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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Sonhem. Sonhem muito como se não existisse qualquer impedimento

Sonhem. Sonhem muito como se não existisse qualquer impedimento. Sonhem como se de repente o mundo fosse vosso e nada nem ninguém vos impedisse de serem quem são. Sonhem de modo a que se sintam os reis/as rainhas do mundo. É isto que tenho por princípio passar a quem me procura diariamente, é isto que me move e que faz de mim quem sou, a minha capacidade de sonhar.

 

Sou uma sonhadora nata e isso não é novidade para ninguém. Gosto de sonhar mas gosto de concretizar. Perco-me nas mais variadas conjecturas, perco-me naquilo que para mim me faz sentido mas reconheço que tenho dificuldade em sonhar aquilo que me será impossível concretizar. Eu, a mulher para quem não há impossíveis reconheço que existem aqueles momentos em que me impeço de sonhar apenas por sonhar.

 

Hoje desafio-me, saio da minha zona de conforto e levo o sonho ao limite. Só por hoje imagino que em vez de um metro e meio tenho um metro e oitenta. Sou alta e espadaúda sem precisar de ser loura. Hoje imagino que todos os fatos compridos do mundo me ficam a matar.

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/sonhar-fora-da-zona-de-conforto/

Pessoas Comuns - Vidas que inspiram

Jodi EtternbergJodi Ettenberg – Antes: Advogada. Agora: Possui um blog sobre viagem e comida e faz trabalhos como freelancer.

Ao fim de 5 anos a trabalhar como advogada Jodi decidiu mudar de vida. Fez as malas e viajou pelo mundo durante um ano. Os planos eram que quando voltasse voltaria ao mundo da advocacia. mas isso não aconteceu e já passaram 6 anos.

Hoje a Jodi mantém um blog que iniciou para manter a familia informada sobre as suas viagens. Neste Blog Jodi fala sobre viajens e comida. Para viver faz trabalhos de freelancer para revistase presta conusutoria sobre redes socias. Quando perguntam sobre voltar a uma vida dita normal, ela responde "sou muito grata por ter construido um negocio em torno de comida e lugares que adoro e nunca preciso sair do meu trabalho para ser uma "escritora" de viajens".

Para quem esta ideia é sedutora Jodi dá umas dicas no seu blog sobre como viver desta forma http://www.legalnomads.com/

o meu mundo é diferente do teu mundo

 

 

Pessoalmente sou pouco crédula no diz respeito a fórmulas mágicas e a verdades absolutas. Sou ainda menos crédula quando nos dizem de fora que nos vão resolver todos os problemas. Pessoalmente não acredito que alguém possa resolver os meus problemas. Não acredito sequer que EU possa resolver os TEUS problemas. E eu sei que sou boa no que faço.

 

Acredito sim que cada um de nós tem uma fórmula pessoal na maioria dos casos intraduzível para qualquer outro. Acredito que só avançamos quando nos predispomos a fazê-lo. Acredito que o meu mundo é diferente do teu mundo e consequentemente a minha realidade é diferente da tua realidade. Acredito que o que me serve a mim não tem obrigatoriamente de te servir a ti. Acredito que o que eu considero como minha felicidade não se compara com aquilo que tu consideras a tua felicidade.

 

Uma das razões que encontro para que as pessoas com quem tenho trabalhado tenham bons resultados é a de que não são elas que se adaptam a fórmulas existentes. Os bons resultados aparecem porque trabalhamos em conjunto para que se criem fórmulas novas que levem á felicidade e á concretização pessoal de cada uma dessas pessoas, ou seja, para que se encontrem soluções únicas para pessoas únicas.

 

O coaching leva-te á mudança apenas se quiseres mudar. O coaching leva-te ao auto conhecimento apenas se te quiseres conhecer. O coaching leva-te á acção se estiveres predisposto a agir. O coaching leva-te a atingir os teus objectivos se tiveres vontade de o fazer.

 

A diferença entre nós os dois? É que eu sem ti não consigo fazer nada e tu sem mim corres o risco de ficar onde estás por muito mais tempo

O amor sempre o amor

Leonor saiu do táxi confiante. Tinha marcado aquela viagem há uns meses. Inicialmente iam dois mas as coisas entre ela e João tinham terminado há pouco mais de um mês. Respirou fundo tinha decidido fazer aquela viagem nem que fosse sozinha. E, ali estava ela cheia de vontade mas também cheia de receios. Nunca se tinha aventurado tanto. Olhou o relógio e depois de verificar que tinha tempo decidiu fumar um último cigarro.

- Desculpe podia-me dar lume ? – disse-lhe ele de forma educada.

- Claro .- sorriu Leonor

Fumou com toda a calma enquanto observava as pessoas que chegavam. Quem seriam, para onde iriam, será que iriam para o mesmo destino que ela? Entrou e dirigiu-se ao check-in. A fila estava longa e o serviço lento .

- Se não se despacham acho que ficamos em terra.

Leonor sorriu-lhe era ele novamente. Afinal iam para o mesmo destino.

- Sim, também me parece

- Jorge Simões – apresentou-se ele

- Leonor Almeida – acrescentou ela.

Jorge de repente ficou assustado. Olhou-a e pediu-lhe se ela não se importava de lhe fazer um favor. Que depois lhe explicava. Que lhe ia parecer que ele era maluco mas que depois explicava. Jorge deu-lhe um abraço, beijou-a na testa e deu-lhe a mão. Leonor corou não estava a perceber nada e estava a começar a sentir-se incomodada.

- Ah então foi por causa dela que acabaste comigo

- Teresa a nossa relação já acabou há 6 meses.

- Mas tu vais voltar eu sei que vais voltar.

- Teresa acabou.

Leonor não queria acreditar. De repente estava metida numa cena de ciúmes que nem sequer era dela. Quanto mais olhava para Jorge mais simpatizava com ele. A conversa estava  a ser monopolizada por Teresa que agora descrevia um rol de queixas sobre o facto de Jorge a ter deixado.  Jorge limitava-se a apertar-lhe a mão e a deixar Teresa falar. Leonor resolveu intervir.

- Teresa, eu e o Jorge estamos juntos e esta vai ser a nossa lua-de-mel.

- Quero ver quanto tempo ele vai demorar a voltar para mim 

- Isso é uma questão que nem se põe porque nós amamo-nos mesmo – dito isto beijou Jorge com sofreguidão deixando-o sem fôlego e sem palavras.

Quando o acabou de beijar Teresa já se tinha afastado. Jorge olhava-a de forma estranha e Leonor que começava a cair em si e a perceber o que tinha feito disse-lhe:

- Para grandes males grandes remédios.

- Achas que ela já se foi?

- Penso que sim mas o melhor é não facilitar não vá estar ela aí escondida atrás de algum poste. A vigiar-te.

Jorge riu á gargalhada e Leonor também. Agradeceu-lhe ela ter entrado no jogo. E disse-lhe que se ela tivesse um tempinho lhe contava a história. Leonor disse que não era necessário, que tinha dado para perceber e que já estava tudo esclarecido.

 

Seguiram juntos na viagem. Sentados lado a lado Jorge contou-lhe a sua história. Leonor ouvia-o mas os olhos teimavam em fechar-se. Ainda deu por ele lhe dar um beijo na cara ao de leve e de a ter tapado. Sonhou muito. Um sonho sem qualquer nexo. Sentia-se feliz e a flutuar mas não sabia onde estava ou com quem estava.

- Calma bela adormecida é só turbulência.

Leonor olhou-a estremunhada teve dificuldade em localizar espaço e envolvente. Sorriu-lhe perguntou-lhe se tinha dormido muito. Disse-lhe que não que fora o tempo suficiente para ele sonhar acordado. Jorge continuou a falar de forma imparável. Leonor de início ouvia-o mas depois começou a observá-lo, olhava-lhe os gestos, os olhos, a boca, o cabelo, a postura e sentia que ele mexia com ela. Pensava que há umas horas atrás saíra de casa rumo ao desconhecido e agora ali estava ela com um desconhecido. 

- E já conheces a cidade?

- Não nunca cá estive.

- Precisas de um guia? Conheço um charmoso, bem falante e sabes até pelo que consta bom beijador

- Preço?

- Para ti tenho uma tabela especial. Por cada rua que conheceres contas-me um desejo teu para que eu o possa realizar. Por cada museu que visitarmos contas-me um segredo teu para que eu o possa guardar. Por cada espectáculo que assistirmos peço-te que me dês a mão para que eu te segure e não te deixe fugir. O que é que foi ? Porque é que estás a olhar para mim assim?

- Apetecia-me beijar-te

- Normal, esqueci-me de te avisar que sou viciante.

- E quanto isso me vai custar

- Tempo para me deixares conquistar-te

Onde para a felicidade?

 

 

Não me apercebi logo do que se estava a passar. Acordei normalmente preparado para o que eu pensava ser um dia normal. Reparei numa agitação fora do comum em todos os que se cruzavam comigo, pareciam mais ansiosos do que era costume, quase ia jurar que os notava mais perdidos. Olhavam uns para os outros como que a saberem de novidades. Os que eram olhados limitavam-se a encolher os ombros e a abanar a cabeça.

 

Foi então que percebi o que se passava. A felicidade tinha desaparecido. Pelo que entendi não se sabia há quanto tempo mas hoje alguém noticiara o seu desaparecimento. Durante semanas o caso foi notícia de abertura em todos os telejornais, manchete de todos os jornais e até capa de revistas. Todos perguntavam onde estaria, para onde teria ido e o que de facto tinha acontecido.

 

O mundo parou em torno de debates com os mais diversos especialistas, contrataram-se os mais prestigiados investigadores, seguiram-se até pistas dadas por médiuns e videntes. As teorias eram mais que muitas, uns que tinha sido raptada por conhecidos gangs liderados pela tristeza ou angústia, outros defendiam que tinha sido assassinada pelos lobies da cobiça e da inveja, outros que se tinha deixado levar na cantiga do desespero e do desânimo e se tinha suicidado.

 

Com o passar do tempo os dias tornaram-se cinzentos porque faltava alegria para os colorir. As flores continuavam cheias de cor mas ninguém as queria olhar. O Sol nascia e punha-se mas já ninguém olhava a sua beleza porque ninguém conseguia sentir nada que não fosse tristeza. As crianças continuavam a brincar na sua inocência mas nenhum adulto as acompanhava. Lembro-me de pensar que o mundo tinha parado. As pessoas cabisbaixas arrastavam-se num dia a dia sem sentido porque buscavam a felicidade. 

 

Depressa percebi o risco em que todos caímos já tínhamos perdido a Felicidade mas se continuássemos assim íamos também perder a Esperança. Tentei lutar contra isso tudo, continuei a olhar para o que estava á minha volta e a dar-lhe significado, tentei continuar a viver com uma felicidade que fosse minha mesmo que me visse rodeado de tristeza.

 

Um dia ao passear pela praia ao fim do dia encontrei-a. Hoje penso que só a encontrei porque não a procurava. É sempre assim com tudo se procuramos muito não encontramos se deixamos de procurar acaba por vir ter connosco. Olhei-a e não a reconheci. Estava vestida de tristeza, penteada como angústia e calçada de desânimo. Percebi que queria conversar, não estranhei o mundo estava demasiado preocupado consigo mesmo que deixara de falar com os outros.

Conversámos muito. Sobre tudo o que nos rodeava. Falamos do mar, do sol, da areia, das nuvens e até do vento que já se fazia sentir. Vi que os seus olhos começaram a brilhar, que a sua voz falava com paixão e que as suas mãos gesticulavam quase de forma a quererem agarrar o momento.

 

Olhei-a nos olhos e perguntei-lhe se era quem eu estava a pensar. Disse que sim que era. Perguntei-lhe o que tinha acontecido, quem a tinha feito desaparecer, porque não dizia que estava viva, porque é que vagueava naquela praia. Respondeu-me que ninguém a tinha feito desaparecer simplesmente tinha-se cansado. Tinha-se cansado de ser confundida com o que não era. Peço-lhe para me explicar. Sinto-me confuso não percebo o que sente e porque se sente assim.

 

E, foi então que me disse que era suposto ser simples e estar nas pequenas coisas da vida. Inicialmente as pessoas viam-na em todo o lado, numa flor, num sorriso, numa conversa, numa saída entre amigos, num por do sol, no mar, num afago de um animal. Mas com os tempos isso foi-se alterando as pessoas deixaram-na de a entender na sua essência. Confundiam-na com o ter. Achavam que estava no que tinham e não no que sentiam. Procuravam-na fora deles quando ela devia estar no seu interior. Sentia-se cansada, sentia-se triste porque não a entendiam por isso resolveu desistir. Disse-me que se tinha isolado naquela praia porque já ninguém precisava dela. Que nos últimos tempos se tinha cruzado com tantos e que ninguém a tinha reconhecido. Só eu.

 

Digo-lhe que não. Conto-lhe os acontecimentos dos últimos meses, digo-lhe que o mundo se uniu em torno do seu desaparecimento, conto-lhe que o mundo anseia pelo seu regresso, conto-lhe que o mundo já não é o que era. Ri-se, diz-me que sim que tenho razão de facto o mundo já não é o que era mas só porque a procura onde não existe., só porque a olha e não reconhece, só porque a tem e a negligencia, só porque a vê mas não a sente. Depois levanta-se, olha-me nos olhos e diz-me:

 

“Tu reconheceste-me porque existo em ti. Quanto aos que me contaste que me procuram não  adianta terem-me sem me sentirem, não adianta procurarem-me se não souberem o que  procuram, não adianta quererem se não me souberem ver.”

Impedimentos

Prendemo-nos demasiado ao que os outros pensam, ao que os outros esperam e ao que os outros querem. Perdemos demasiado tempo a pensar no outro quando era importante começarmos por pensar em nós. 
Sabias que a vantagem que todos temos nesta vida é a de sermos seres únicos, podermos pensar por nós e estarmo-nos profundamente nas tintas para aquilo que os outros pensam? Sabias que uma das vantagens que  temos na vida é aquele momento em que percebemos que podemos ser tanto num mundo onde se espera tão pouco? 
E agora se não tivesses impedimento nenhum qual seria o primeiro passo que darias?

Cá por casa

Cá por casa posso dizer que subi a mais uma montanha e que os últimos passos foram quase de gatas. Custou-me, arrastei-me e consegui. Na volta não devia escrever isto desta maneira. Se calhar o melhor modo era inspirar-vos de outra forma. Dizer-vos que não custa nada, que é fácil e que se faz com uma perna ás costas. Mas se vos dissesse isso ia mentir ou,  como agora se costuma dizer, alterar ligeiramente os factos.

 

Com a prova superada festejou-se a valer e sobre o dia seguinte só vos posso falar de um dia onde os sons estavam todos demasiado altos e os cheiros demasiado fortes. Opssssss. Se calhar também não vos devia contar isto porque é capaz de não me ficar bem,  mas o que é que querem cá por casa somos muito nós.

 

No entretanto,  marchei pela igualdade e pela diversidade, patrocinei um prémio no arraial pride, passeei pela baixa lisboeta e pelo Chiado e cheguei á conclusão que gosto do cheiro a cidade. A diversidade é algo que me atrai, podia até confessar-vos que a diversidade é algo que me seduz.

 

As noites estão a ser muito curtas e os dias muito longos. O saldo só não é negativo porque a falta de horas de sono provoca em mim uma tempestade criativa que me faz fazer mais e diferente.

 

Cá por casa? continuo assim, muito mãe, muito mulher mas sobretudo eu mesma.

 

 

 

Momento de Reflexão em jeito de Moda

A tendência natural é para nos entranharmos numa rotina tão nossa que acabamos por nos esquecer daqueles a que chamamos de nossos. Os dias passam num ápice, os meses transformam-se em anos e pela ordem natural das coisas alguns vão ficando pelo caminho. Acalmem-se os leitores que estas palavras não são de tristeza mas sim de recordação.

 

Há dias em que penso muito naqueles que me são queridos e que já não estão entre nós, que é como quem diz no mundo dos vivos. De uma forma quase egoísta penso na falta que todos eles me fizeram quando tudo terminou. A única coisa que lamento é não nos ser permitido dizer-lhes o quanto nos fazem falta.

 

Hoje recorda-se a tia-avó que me ensinou a gostar de cinema, de teatro e de produção nacional. Recordam-se as histórias contadas e recontadas, os vestidos que se vestiam vezes sem conta e o chapéu que me fazia recuar no tempo. Hoje recordam-se os vestidos, os saltos altos e as pérolas.

 

Porque hoje, por aqui recorda-se aquilo que nos faz sorrir com requinte, sempre com muito requinte…

 

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/momento-de-reflexao/

O Mandarim e o Alfaiate

"Um dia um homem recebeu a notícia de que acabara de ser nomeado mandarim.

Ficou tão eufórico que quase não se conteve.

- Serei um grande homem agora - disse a um amigo. - Preciso de roupas novas imediatamente, roupas que façam jus à minha nova posição na vida.

- Conheço o alfaiate perfeito para você - replicou o amigo. - É um velho sábio que sabe dar a cada cliente o corte perfeito. Vou lhe dar o endereço.

E o novo mandarim foi ao alfaiate, que cuidadosamente tirou suas medidas. Depois de guardar a fita métrica, o homem disse:

- Há mais uma informação que preciso Ter. Há quanto tempo o senhor é mandarim?

- Ora, o que isso tem a ver com a medida do meu manto? - perguntou o cliente surpreso.

- Não posso fazê-lo sem obter essa informação, senhor. É que mandarim recém-nomeado fica tão deslumbrado com o cargo que mantém a cabeça altiva, ergue o nariz e estufa o peito. Assim sendo, tenho que fazer a parte da frente maior que a parte de trás. Anos mais tarde, quando está ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos da experiência o tornam sensato, e ele olha adiante para ver o que vem em sua direção e o que precisa ser feito a seguir, aí então eu costuro o manto de modo que a parte da frente e a de trás tenham o mesmo comprimento. E mais tarde, depois que seu corpo está curvado pela idade e pelos anos de trabalho cansativo, sem mencionar a humildade adquirida através de uma vida de esforços, então faço o manto de forma que as costas fiquem mais longas que a frente.

"Portanto, tenho que saber há quanto tempo o senhor está no cargo para que a roupa lhe assente apropriadamente."

O novo mandarim saiu da loja pensando menos no manto e mais no motivo que levara seu amigo a mandá-lo procurar exatamente aquele alfaiate."

 

Do livro: O Livro das Virtudes II 

O Compasso Moral (pág. 650/651) William J. Bennett - Editora Nova Fronteira

Projecto Crescer com Segurança Interior e Tornar o Mundo melhor

 
  • Crianças Felizes e Confiantes!
  • Workshops crianças e jovens «Crescer com Segurança Interior e Tornar o Mundo Melhor»!
  • Duração:
  • 4 horas.
  • Datas disponíveis para o workshop:
  • 12 de Julho ou 26 de Julho de 2014.

Descrição:

Neste workshop pretende-se capacitar as crianças a descobrirem o seu potencial, criando crianças confiantes, resilientes e mais seguras. Crianças felizes influenciam a família a comunidade e o mundo em geral.


Vamos falar de sonhos, de vontades, de desejos e de medos... Vamos aprender a trabalhar em equipa e aprender a perceber as diferenças no outro... Neste  workshop pergunta-se a quem normalmente tem as soluções mais fáceis - as crianças... Vamos aprender, brincar e sentir... Crianças felizes influenciam a família a comunidade e o mundo em geral.


Um workshop que enriquecerá as nossas crianças e jovens, e que tornará o mundo num lugar muito mais belo, com menos discórdia, e com muito mais amor e partilha. Porque a vida passa a correr e devemos aproveitá-la da melhor forma possível!