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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

A culpa é do amor

(Imagem retirada da net)
 

Estava eu muito calmamente e eis que me deu um repente e pensei : “vou escrever sobre o amor”. Passa-se do pensamento á acção que é como quem diz do pensamento para as letras. Mas o pensamento do amor é atropelado pelo pensamento do embelezamento do blog. Erro crasso. Até porque eu já devia saber que o meu amor ás letras contrasta com o meu desamor a estas coisas.

Mas pare-se de falar do que nos fez perder tempo e mude-se o registo para falarmos do que nos faz sentido. Ama-se muito pouco e ama-se com muitas condicionantes. Queremos muito num mundo onde damos tão pouco. Seguimos demasiadas regras onde não devíamos seguir regras nenhumas. Questionamos, cobramos, revoltamo-nos e analisamos. Analisamos todos os erros e todas as falhas ao mais ínfimo pormenor. Esquecemo-nos de analisar todas as palpitações, todas as doses de bem estar, todas as gargalhadas sentidas e todas as emoções vividas. Um dia olhamos para o lado e dizemos que a culpa é do amor, que nunca mais e que foi a ultima gota.

A culpa é de facto do amor. A culpa é do amor porque nos coloca um sorriso no rosto e uma vontade no coração.  A culpa é do amor porque faz com que seja tudo muito mais fácil e muito mais leve. Pare-se de lutar naquilo que devia ser uma partilha. Abatam-se egos e reforcem-se cumplicidades. Sejamos um nós que é muito mais que a soma das partes.

 

Ame-se apenas por se amar.

Amor é

 

Quando nos permitimos sentir. Quando as emoções vencem a razão e quando um dia nos entregarmos sem medos.  Quando nos apetece gritar aos sete ventos o quanto queremos sem pensar-mos nos comos nem nos porquês. Quando passeamos à beira mar sem nos importarmos com as ondas, quando o riso não atrapalha e o sorriso nos embala.  Amor é dizer que não existem palavras no mundo para descrever o que se sente por muito piroso que isso possa parecer.

 

Eu? Continuo assim ... muito mãe, muito romântica, muito mulher mas Sobretudo Eu mesma

 

 

Marta leal

 

 

 

 

Fale-se de Amor

(imagem retirada da net)
 

Hoje fale-se de amor. Fale-se de amor simples e leve. Fale-se de amor mas não aquele amor duro, pesado, obrigatório que insistimos em viver. Fale-se do amor que vai mais além do que aquele amor entre homem e mulher e que tantos insistem em complicar. Hoje, fale-se de amor mas aquele amor simples, incondicional que sentimos naturalmente.

 

Hoje fale-se daquele amor que nos faz sorrir, viver e acordar todos os dias. Hoje fale-se do amor que sentimos por nós, pelos nossos e por tudo o que nos rodeia. Hoje fale-se do que é natural sentirmos. Fale-se dos que gostamos, dos que se entranham na pele e condizem com o brilho que trazemos nos olhos.

 

Hoje fale-se do que nos faz sorrir, do que nos faz sonhar e do que nos faz sentir.

 

Um dia com sabor a amor

 

Marta leal

 

Dores

Por vezes conhecem-se dores que etiquetamos de insuportáveis. Sofremos, choramos e no momento seguinte percebemos que não são nada comparadas com outro tipos de dores.  Chego à conclusão que por vezes valorizamos pouco o que devíamos valorizar sempre.

 

Chora-se por amor e um dia chora-se de dor perante uma possibilidade de perda. Chora-se, reage-se, avança-se perante as inúmeras possibilidades que nos são colocadas. Somos fortes porque decidimos ser. Somos fortes porque decidimos não deixar a vida em suspenso.

 

Hoje sorrimos e suspiramos não de alívio mas de forma mais aliviada. As nossas dores são minúsculas quando comparadas às dores dos filhos. Grata por mais uma aprendizagem de vida. Grata por mais uma prova de força.

 

 

Marta Leal

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