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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

O que dizemos não é forçosamente aquilo que os outros ouvem

 

 

Antes de escrever sobre o que pretendo permitam-me que faça um agradecimento aos meus clientes que me inspiram tanto na sua aprendizagem e no seu crescimento. Acredito que todos os dias cresço com os momentos que passamos juntos. A todos eles um obrigada de coração cheio pela inspiração na vida e nas letras, bem como pela motivação diária.

 

Passe-se então dos agradecimentos ás letras que é para isso que aqui estamos. Por vezes insistimos, explicamos e queremos que os outros nos entendam. Por vezes sentimo-nos frustrados, melindrados e quiçá até zangados por não nos entenderem. Por vezes culpamos os outros por não nos ouvirem ou mesmo por não nos entenderem. Esquecemo-nos, contudo, de que falamos uma linguagem própria baseada em vivencias anteriores, crenças, conhecimentos, aprendizagens e emoções. Falamos de um eu para outro eu também ele com toda uma bagagem de referencias.

 

De facto, o que dizemos não é forçosamente aquilo que os outros ouvem. A comunicação só se torna comunicação quando saímos das nossas referencias e passamos a comunicar numa linguagem que o outro conhece e entende. O desafio está em chegares ao outro pelo que ele é sem te preocupares com o que és. O desafio está em comunicares sem competires de uma forma em que transformes aquilo que dizes naquilo que o outro entenda.