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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Crenças e Convicções

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Uma crença ou uma convicção é um sentimento de certeza sobre o significado de alguma coisa.

As crenças e as convicções, juntamente com os valores determinam, justificam e autorizam os nossos comportamentos.É por eles que tu avanças, te impedes, te irritas ou te indignas.

As nossas crenças servem para nos guiar em áreas onde não conhecemos a realidade. É por isso que as crenças têm uma influência tão profunda nas percepções e visões do futuro. Para alcançarmos as nossas realizações é necessário acreditarmos que são possíveis, mesmo se não pudermos ter a certeza de que vão acontecer.

O mundo ao nosso redor é um reflexo do nosso mundo interior. Tudo o que vemos fora de nós tem uma correspondência dentro de nós. Assim se estiveres convencido de que és uma pessoa muito inteligente, inconscientemente vais procurar a confirmação dessa convicção no mundo exterior e existirá uma tendência para te afastares e mesmo  ignorares tudo o que contradiz  a tua convicção e te aproximares mais daquilo que a confirma. Deste modo podemos afirmar que as crenças podem funcionar como profecias auto-realizadoras.

 

“Fracasso gera fracasso… sucesso alimenta sucesso e gera mais sucesso e cada sucesso cria mais crença e momentos para serem bem sucedidos numa escala casa vez mais alta” Anthony Robbins

 

Marta Leal

O Miguel fala-nos de felicidade

 

Adoro cantar

e o belting é maravilhoso

e a minha família, os meus amigos

e o sol, a chuva, oe montes e os vales

o vento forte, a brisa suave

E, quando a minha vida terrena terminar, vou feliz e satisfeito, não por ter feito tudo o que gostaria de ter feito, mas por ter aceite a vida que tive.

E sobretudo por me ter regozijado, e ter conseguido olhar para trás e ter pensado que valeu a pena.

Como se fosse hoje

se morresse hoje, morreria feliz.

E a Marta Leal ajuda-nos a olhar para a vida desta forma.

 

Miguel Mósca

Cá por casa

 

Estão oficialmente abertas as limpezas de Primavera e com elas a sensação que tudo aumenta de tamanho tal é a quantidade de coisas que se deitam fora, oferecem ou simplesmente se arrumam. Aumenta o tamanho da casa e diminui a conta bancária que o desvio orçamental previsto para  as limpezas já está muito acima do esperado. Estou a pensar aumentar os impostos sobre as mesadas e diminuir a frequência do pagamento das mesmas. Sujeito-me apenas a uma revolução de adolescentes que no que toca a injustiças são tudo menos pacíficos.

 

Cá por casa guardam-se aqueles bonecos especiais e oferecem-se os últimos pinipons. Estão crescidos, estão muito crescidos. A sensação de obra feita oscila com a sensação de saudade daqueles abraços de uma infância mimada. Agora, que venham os netos :)

 

Por cá e em resultado de um inverno de chuva intensa a minha roupa de verão encolheu toda. Tramada a humidade que insiste em dar-me cabo da indumentária. As más línguas dizem que é dos chocolates e dos doces eu insisto no excesso de humidade.

 

Cá por casa assinei mais uns protocolos e avancei com mais uns projectos. Gosto. Gosto muito do que faço e dos resultados que tenho obtido. Gosto especialmente de ver a mudança, o avanço e o sorriso. Gosto especialmente de ajudar a fazer a diferença.

 

Cá por casa continuo assim muito mãe, muito mulher e sobretudo eu mesma.

 

 

Culturas Diferentes, Sorrisos Iguais

Nesta altura do ano apetece-me sempre colocar os saltos altos de lado e fazer-me à estrada. Que é como quem diz fazer-me ao avião que eu cá gosto muito pouco de viajar de carro. Fazer-me ao avião significa na grande maioria dos casos viajar para uma capital europeia e calcorrear ruas horas sem fim. Gosto. Gosto de sentir outras culturas, outros seres e outros estares. Gosto de me sentar e observar, apenas observar.

 

Fala-se de viagens e recordo-me não das que fiz mas das que tenho vontade de fazer. Pudesse eu e a minha vida era passada de aeroporto em aeroporto, de país em país e de experiência em experiência. Gosto. Gosto da forma como somos todos tão iguais e ao mesmo tempo tão diferentes. Gosto do saborear de comidas em tons de arco-íris, gosto do palrear em línguas que não entendo e gosto de sorrisos universais.

 

A única coisa que não gosto é de fazer malas, afastar-me de um roupeiro inteiro para o reduzir  a um trolley. Demasiado doloroso ter que escolher entre peças quando o ideal era levarmos tudo connosco. Afinal de contas nunca sabemos o que nos poderá vir a fazer falta.

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/culturas-diferentes-sorrisos-iguais/

 

Em tempo de balanço

 

Sinto-me diariamente uma felizarda porque me pagam para fazer o que gosto. Sinto-me uma felizarda porque diariamente cresço e ajudo a crescer. Não se trata de falsas modéstias mas de uma verdade muito minha. Dedico-me horas a fio a avaliar, estudar, procurar, testar e a criar. Gosto de me dedicar ao trabalho como gosto de me dedicar a mim e aos meus.

 

Não sou de regras gosto mais do fluir natural das coisas. Gosto mais de me ir adaptando num dar e receber constantes. No entanto, os novos tempos fazem com que se viva muito depressa. Tão depressa que vivemos numa imensa perda de foco e numa constante quebra de compromisso. Não somos todos, somos apenas alguns.

 

E são esses alguns que me fizeram parar, avaliar e mudar as regras. Deste modo por aqui as consultas, as palestras e os workshops têm novas regras de funcionamento:

 

  • As sessões grátis por skype sem recomendação estão suspensas - aconteceu muitas vezes as pessoas marcarem e faltarem e nunca mais dizerem nada;
  • As sessões grátis por skype com recomendação mantém-se activas;
  • Todas as sessões grátis estão sujeitas a uma lista de espera;
  • Todos os novos clientes estão sujeitos a uma lista de espera e serão considerados mediante o pagamento de uma pré-inscrição;
  • As inscrições em palestras/workshops só serão consideradas mediante um pagamento de uma pré-inscrição definida caso a caso - aconteceu muitas vezes recusar inscrições de quem queria estar e depois ter pessoas a não aparecerem.

Afinal de contas trata-se de respeito por mim, pelo que faço e pela forma como encaro a minha realidade.

 

 "Se fizer o que sempre faz, receberá o que sempre recebeu"Tony Robbins

 

 

 

Relacionamentos

 

E existem aqueles dias em que ele olha para ela e sente saudades daquilo que foram. Sente saudades daquilo que recebia esquecendo-se de que parou de dar. E então em silêncio ela olha para ele e não reconhece quem tem ao seu lado. Não se recorda da ultima vez em que estiveram realmente juntos. Não se recorda da ultima vez que foram o complemento um do outro. Perderam-se. Perderam-se algures entre as rotinas e as vontades dos outros e deles próprios. Pararam de ser para estar. Pararam de receber e dar.

 

Encolhem os ombros numa indiferença acusatória. São poucos. São muito poucos aqueles que assumem uma responsabilidade e se inibem de culpar. São poucos. São muito poucos aqueles que heroicamente pretendem avaliar/analisar aquilo que se passa. O medo, o medo de olharmos para o que falhou é superior á vontade de resolução. E assim continuamos dormentes num sentir e adormecidos de sonhos.

 

Não são as relações que falham, são as pessoas que se esquecem de as alimentar. E tu quando foi a ultima vez que alimentaste a tua relação?