos bastar-nos sozinhos, queremos fazer, queremos agir a todo o custo. Por vezes a todo custo e a custo de nada. Achamos que pedir ajuda é sinal de fraqueza, que falhámos algures no processo, que não temos as capacidades que devíamos ter. Pedir ajuda significa muitas vezes sentir vergonha por não se conseguir lidar com determinado desafio. Sofremos de orgulho, muito orgulho.

 

Mude-se a perspectiva e perceba-se que não só não sabemos tudo como não acertamos sempre. Pedir ajuda não é sinal de fraqueza mas sinal de inteligência. Pedir ajuda é perceber e aceitar uma incapacidade de lidar com determinada realidade e procurar uma solução para que a situação se altere. Se eu não sei fazer diferente quem me pode ajudar a faze-lo? Se eu não consigo sair de onde estou quem me pode ajudar a mexer? Quem me pode inspirar ao ponto de eu querer mudar? Quem me pode ajudar a dar o primeiro passo?

 

Entre o desafio e a solução muitas vezes temos um processo de aceitação, de autoconhecimento e de vontade de resolver. Já pensaste que quanto mais tempo estiveres para resolver maior fica o desafio? Já pensaste que quanto mais tempo demorares mais frustrado te vais sentir? Já pensaste que o mundo está á tua espera?

 

 

PREGUIÇA MUITA PREGUIÇA

 

 

Existem aqueles dias em que os pensamentos se atropelam sem nexo ou talvez com uma sequência cuja lógica só o nosso inconsciente poderá descodificar. Há dias em que parece que me desligo do presente e viajo a um passado onde recordo as vozes dos avós e dos primos, sinto os cheiros dos cozinhados nas noites de Natal, recordo as visitas dos tios e tias, vibro com as correrias em dias de festa e sinto, novamente, as despedidas depois de um dia de conversas sempre animadas.

 

Lembro-me de gostar de rondar os adultos, de os ouvir a conversar, de me achar importante quando me deixavam sentar na mesa com eles. Não deixa de ter piada se pensarmos que quando somos crianças nos satisfazemos com tão pouco.

 

Se em criança me satisfazia com pouco em adulta só me satisfaz o que é bom. Gosto. Gosto daqueles momentos em que recuo no tempo enquanto me enrolo numa cama de bom gosto.

 

Preguiça-se só ou acompanhada porque por aqui há dias que o que faz sentido é preguiçar!

 

Porque hoje é dia de magazine http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/preguica-muita-preguica/

Um pêlo do Leão

 

"Numa aldeia nas montanhas da Etiópia, um rapaz e uma moça se apaixonaram e se casaram. Por algum tempo foram perfeitamente felizes, mas então os problemas chegaram à casa deles. Começaram a ver os erros um do outro nas pequenas coisas - ele a acusava de gastar muito no mercado, ela o acusava de estar sempre atrasado. Não se passava um dia sem uma discussão sobre dinheiro, sobre trabalho doméstico, sobre amigos. Às vezes ficavam tão bravos que gritavam, berravam impropérios e iam para a cama sem se falar, o que só piorava as coisas.

Depois de alguns meses ele achou que não agüentava mais aquilo e procurou um juiz velho e sábio para pedir o divórcio.

- Por quê? - perguntou ele. - Há menos de um ano que se casaram. Não ama seu marido?

- Sim, nós nos amamos, mas as coisas não vão nada bem.

- Como assim, não vão nada bem?

- Ah, brigamos muito, ele faz coisas que me irritam. Deixa roupas espalhadas pela casa toda, corta as unhas do pé na sala e deixa pelo chão, chega tarde em casa. Sempre que eu quero fazer alguma coisa, ele quer fazer outra. Não podemos viver juntos.

- Entendo - disse o velho juiz. - Talvez eu possa ajudar. Conheço um remédio mágico que vai fazer vocês se darem muito melhor. Se eu lhe der esse remédio, vai parar de pensar em divórcio?

- Claro! Gritou ela. - Qual é o remédio? Me dê!

- Calma - disse o juiz. - Para fazer o remédio preciso de um fio da cauda de um grande leão que vive perto do rio. Tem que trazer esse fio para mim.

- Mas como vou conseguir isso? - exclamou a mulher. - O leão vai me matar!

- Nisso não posso ajudar - disse o velho, abanando a cabeça. - Entendo muito de remédios, mas não entendo nada de leões. Você tem que descobrir um meio. Vai tentar?

A jovem esposa refletiu longamente. Amava muito o marido, e o remédio ia salvar seu casamento. Resolveu buscar o pêlo do leão.

Na manhã seguinte, foi ao rio e se escondeu atrás de uma pedra. Pouco tempo depois, o leão veio beber água. Quando viu as patas enormes, ela ficou tremendo de medo. O leão abriu a boca, mostrando os dentes afiados, e ela quase desmaiou. Então o leão deu um rugido e ela saiu correndo para casa.

Mas na manhã seguinte ela voltou ao rio, trazendo um saco de carne fresca. Deixou a carne no capim da margem, a duzentos metros do leão, e ficou escondida atrás da pedra enquanto ele comia.

No dia seguinte, voltou e pôs o pedaço de carne a cem metros do leão; no outro dia, pôs a carne a cinqüenta metros do leão e não se escondeu enquanto ele comia.

Assim a cada dia chegava mais perto do leão, até que um dia chegou tão perto que pôde atirar-lhe a carne na boca. No outro dia, o leão veio comer em sua mão. Tremia ao ver os dentes enormes rasgando a carne, mas tinha mais amor ao marido do que medo do leão. Muito lentamente, ela abaixou-se e arrancou um fio do pêlo da cauda da fera.

Voltou correndo ao juiz.

- Olhe! - gritou ela. - Trouxe um pêlo do leão!

O velho pegou o fio e examinou atentamente.

- Foi muita coragem sua - disse ele. - E precisou de muita paciência, não?

- Ah, sim - disse ela. - Agora me dê o remédio para salvar meu casamento!

O velho juiz abanou a cabeça.

- Não tenho mais nada a lhe dar.

- Mas o senhor prometeu! - exclamou a jovem esposa.

- Então não vê? - perguntou ele com carinho. - Já tem o remédio de que precisa. Você estava decidida a fazer o que fosse preciso, por mais que demorasse, para ter o remédio mágico para seus problemas. Mas mágica não existe. Só existe a sua determinação. Você e seu marido se amam. Se os dois tiverem a paciência, a determinação e a coragem que você demonstrou para trazer esse pêlo do leão, serão muito felizes. Pense nisso.

E a mulher voltou para casa, com novas resoluções."

 

autor desconhecido

Cá por casa

 

Cá por casa andamos num virote entre letras e palestras. Sucedem-se projectos e parcerias. Aceitam-se as que me fazem sentido colocam-se de lado as que por agora devem ficar paradas.  Acredito cada vez mais que o teu sucesso nasce da tua vontade, do tua dedicação e da tua persistência. Acredito cada vez mais que os teus resultados são proporcionais ao tempo que lhes dedicas.

 

Conhecermo-nos a nós mesmos é meio caminho andado para conseguirmos lidar com as nossas fraquezas. Cá por casa a resistência á mudança no que toca a penteados foi combatida e o resultado foi um penteado completamente diferente. Corta-se o cabelo mas não se corta a diferença aquela que quase toca a irreverência. Recuso-me, recuso-me cada vez mais a encolher os ombros e a fazer que não vejo. Recuso-me a ficar parada perante aquilo que me incomodano que diz respeito a direitos humanos. Acredito. Acredito mesmo que juntos podemos mesmo fazer a diferença.

 

Porque eu continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Formações/workshops

As formações podem ser em grupo no formato presencial ou individual em formato presencial ou via skype.

​​

Formação Individual

   Formação individual via skype;

   Formação individual presencial.


Formação em grupo

As formações em grupo (workshops) podem ser feitas em três formatos:
   Pequena duração (3 horas);
   Média duração (7 horas);
   Fim de semana (10 horas, Sábado todo o dia e Domingo de manhã).

 

 

 

Com estes Workshops/ Formações pretende-se que as pessoas obtenham ferramentas para conseguir lidar com as diversas situações do seu dia a dia:

  • Auto-estima e aceitação pessoal;
  • Clarificação dos seus valores, do seu propósito e da sua missão;
  • Redução de stress, gestão de  tempo, autonomia, compromisso e comunicação;
  • Adaptação a novos ciclos de vida: casamento, maternidade, paternidade, divorcio e reforma;
  • e muitos outros.

 

 

 

 

 

Para Pais:

 

Objectivos:

Reconhecer competências e mais-valias enquanto pais.
Reforçar as características positivas enquanto pais.
Reforçar os valores mais importantes enquanto pais.
Valorização de pequenos gestos diários.

Destinatários: Pais e futuros pais

 

 

 

Relacionamentos

 

Objectivos:

Perceber quem somos e o papel que desempenhamos na relação.

Perceber as nossas competências e as nossas qualidades enquanto membros de um casal.
Reforçar a confiança e auto-estima daqueles que um dia encontraram o amor.
Permitir que sejamos o casal que sempre sonhamos ser.

Destinatários: Todos os que acreditam no amor.

 

 

 

Reiventar-se numa idade de sonho

 

Objectivos:

Perceber quem somos e o que queremos nesta nova fase de vida.

Reconhecer competências e mais-valias nesta nova fase da vida.
Reforçar a confiança e auto-estima daqueles que têm tempo para si.
Maior qualidade de vida.

​Destinatários: Seniores

 

 

 

Sou assim e Gosto

 

Objectivos

Ajuda-te perceber quem és e o papel que desempenhas;
Ajuda-te a perceber aquilo de que gostas na realidade;

Reforça a tua confiança e a tua auto-estima;
Ajuda-te a aceitares-te como és.