Cá por casa o ritmo está aliado ao tempo ou bem que não tenho tempo para nada ou bem que me sobra tempo para o que mais quero. Acredito que o segredo esteja na escolha de prioridades e na organização atempada. "Prepara-te e não és apanhada desprevenida" é o meu lema. Prepara-te e vais ver que o tempo é aquilo que quiseres.
Cá por casa definimos onde fazia sentido continuar e o que fazia sentido deixar. Alinham-se vontades e focamo-nos casa vez mais naquilo que nos faz feliz. As risadas das filhas batem qualquer desafio diário, os ronrons dos gatos qualquer duvida que surja e as conversas das amigas qualquer desconforto aparente.
Reparo que quantos mais anos passam mais serena me sinto como mãe, como mulher, mas sobretudo como eu mesma.
Já perdeste oportunidades por falta de tempo? Tens dificuldade em atingir aquilo que pretendes? Os teus sonhos não se realizam? Falta-te motivação? Não és feliz?
Define aquilo que queres. Faz um plano pessoal de vida. Ao criares um plano vais possibilitar a mudança de hábitos e de atitudes, a organização pessoal, vais também potencializar o teu tempo e os recursos pessoais o desenvolvimento de competências bem como a eliminação de hábitos negativos.
Esta mudança vai envolver tudo o que és, tudo o que foi feito e tudo o que ainda falta fazer. E lembra-te que para o fazeres precisas de vontade, método, disciplina e muita flexibilidade.
Megan Smith – Antes: Desiludida após o fim do relacionamento. Agora: Descobriu a alegria da vida
O fim de um relacionamento muitas vezes é motivo de tristeza e de falta de confiança. Para Megan foi diferente: ela aproveitou essa situação e lançou-se cheia de coragem numa grande aventura que dura até hoje.
Há muitos muitos anos um camponês e a sua mulher tinham uma galinha que punha todos os dias um ovo de ouro.
Partindo do princípio que dentro da galinha havia uma quantidade enorme de ouro resolveram matá-la para poderem ficar com o ouro todo. Para surpresa deles ao abrirem a galinha viram que ela era igual a todas as outras.
Hoje enquanto conduzia na auto-estrada e quando fui encaminhada para um corte de via reparei que o carro atrás de mim vinha muito colado. Tão colado que consegui reparar que quem conduzia trazia uma espécie de livro no volante e uma caneta na mão. Façamos um parênteses para informar que nesse preciso momento ambos circulávamos a cerca de 80km's hora. Alguns de vocês poderão dizer que é possível faze-lo nas calmas outros dirão "qual é o problema?" e outras ainda dirão "que grande falta de consciência". Mas por aqui não vou fazer juízos de valor nem tão pouco avaliação de comportamentos.
Aquela situação pôs-me a pensar que é exactamente isto que a maioria de nós faz na vida. Fazemos várias coisas ao mesmo tempo, corremos riscos desnecessários, não nos preparamos e muitas vezes perdemos o foco do que naquele preciso momento interessa.
Fazer duas coisas ao mesmo tempo é possível mas fazer duas coisas ao mesmo tempo e bem já se torna desafiante. A forma como conduzes a tua vida tem reflexo nos resultados que obténs. Podes escolher entre fazer duas coisas mais ou menos bem ou uma de cada vez realmente bem!
Era uma vez um sem-abrigo que tinha por hábito bater às portas a pedir alguns euros para comprar comida. Queixava-se da vida e afirmava que as pessoas que tinham dinheiro nunca estavam nada satisfeitas.
- Por exemplo, o dono desta casa - disse - , eu conheço-o muito bem. Sempre foi bom nos negócios e, há muito tempo, ficou imensamente rico. Foi pena não ter a sabedoria de parar por ali. Podia ter transferido os negócios para outra pessoa e passar o resto da vida a não fazer nada. Mas, em vez disso, o que foi que ele fez? Resolveu construir navios para negociar com países estrangeiros. Pensou que ia ganhar milhões.
"Mas caíram fortes tempestades. Os navios naufragaram e toda a sua riqueza foi engolida pelas ondas. Agora, todas as suas esperanças estão no fundo do mar, e a sua grande fortuna desapareceu, como se acordasse de um sonho."
"Há muitos casos como este. Os homens nunca ficam satisfeitos enquanto não conseguem ganhar o mundo inteiro!"
"Quanto a mim, se tivesse o suficiente para comer e vestir, não ia querer mais nada!"
Neste momento, a Fortuna vinha a descer a rua e parou quando viu o sem-abrigo. Disse-lhe:
- Escute! Há muito tempo que o quero ajudar. Segure na sua malinha enquanto eu despejo algumas moedas nela. Mas só faço isso com uma condição: o que ficar na mala será ouro puro, mas o que cair no chão transforma-se em pó. Compreende?
- Sim, sim, claro que compreendo - disse o sem-abrigo.
- Então tenha cuidado - disse a fortuna. – A sua mala está velha, é melhor não a encher muito.
O sem-abrigo estava tão contente que mal podia esperar. Abriu rapidamente a mala e uma enorme quantidade de moedas de ouro foi despejada lá dentro. A mala foi ficando muito pesada.
- Já é o bastante? - Perguntou a Fortuna.
- Ainda não.
- Mas a mala não está rebentar pelas costuras?
- Ainda não!
As mãos do sem-abrigo começaram a tremer. Ah, se pudesse guardar todas as moedas do mundo.
- Agora você já é o homem mais rico do mundo!
- Só mais umas moedas - disse o sem-abrigo - Só mais umas moedas.
- Pronto, já está cheia. A mala vai rebentar.
- Mas ainda aguenta mais, só mais algumas.
Ao cair mais uma moeda – a mala rebentou. O tesouro caiu ao chão e transformou-se em pó. A Fortuna desapareceu. Agora, o sem-abrigo só tinha uma mala vazia, ainda por cima rasgada de alto abaixo. Estava mais pobre do que antes.
Do livro: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral William J. Bennett - Editora Nova Fronteira
E, quando a minha vida terrena terminar, vou feliz e satisfeito, não por ter feito tudo o que gostaria de ter feito, mas por ter aceite a vida que tive.
E sobretudo por me ter regozijado, e ter conseguido olhar para trás e ter pensado que valeu a pena.
Como se fosse hoje
se morresse hoje, morreria feliz.
E a Marta Leal ajuda-nos a olhar para a vida desta forma.
Muitas vezes perguntamos porque é que ele consegue e eu não? Porque é que ele chegou onde chegou e eu nem cheguei a partir? Porque é que uns vencem, outros ficam no caminho e outros nem sequer chegam a partir?
Tudo isto depende da motivação e da inspiração que precisamos para entrarmos em acção. Acredito que para te tornares um vencedor precises:
De Amor:
Fazer por amor em vez de fazeres por dinheiro. Quando se faz por amor os níveis de motivação e inspiração são muito mais elevados do que quando fazes apenas por dinheiro.
Faz por amor e o dinheiro vem por acréscimo.
De Trabalho:
Trabalha, trabalha e trabalha. Trabalha muito e lembra-te que te deves divertir enquanto o fazes. As pessoas mais bem-sucedidas têm muito prazer naquilo que fazem.
De seres o Melhor:
Não basta esforçares-te para seres muito bom. Deves dedicar-te e trabalhares para seres a melhor pessoa na área que queres desenvolver.
De muito Foco:
Não percas o foco do que queres. Foca-te nos objectivos e resolve os obstáculos.
De Esforço:
Procura diariamente fazer mais e melhor mesmo nos dias em que não te apetecer fazer nada.
Serviço ao Outro:
Lembra-te que uma das magias da vida é poderes fazer algo por alguém diariamente.
De nuitas Soluções:
Procura, cria, ouve, escuta, lê, vê, inventa, faz ligações e não rejeites nenhuma ideia que tenhas. Faz isto frequentemente.
Resiliência:
Combate a derrota, os medos, as falhas e os nãos. Persiste e insiste naquilo que sabes que queres.
E como diz Robin Sharma é fácil mas não significa que seja simples.
"Passado uns tempos está tudo a marchar sobre rodas, claro que isto não é um mar de rosas, mas a Marta deu me a tesoura para ir cortando os espinhos. Continuo a ter sessões semanais, onde semana a semana escrevo o que aconteceu a todos os níveis e faço uma análise, definindo objectivos, planos a nível pessoal e profissional. Mais um vez muito obrigada pela orientação e ajuda que me deu, a de me encontrar."
Kate Hall – Antes: Depressiva. Agora: Sem depressão e cheia de vida.
Um certo dia Kate Hall disse ao seu namorado que tinham de deixar o Reino Unido porque o seu coração estava dizer para o fazer. Nessa altura Kate pensou: A vida não deve ser tão difícil. E estava certa!
Já passaram dois anos e Kate curou uma depressão que já durava 5 anos, começou a sua vida de trabalho autonomo e tem viajado pelo mundo. Quando lhe perguntam sobre as suas viagens, Kate afirma: “Às vezes, precisas de dar esse salto de fé e seguir o teu coração”.