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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Males e Virtudes

 

"Esopo era um escravo de rara inteligência que servia à casa de um conhecido   chefe militar da antiga Grécia. Certo dia, em que seu patrão conversava   com outro companheiro sobre os males e as virtudes do mundo, Esopo foi chamado a  dar sua opinião sobre o assunto, ao que respondeu seguramente: - Tenho a mais   absoluta certeza de que a maior virtude da Terra está à venda no   mercado. - Como? Perguntou o amo surpreso. Tens certeza do que estás a dizer? Como podes afirmar tal coisa? - Não só afirmo, como, se meu  amo permitir, irei até lá e trarei a maior virtude da Terra. Com a devida   autorização do amo, saiu Esopo e, dali a alguns minutos voltou carregando um   pequeno embrulho. Ao abrir o pacote, o velho chefe encontrou vários   pedaços de língua, e, enfurecido, deu ao escravo uma hipotese para se explicar. - Meu amo, não vos enganei, retrucou Esopo. - A   língua é, realmente, a maior das virtudes. Com ela podemos consolar, ensinar,   esclarecer, aliviar e conduzir. Pela língua os ensinos dos filósofos são   divulgados, os conceitos religiosos são espalhados, as obras dos poetas tornam-se conhecidas de todos. Acaso podeis negar essas verdades, meu amo? -  Boa, meu caro, retrucou o amigo do amo. Já que és desembaraçado, que tal   trazer-me agora o pior vício do mundo. - É perfeitamente possível,   senhor, e com nova autorização de meu amo, irei novamente ao mercado e de lá   trarei o pior vício de toda terra.

Concedida a permissão, Esopo saiu   novamente e dali a minutos voltava com outro pacote semelhante ao   primeiro. Ao abri-lo, os amigos encontraram novamente pedaços de   língua.  Desapontados, interrogaram o escravo e obtiveram dele surpreendente   resposta: - Por que vos admirais de minha escolha? Do mesmo modo que a   língua, bem utilizada, se converte numa sublime virtude, quando relegada a   planos inferiores se transforma no pior dos vícios. Através dela tecem -se as   intrigas e as violências verbais. Através dela, as verdades mais santas, por ela   mesma ensinadas, podem ser corrompidas e apresentadas como anedotas vulgares e   sem sentido. Através da língua, estabelecem-se as discussões infrutíferas, os   desentendimentos prolongados e as confusões populares que levam ao desequilíbrio   social. Acaso podeis refutar o que digo? - Indagou Esopo.

Impressionados   com a inteligência invulgar do serviçal, ambos os senhores calaram-se,   comovidos, e o velho chefe, no mesmo instante, reconhecendo o disparate que era   ter um homem tão sábio como escravo, deu-lhe a liberdade. "

 

Autor desconhecido.

 

 

 

 

Noticias em forma de Post

Hoje dia 22 de Outubro o mundo gira e lá por fora o papa continua a encantar, nos Estados Unidos os republicanos cedem no limite da divida, o governo Angolano corta parceria estratégica com Portugal, na China um casal vende uma filha para comprar um iphone e Berlusconi prefere serviço comunitário.

 

Cá por dentro  Diogo Infante casa-se com o seu agente, o governo obriga desempregados a devolver dinheiro de subsídios, Sócrates explica a sua fortuna com herança da mãe e como se isso não bastasse ameaça regressar á vida política, o meu Sporting goleou e a Selecção Nacional vai discutir a participação no Brasil no play-off. Sete cidadãos do movimento "Obrigado Troika!", organizam, em Lisboa, uma manifestação de apoio ao FMI. Já estou como o outro, ele há cada maluco!

 

Cá por casa cheguei á conclusão que somos uma família constituída por um núcleo duro e pelos restantes elementos. O núcleo duro são as mulheres os restantes elementos são os homens. Sem se pretender qualquer guerra de sexos cá por casa percebemos que revertemos as tarefas e invertemos as regras. As filhas receberam o diploma de mérito e a mãe babou. O filho decidiu-se por um fim-de-semana na capital e a mãe por um fim-de-semana de trabalho. Cá por casa as próximas novidades já foram contadas ao núcleo duro e aos restantes elementos da família. Ficam por contar aos que me lêem até porque o segredo é alma do negócio. Baralha-se o tempo e baralha-se-me o guarda-roupa, saio de casa com botas com dias de sol e com sapatos abertos em dias de chuva vale-me a descontracção e o encolher de ombros que em caracteriza me situações mais ou menos embaraçosas.

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Fale-se de amor

Fale-se de amor e questione-se o porquê de movermos montanhas pelos outros e nos esquecermos de nós. Fale-se de amor e questione-se o porquê de lutarmos com unhas e dentes pelos filhos, pelos que nos são tão próximos e nos esquecermos de nós mesmos. Fale-se do amor aos outros e das vezes que nos esquecemos do amor a nós.

 

Coloque-se, por momentos, valores e crenças de lado e pense-se sobre aquilo que deve ser pensado. Hoje pensa num "eu" que muitas vezes tem tendência a confundir-se e mesmo fundir-se  num "nós" e nos "outros".  Hoje fala-se de amor e pergunta-se: Quando foi a ultima vez que pensaste em ti?

 

EU? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

 

A Vera fala-nos de manusearmos a nossa própria vida

"Sem dúvida que a sintonia emergiu no momento e aceitei o desafio, entreguei-me ao processo e à voz da minha consciência! Permiti-me!
Foram inúmeros os ensinamentos que recebi durante o meu processo de coaching, um dos mais preciosos foi reconhecer o quanto é poderoso o autoconhecimento quando alinhado com o nosso foco/objectivos.
As sessões foram a alavanca que precisava para desbloquear e me adaptar a um novo ciclo de vida.
Eu, "a menina que já não sabia Sonhar", aprendi a reconhecer os meus medos e a enfrentá-los, identifiquei os meus talentos e qualidades e aprendi a valoriza-los. Redescobri-me e reconheci que para ser eu Mesma basta Querer e Agir e assim aceitei-me a mim mesma, na minha perfeita imperfeição. Tudo isto e muito mais, num processo repleto de instrumentos e aprendizagens para todas as áreas da nossa Vida.
A Martinha  brilha pelo seu estilo de Ser, captou a minha atenção e criou uma onda de motivação e entusiasmo ao longo do processo, direccionando-me para o melhor de mim. O Olhar atento, a dedicação, o trabalho sério e profissional encantam a par com a sua Delicadeza, serenidade, meiguice, Sorriso Feliz e energia fulminante. Dá tudo de si, ensina tudo o que sabe e eu fiquei abonada com tamanhos ensinamentos...
Reaprendi a permitir-me Sonhar e acreditei e, de rompante a auto confiança, a auto estima e a valorização pessoal assaltaram o meu EU. Identifiquei as ferramentas que tenho, reconheci outras tantas e reiniciei no manuseamento das mesmas na minha Vida. A Martinha sempre conectada, pronta a desafiar constantemente, a apoiar e a capacitar no trilhar do caminho da procura do meu Eu, produzindo em mim empenho, foco e muita acção.
Hoje, sou o melhor de Mim! Sou "a menina que voltou a sonhar" e a Magia Acontece...todos os dias!
Obrigada Martinha pela sua partilha e por me ter permitido poder partilhar e escutar os seus ensinamentos que fazem parte dos meus dias e da minha Vida, Continuam a fazer-me pensar e valorizar mais um pequeno grande pormenor em Mim a todo o instante.  Foi um privilégio ter experienciado e partilhado este inicio de processo de desenvolvimento e auto conhecimento consigo! Admiro-a muito, será sempre uma referência, é a Mentora mais dedicada, focada, determinada, que além de deter a competência técnica, usa a sua extrema sensibilidade para ajudar a atingir os nossos objectivos com toda a sua simplicidade e genuinidade tão sua e verdadeira.
 
Eu também acredito que a vida é como eu a quero ver e as coisas são como eu quero que sejam ... e assim tudo faz sentido.
 
Continue assim, a partilhar não só pelas palavras, mas também pelos olhares e pelos sorrisos, um esplêndido canal de luz!
Muito Obrigada! "
 
Para avançarmos torna-se importante reflectirmos. Reflectirmos sobre quem somos, sobre o que gostamos e o que não gostamos, o que queremos e o que não queremos. Para avançarmos torna-se importante saber quem somos para posteriormente definirmos para onde queremos ir.

 

Gosto da minha família linda, gosto dos meus amigos, gosto de ser como sou. Gosto de praia, gosto de campo, gosto de vinho tinto e também gosto de cerveja, gosto de caracóis e de sardinha, gosto de dançar, gosto de sair, gosto de viajar e gosto mesmo de uma boa conversa, gosto de confiar, gosto da verdade, mas há uma coisa da qual eu não abdico mesmo ... de sonhar.

Eu ? continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

Noticias em forma de Post

Hoje dia 14 de Outubro de 2013 o mundo gira ao som das notícias que informam que o número de mortos na ponte na Índia se estima em 109, o prémio Nobel da economia é hoje dado em Estocolmo e os Estados Unidos continuam num impasse. Lá por fora o papa continua a surpreender e a encantar, Bridget Jones regressa, em livro, com dois filhos, viuva mas com o mesmo drama com os homens, Charlene do Mónaco brilha em evento dedicado á moda e Daniela Mercury e Malu Verçosa casaram-se

 

Cá por dentro os pensionistas vão sofrer mais uns cortes, gasolina e gasóleo devem ficar mais caros durante esta semana, Sócrates continua feliz, contente e muito compenetrado como comentador na estação pública de televisão e segundo consta o nosso primeiro está cada vez mais autista. Cá por dentro Catarina Furtado prepara-se para a moda Lisboa, o campeonato de surf tem estado á espera das ondas e o canal sic caras pretende ser um canal novo e empolgante.

 

Cá por casa os convites e as noticias sucedem-se a um ritmo empolgante. Aos olhos dos outros é tudo uma questão de sorte aos meus olhos é tudo uma questão de empenho e de atrevimento. Cá por casa a filha mais nova anda de muletas, a do meio vai á Letónia e o mais velho só descobriu que a mãe está nos especialistas da sapo mulher este fim de semana. Entre mediação familiar e família ainda deu para dar um salto ao campeonato de surf no supertubos, na ausência das ondas valeu-nos o ambiente. Cá por casa continuo a defender o direito á diferença e á mudança até porque cá por casa somos a favor dos que se assumem num ser e num estar muito próprios.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

És tu quem decides

Um consultório prático onde se fala de assuntos comuns, pessoas comuns e vidas comuns. Partilha, pergunta e dá o mote para a crónica seguinte ( martaleal_lifecoach@sapo.pt). A tua partilha nunca será divulgada, a não ser que assim o desejes,  mas o teu desafio e o teu exemplo podem ser o tema da próxima crónica, até porque as tuas experiencias podem ser a motivação de outros.

 

Por aqui continuo muito mãe, muito mulher e muito eu mesma.

Proíbes ou Permites?

 

Nos últimos tempos é frequente dar comigo a meter-me com todos os bebés que encontro na rua ou mesmo a sorrir para uma qualquer mulher grávida. Saudades. Muitas saudades de uma barriga a mexer e de todas as sensações que isso me provocava. Muitas saudades da preparação dos enxovais, das duvidas de ultima hora, das incertezas onde a única certeza era a de que não podia recuar.

 

Os filhos, sempre os filhos. Saudades dos cheiros a bebé, das horas passadas a amamentar, dos primeiros sorrisos, das primeiras palavras, dos primeiros passos. Saudades das primeiras perguntas, mesmo aquelas que me  deixavam embaraçada. Ao pensar nisso não deixo de sorrir perante algumas birras que ficaram para sempre na memória de mãe.

 

Perdoem-me o lugar comum mas passa depressa, demasiado depressa. Um dia estamos grávidas e no outro temos os genros e as noras a entrarem-nos pela casa dentro sem que tenhamos tido consciência do tempo que realmente se passou. Passa tão depressa que continuamos a olhar para eles como sendo os nossos meninos e meninas. Passa tão depressa que por vezes temos vontade de voltar atrás para aproveitar mais, muito mais.

 

Muitas saudades daquelas pessoas pequenas que numa autenticidade única nos fazem sentir tão preenchidos. Acontece que um dia crescem. Crescem numa procura de uma identidade tão própria, tão única, tão deles. Acredito que a nós pais cabe-nos o papel de apoiar e  desafiar, permitir e proibir, ser, estar e ensinar. Ensinar a fazer, a escolher e a assumir escolhas tão próprias de uma idade onde a irreverência assume o papel principal e onde o desafio é a palavra de ordem.

 

Tão fácil proibir, impedir, escolher e fazer por eles. Tão difícil permitir que façam, que errem, que escolham e que sejam.  E tu? de que lado da barreira é que estás? Dos que proíbem ou dos que permitem?

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito  mulher mas sobretudo eu mesma. Consciente de que uns dias proíbo e outros dias permito.

De mães a filhas

 

Hoje brinquemos ao faz de conta e alterem-se papéis. Passemos de mães a filhas que nunca deixámos de ser. Passemos a filhas com vivências de mães. Um dia a mãe disse-me que eu só iria entender certas coisas quando também eu fosse mãe. Hoje, eu sei que ela tinha razão.

 

Hoje, assumo aquele papel que por vezes descuramos, assumo aquele papel que por vezes esquecemos. Hoje assumo o papel de filha de uma mãe que nunca vai deixar de o ser. E enquanto escrevo sorrio ao lembrar-me das preocupações actuais que são tão parecidas com as preocupações do antigamente. Sorrio perante as preocupações e medos que um dia não foram percebidas, mas que hoje me fazem todo o sentido como filha e como mãe.

 

Hoje, como filha, sinto que por vezes ao sermos mães perdemos a noção de sermos filhas. Embrenhamo-nos no papel de mães e perdemos a atenção naquela que um dia se embrenhou em nós. Atente-se mais às mães que um dia decidiram ter-nos como filhas. Alterne-se entre papéis e valorizem-se as gerações de que um dia faremos parte.

 

Mães de outros tempos

Hoje fala-se de mães de outros tempos: as mães dos nossos tempos. Quando nos separamos, seja qual for a razão que nos leve a faze-lo, não fazemos ideia daquilo que nos espera. Encetamos um recomeço e sonhamos com as facilidades de um mundo que nos ajude, que nos aceite e sobretudo que nos compreenda. Lidamos melhor ou pior com o sentimento de derrota anterior mas continuamos cheias de esperança por um mundo melhor. Para nós e para eles, os filhos.

 

Debatemo-nos com uma nova rotina, uma nova realidade e novos conceitos. Passamos de casadas a divorciadas, o mundo olha-nos de forma diferente e nós olhamos o mundo com outros olhos. Os filhos deixam de ser nossos e passam a ser meus e teus. Luta-se por acordos que nos satisfaçam, por despesas razoáveis e pagamentos cumpridos. Luta-se por horários justos, visitas satisfeitas e paz, sobretudo paz. Ficamos com a sensação que em vez de vivermos nos limitamos a lutar. Compete-se em vez de se cooperar.

 

Permitam-me que pare e que pense na pouca importância que damos aos momentos em que fomos felizes. Podia falar-vos das dores, das quedas que dei, dos medos, das inseguranças e das injustiças que senti. Não o faço porque quase não me lembro. Não o faço porque sempre que penso no que tive o sorriso insiste em crescer. Acredito que mais tarde ou mais cedo existe um momento em que todos acreditamos que somos felizes. Verdadeiramente felizes. E um dia olhamos ao espelho e não conhecemos a imagem do outro lado. Não. Não se trata de envelhecimento precoce mas apenas de perda de identidade.

 

Corre-se contra os meses que nos parecem cada vez maiores. Concentramo-nos na sobrevivência material para que não lhes falte nada. Esquecemo-nos de quem somos mas sobretudo de quem queremos ser. Não nos permitimos sonhar, não nos permitimos viver. Vale-nos a maternidade. Gostamos de ser mães como sentido e como propósito. Gostamos da barriga a mexer, gostamos dos abraços e gostamos dos “és a melhor mãe do mundo”. Gostamos todas de ser as melhores mães do mundo!

 

Somos diferentes mas tão iguais. Gostos, sonhos, objectivos, crenças e valores. Vivências e experiências. Amores e desamores. Mentiras e verdades. Somos o que queremos, e somos apenas o que decidimos ser. No meu caso? Mãe, Mulher, mas sobretudo, eu mesma.

 

E tu quem decides ser? O que precisas para avançar?

 

PS: o meu agradecimento a uma mãe muito especial que me inspirou

Eu e o meu mundo

 

Hoje dia 30 de Setembro de 2013 o mundo gira ao som das notícias que informam que inflacção da zona euro abranda para 1,1%, a data da canonização de João Paulo II já está marcada e Xeque saudita defende que conduzir danifica os ovários das mulheres.Rui Costa conquista o mundo em bicicleta, no ténis João Sousa vence em Kuala Lumpur e com tantas vitórias se me falar alguma agradeço que me informem. Acorda-se com a notícia da morte de Cláudio Cavalcanti.

 

Cá por dentro consta que os rosas deram cabo dos laranja e que os que não se dirigiram às urnas rondam os 47%. Entre vitórias e derrotas adormeceu-se ao som de buzinas e de discursos mais ou menos inflamados. Marisa Cruz e João Pinto estão em guerra e para os interessados começou mais uma Casa dos Segredos.

 

Cá por casa o tempo começou a sobrar pela manhã. A correria da preparação de pequenos-almoços, mochilas e transporte de outros tempos deu lugar a um simples até logo mãe. O filho mais velho já votou e eu devo confessar que a nostalgia apareceu sem mais nem menos. Cá por casa somos cada vez mais resistentes aos cozinhados até porque o mais que tudo o faz de forma perfeita. Entre isto e aquilo continuamos dedicadas á inspiração e á motivação, ao ser e ao estar.

 

Eu? Continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma. E tu? Quais são as tuas noticias?

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