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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Coaching Escolar

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O coaching escolar é para todos os estudantes com dificuldades, com  falta de motivação, desorganizados ou com vontade de terem alguém que os ajude para atingirem os seus objectivos.

 

Objectivos:

  • Definição metas em relação aos estudos;
  • Identificação dos obstáculos para o cumprimento dessas metas;
  • Levantamento de estratégias comportamentais que precisam ser adquiridas
  • Aplicação de um treino específico para cada uma delas, com avaliação periódica dos resultados alcançados.

Para Quem:

5º, 6º 7º, 8º,. 9º e  Ensino Secundário

 

Benefícios:

  • Melhorar os resultados;
    • Desenvolver recursos e autonomia;
    • Aumentar a motivação e a autoconfiança;
    • Orientação e organização de estudos – rotina e regras;
    • Desenvolvimento de técnicas para a aprendizagem;
    • Mediação escola, família e aluno;

 

Como funciona?

Sessões presenciais e/ou por skype (as sessões são individuais e têm a duração de 50 minutos)

 

 

Marta leal é coach, formadora, palestrante e motivadora. Enquanto coach desafia, apoia e capacita as pessoas a atingirem todo o seu potencial profissional e pessoal. Apaixonada pela vida, pelas pessoas, pela escrita e pelos resultados dela e dos outros, acredita que pode ajudar a fazer a diferença no mundo.

Website: www.martaleal.net                                                           

e-mail: martaleal@outlook.pt

Cá Por casa

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Cá por casa o ritmo acelera em tempo de descanso. São as festas, os almoços e os jantares, as compras de última hora que insistimos em não repetir e todo o sem número de afazeres a executar em locais onde proliferam pessoas, muitas pessoas. 

À minha agenda acrescenta-se a agenda de duas adolescentes também elas de vida social agitada e preenchida. Seguem-se as marcações de cabeleireiro, as depilações, as pestanas, as unhas e tudo o resto, sempre tudo o resto. Razão tem o filho mais velho quando chegar à altura de dividirmos a herança vamos ter de descontar isto tudo.

Pelo caminho fica uma queda aparatosa, uma gripe tramada e uma necessidade de paragem por uns dias.

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Marta Leal

O dia em que a felicidade desapareceu

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Não me apercebi logo do que se estava a passar. Acordei normalmente preparado para o que eu pensava ser um dia normal. Reparei numa agitação fora do comum em todos os que se cruzavam comigo, pareciam mais ansiosos do que era costume, quase ia jurar que os notava mais perdidos. Olhavam uns para os outros como que a saberem de novidades. Os que eram olhados limitavam-se a encolher os ombros e a abanar a cabeça.

 

Foi então que percebi o que se passava. A felicidade tinha desaparecido. Pelo que entendi não se sabia há quanto tempo mas hoje alguém noticiara o seu desaparecimento. Durante semanas o caso foi notícia de abertura em todos os telejornais, manchete de todos os jornais e até capa de revistas. Todos perguntavam onde estaria, para onde teria ido e o que de facto tinha acontecido.

 

O mundo parou em torno de debates com os mais diversos especialistas, contrataram-se os mais prestigiados investigadores, seguiram-se até pistas dadas por médiuns e videntes. As teorias eram mais que muitas, uns que tinha sido raptada por conhecidos gangs liderados pela tristeza ou angústia, outros defendiam que tinha sido assassinada pelos lobies da cobiça e da inveja, outros que se tinha deixado levar na cantiga do desespero e do desânimo e se tinha suicidado.

 

Com o passar do tempo os dias tornaram-se cinzentos porque faltava alegria para os colorir. As flores continuavam cheias de cor mas ninguém as queria olhar. O Sol nascia e punha-se mas já ninguém olhava a sua beleza porque ninguém conseguia sentir nada que não fosse tristeza. As crianças continuavam a brincar na sua inocência mas nenhum adulto as acompanhava. Lembro-me de pensar que o mundo tinha parado. As pessoas cabisbaixas arrastavam-se num dia a dia sem sentido porque buscavam a felicidade. 

 

Depressa percebi o risco em que todos caímos já tínhamos perdido a Felicidade mas se continuássemos assim íamos também perder a Esperança. Tentei lutar contra isso tudo, continuei a olhar para o que estava á minha volta e a dar-lhe significado, tentei continuar a viver com uma felicidade que fosse minha mesmo que me visse rodeado de tristeza.

 

Um dia ao passear pela praia ao fim do dia encontrei-a. Hoje penso que só a encontrei porque não a procurava. É sempre assim com tudo se procuramos muito não encontramos se deixamos de procurar acaba por vir ter connosco. Olhei-a e não a reconheci. Estava vestida de tristeza, penteada como angústia e calçada de desânimo. Percebi que queria conversar, não estranhei o mundo estava demasiado preocupado consigo mesmo que deixara de falar com os outros.

Conversámos muito. Sobre tudo o que nos rodeava. Falamos do mar, do sol, da areia, das nuvens e até do vento que já se fazia sentir. Vi que os seus olhos começaram a brilhar, que a sua voz falava com paixão e que as suas mãos gesticulavam quase de forma a quererem agarrar o momento.

 

Olhei-a nos olhos e perguntei-lhe se era quem eu estava a pensar. Disse que sim que era. Perguntei-lhe o que tinha acontecido, quem a tinha feito desaparecer, porque não dizia que estava viva, porque é que vagueava naquela praia. Respondeu-me que ninguém a tinha feito desaparecer simplesmente tinha-se cansado. Tinha-se cansado de ser confundida com o que não era. Peço-lhe para me explicar. Sinto-me confuso não percebo o que sente e porque se sente assim.

 

E, foi então que me disse que era suposto ser simples e estar nas pequenas coisas da vida. Inicialmente as pessoas viam-na em todo o lado, numa flor, num sorriso, numa conversa, numa saída entre amigos, num por do sol, no mar, num afago de um animal. Mas com os tempos isso foi-se alterando as pessoas deixaram-na de a entender na sua essência. Confundiam-na com o ter. Achavam que estava no que tinham e não no que sentiam. Procuravam-na fora deles quando ela devia estar no seu interior. Sentia-se cansada, sentia-se triste porque não a entendiam por isso resolveu desistir. Disse-me que se tinha isolado naquela praia porque já ninguém precisava dela. Que nos últimos tempos se tinha cruzado com tantos e que ninguém a tinha reconhecido. Só eu.

 

Digo-lhe que não. Conto-lhe os acontecimentos dos últimos meses, digo-lhe que o mundo se uniu em torno do seu desaparecimento, conto-lhe que o mundo anseia pelo seu regresso, conto-lhe que o mundo já não é o que era. Ri-se, diz-me que sim que tenho razão de facto o mundo já não é o que era mas só porque a procura onde não existe., só porque a olha e não reconhece, só porque a tem e a negligencia, só porque a vê mas não a sente. Depois levanta-se, olha-me nos olhos e diz-me:

 

“Tu reconheceste-me porque existo em ti. Quanto aos que me contaste que me procuram não adianta terem-me sem me sentirem, não adianta procurarem-me se não souberem o que  procuram, não adianta quererem se não me souberem ver.”

Marta Leal

Hercules e a carroça

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Um agricultor conduzia uma carroça muito carregada por uma estrada lamacenta. As rodas afundaram-se na lama e os cavalos não conseguiram desatolar o carro. O agricultor lamentou-se desesperado e implorou a ajuda de Hércules, até que o herói apareceu.

– Se fizer força para tirar as rodas da lama e conduzir bem os cavalos, eu posso ajudar. Mas se  não levantar um dedo para tentar sair do buraco, ninguém – nem mesmo eu – poderei ajudá-lo.

 

O Livro das Virtudes para Crianças
William J. Bennett - Editora Nova Fronteira

Este Natal Oferece Confiança

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A maioria das pessoas que me contacta afirma que o que as impede de avançar são os preços embora eu acredite que é a possibilidade de terem de entrar em acção.

Para colmatar esse desafio este ano criei voucher’s de Natal com um valor mínimo de 15 Euros para que possas oferecer confiança, segurança, motivação, inspiração e até mesmo vontade.

Tens há tua disponibilidade as seguintes modalidades:

 

Voucher para 1 sessão online = 15 euros;

Voucher para 2 sessões online = 25 euros;

Voucher para 1 sessão presencial = 40 euros;

Voucher para 2 sessões presenciais= 60 euros;

Voucher para presença em Workshop = 25 euros.

 

Para encomenda basta enviares-me e-mail com os teus dados para te poder passar recibo e nome da pessoa a quem queres oferecer o presente.

 

Estes valores fazem parte da Campanha de Natal 2014  e têm validade até dia 24 de Dezembro de 2014.

 

O prazo de validade dos voucher's é de 6 meses.

 

 

 

 

Sobre a autora:

Marta leal é coach, formadora, palestrante e motivadora. Enquanto coach desafia, apoia e capacita as pessoas a atingirem todo o seu potencial profissional e pessoal. Apaixonada pela vida, pelas pessoas, pela escrita e pelos resultados dela e dos outros, acredita que pode ajudar a fazer a diferença no mundo.

Website: www.martaleal.net                                                            

e-mail: martaleal@outlook.pt

Encontro na Quinta Avenida

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"Eu estava a sair da Igreja de Saint Patrick, em Nova York, quando um rapaz brasileiro se aproximou.

- Que bom encontra-lo aqui - disse sorrindo. - Precisava muito de lhe dizer uma coisa.

Eu também gostei do encontro com um desconhecido. Convidei-o para tomar um café, contei a chatice que foi minha viagem para Denver, e sugeri que fosse a Harlem no Domingo seguinte para assistir a um serviço religioso.

O rapaz, que devia ter vinte e poucos anos, ouvia-me sem dizer nada.

Eu continuei a falar. Disse-lhe tinha acabado de ler um livro de ficção sobre um terrorista que tomava de assalto a Igreja de Saint Patrick, e o escritor descrevia tão bem o cenário que me tinha chamado a atenção para muitas coisas que nunc atinha prestado atenção nas minhas visitas ao local.  Por isso decidira  passar por ali naquela manhã.

Ficámos quase uma hora juntos, tomámos dois cafés, e eu falei durante todo esse tempo. No final, despedimos-nos, e desejei-lhe uma excelente viagem .

- Obrigado - disse ele, afastando-se.

Foi só aí que notei que os seus olhos estavam tristes; alguma coisa estava errado, e eu não sabia exactamente o quê. Só depois de caminhar alguns  quarteirões é que percebi: o rapaz tinha se aproximado de mim  a dizer que precisava muito de falar comigo.

Durante o tempo que passamos juntos, eu assumi o controle da situação. Em nenhum momento perguntei o que ele queria dizer; na tentativa de ser simpático, preenchi todos os espaços, não permitindo nenhum momento de silêncio, em que o rapaz finalmente pudesse transformar aquele monólogo num diálogo.

Talvez ele tivesse algo muito importante para partilhar comigo. Talvez, se naquele momento eu estivesse realmente atento teria algo para entregar ao rapaz. Talvez tanto a minha vida como a dele tivessem mudado radicalmente depois daquele encontro. Nunca vou saber, e não me vou torturar com o facto de que não soube aproveitar um momento mágico daquele dia; erros acontecem.

Mas, desde então, procuro manter viva na memória a cena da minha despedida e os olhos tristes do rapaz, quando eu não soube receber o que me era destinado, tão pouco consegui dar aquilo que eu queria, por mais que me esforçasse.

Do livro: Histórias para pais, filhos e netos
Paulo Coelho - Editora Globo

Mentoring de Vida

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Porque na maioria dos casos é importante termos alguem que nos motive, que nos inspire, que acredite e nos faça acreditar que nos ajude e abrace rumo ao que sabemos ser a nossa meta. 

 

Mentoring é um termo inglês, normalmente traduzido como "tutoria", "mentoria", "mentorado" ou "apadrinhamento". O mentoring é uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional e consiste numa pessoa experiente ajudar outra menos experiente em determinadas áreas.

 

O Programa de Mentoring foi criado por perceber que é importante termos alguém ao nosso lado que nos vá impulsionando e chamando-nos a atenção para este ou aquele aspecto, enquanto nos motiva, inspira e nos mostra outros caminhos.

 

A finalidade é ajudar as pessoas a desenvolverem o seu projecto de vida, ou melhor dizendo a realizarem os seus sonhos (sejam eles quais forem).

 

Este trabalho envolve compromisso, acção e envolvimento entre os dois: mentor e mentorado. Este é um acompanhamento prolongado que poderá ir de 3 a 6 meses.

 

 

 

Sobre a autora:

Marta leal é coach, formadora, palestrante e motivadora. Enquanto coach desafia, apoia e capacita as pessoas a atingirem todo o seu potencial profissional e pessoal. Apaixonada pela vida, pelas pessoas, pela escrita e pelos resultados dela e dos outros, acredita que pode ajudar a fazer a diferença no mundo.

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e-mail: martaleal@outlook.pt

O ciclo da raiva

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Um famoso empresário gritou com um director da sua empresa, porque estava com muita raiva, naquele momento.

O director, mal chegou a casa, gritou com a sua mulher, acusando-a de gastar demais, porque havia uma maravilhosa refeição à mesa.

A sua mulher gritou com a empregada que partiu um prato.

A empregada pontapeou o cão no qual tropeçara.

O cão saiu a correr, e mordeu uma senhora que ia a passar na rua, porque estava a atrapalhar a sua saída pelo portão.

Esta senhora foi à farmácia para levar uma vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu muito ao ser aplicada.

O farmacêutico, chegou a casa e gritou com mãe porque não gostou do  jantar.

A sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou os seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe: 
-"Filho querido, prometo-te que amanhã vou fazer a tua comida favorita. 
Trabalhas muito, estás cansado e precisas de uma boa noite de sono. 
Vou mudar os lençóis da tua cama por outros bem limpos e bem cheirosos para que possas descansar muito bem. 
Amanhã vais-te sentir muito melhor." 

Naquele momento, rompeu-se o círculo da raiva, pela tolerância, a doçura, o perdão e o amor. 
Você pode fazer o mesmo. A escolha é sua.

Autor Desconhecido

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