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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Cá por casa

 


Cá por casa e em jeito de balanço posso dizer que o primeiro semestre do ano foi fantástico no que diz respeito a concretizações e realizações pessoais e por essas e por outras razões estes ano muda-se o padrão das férias e fica-se por mais perto. Feitas as contas torna-se desafiante conseguirmos estar todos disponíveis nas mesmas datas. Muda-se o hábito e entra-se na diversidade.

 

Por falar em diversidade gosto da dinâmica que a minha família possui. Os risos e os sorrisos e a simplicidade dos momentos é forte é muito forte. Entre desafios e abraços o mundo é muito melhor quando sentimos que somos amados. Gosto especialmente daquilo que somos enquanto seres. Cá por casa encontrámos uma gata perto do motor do carro. O impressionante é a forma como te podes ligar a um ser que mal conheces. É nestes casos que eu reforço a minha incredulidade perante quem maltrata, quem abandona ou quem simplesmente abandona. A Mel já foi entregue a uma família que foi de tal forma interrogada que a certo momento se devem ter assustado a pensar que tinham vindo buscar um dos meus filhos. Desolada, senti-me desolada com a partida da bichana.

 

Os corações moles têm destas coisas. Mas o que é um facto é que gosto. Gosto mesmo da capacidade de amar e de sobrevivência que estes animais têm.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.