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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Planeia-se a vida e planeiam-se as compras de Natal

 

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Acredito que o sucesso se constrói e que é um processo continuo.  Acredito que não basta conseguir uma vez é importante que se esteja em movimento e acção constantes. No entanto, é importante sabermos o que queremos, para onde vamos e como vamos. Se não soubermos quais as variáveis que constituem o nosso movimento qualquer coisa, qualquer direcção, qualquer pessoa serve.

Do mesmo que não vestimos uma roupa dois números acima do nosso também não devemos seguir caminhos que nada tenham a ver connosco.

Mas redireccionem-se as letras para o que queria escrever. Redireccione-se e pense-se que para tudo é necessário planeamento e preparação. Planeia-se a vida e planeiam-se as compras de Natal. Este ano Cá Por casa começa-se pelos mais novos!

Sonhem. Sonhem muito como se não existisse qualquer impedimento

Sonhem. Sonhem muito como se não existisse qualquer impedimento. Sonhem como se de repente o mundo fosse vosso e nada nem ninguém vos impedisse de serem quem são. Sonhem de modo a que se sintam os reis/as rainhas do mundo. É isto que tenho por princípio passar a quem me procura diariamente, é isto que me move e que faz de mim quem sou, a minha capacidade de sonhar.

 

Sou uma sonhadora nata e isso não é novidade para ninguém. Gosto de sonhar mas gosto de concretizar. Perco-me nas mais variadas conjecturas, perco-me naquilo que para mim me faz sentido mas reconheço que tenho dificuldade em sonhar aquilo que me será impossível concretizar. Eu, a mulher para quem não há impossíveis reconheço que existem aqueles momentos em que me impeço de sonhar apenas por sonhar.

 

Hoje desafio-me, saio da minha zona de conforto e levo o sonho ao limite. Só por hoje imagino que em vez de um metro e meio tenho um metro e oitenta. Sou alta e espadaúda sem precisar de ser loura. Hoje imagino que todos os fatos compridos do mundo me ficam a matar.

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/sonhar-fora-da-zona-de-conforto/

Culturas Diferentes, Sorrisos Iguais

Nesta altura do ano apetece-me sempre colocar os saltos altos de lado e fazer-me à estrada. Que é como quem diz fazer-me ao avião que eu cá gosto muito pouco de viajar de carro. Fazer-me ao avião significa na grande maioria dos casos viajar para uma capital europeia e calcorrear ruas horas sem fim. Gosto. Gosto de sentir outras culturas, outros seres e outros estares. Gosto de me sentar e observar, apenas observar.

 

Fala-se de viagens e recordo-me não das que fiz mas das que tenho vontade de fazer. Pudesse eu e a minha vida era passada de aeroporto em aeroporto, de país em país e de experiência em experiência. Gosto. Gosto da forma como somos todos tão iguais e ao mesmo tempo tão diferentes. Gosto do saborear de comidas em tons de arco-íris, gosto do palrear em línguas que não entendo e gosto de sorrisos universais.

 

A única coisa que não gosto é de fazer malas, afastar-me de um roupeiro inteiro para o reduzir  a um trolley. Demasiado doloroso ter que escolher entre peças quando o ideal era levarmos tudo connosco. Afinal de contas nunca sabemos o que nos poderá vir a fazer falta.

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/culturas-diferentes-sorrisos-iguais/

 

Pormenores

 

 

Enquanto a vida passa os gostos alteram-se. Percebo que, com o passar dos tempos, umas coisas se refinam, outras abandonam-se e a outras rendo-me, simplesmente rendo-me.

 

Voltemos ao presente. Voltemos ao aqui e agora. Voltemos ao ponto onde me aceitei como sou, onde gosto de mim simplesmente assim. Voltemos ao sorriso que trago nos lábios e ao amor que trago no coração. Voltemos ao momento da transparência e da autenticidade. Voltemos ao momento de gargalhadas sonoras, abraços sentidos e lágrimas de emoção. Voltemos a vitórias celebradas e a propósitos definidos. Voltemos àquilo que para mim é viver e reflicta-se onde começou.

 

Acredito que o começo verdadeiro está em quando nos aceitamos no todo. Fala-se de todo e recordo-me o quanto gosto do pormenor. Gosto. Gosto daquele pormenor que revela tudo o que pretendemos dizer quase como se falasse um pouco de nós.

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/pormenor/

 

Vestida para o Sucesso

Por vezes avançar na escrita significa avançar no tempo. Sinto o sorriso a crescer e tenho consciência que fui uma criança feliz. Cresci ao ritmo que me pediram ou ao ritmo que achei por bem. Achamos sempre que queremos ser grandes para isto ou para aquilo.

 

Cresci de tal forma rápido que não me lembro de ter tempo para sonhar. Pelo menos sonhar o que era meu. Hoje nego-me a largar a minha infância. Hoje nego-me a deixar de ser criança. Perdi algures a noção de quem era para ser o que a sociedade me exigia que fosse. Perdi algures a noção do que queria para querer o que a idade me exigia.

 

Com os quarenta, o padrão alterou-se e a vontade também. Por aqui assumo a irreverência dos 45 anos sem preconceitos e independentemente dos contextos. Saltito do prático para o mais sofisticado tendo em conta que nesta idade há coisas que se perderam algures no tempo. E sim, caras leitoras, refiro-me à firmeza, à gordura e às rugas que insistem em lembrar-me de todas as risadas que dei ao longo da vida.

 

Gosto. Gosto de olhar para o espelho e sentir-me bem comigo mesma. Os outros? Os outros são apenas pessoas com opiniões que podem ou não coincidir com a minha . E, porque é de diversidade que o mundo precisa, hoje centro-me no meu lado mais business e escolho uma roupa que me vista para o sucesso.

 

   

               

 

 

                                                       http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/vestida-para-o-sucesso/

Há quem diga

Sou mulher como tantas outras mulheres. Quarentona, e conhecedora de que a idade é mais do que uma carinha “laroca”, um corpo ideal e horas perdidas em busca de uma perfeição, seja ela interior ou exterior. Sou mãe. Naturalmente mãe. Tão mãe que não me consigo imaginar sem o ser. Gosto dos meus. Gosto dos que fazem parte de mim. Por vezes perco-me nos sentires e perco-me nos decidires.

 

Espanto-me com os desafios. Paro. Hesito, sabendo que a solução é continuar. Por vezes apetece-me fugir. Certa de que a única fuga que existe é enfrentar a realidade. Alio-me à vida e caminho diariamente com um sorriso nos lábios, grata por estar onde estou e líder do que pretendo ser.

 

Há quem diga que a moda está errada, maltrata e nos torna seus escravos. Há quem diga até que quem liga a essas coisas de moda corre certos riscos de perder a intelectualidade e o amor ao próximo. Pois eu aqui afirmo, de uma forma veemente, que é verdade sim senhora. Acreditem que isso quase que me aconteceu. E não foi uma nem duas vezes. A última vez foi quando me tentei enfiar num vestido dois números abaixo daquilo que eu visto. Fui tão maltratada que foi um caso sério para sair de dentro dele, do vestido, entenda-se.

 

 

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/ha-quem-diga/

 

 

 

 

 

Saltos Altos, Vestidos e Lençois

Hoje escreve-se por aqui,

 

Permitam-me que me dê a conhecer mais um pouco e que vos diga que gosto de histórias. Por aqui é o que pretendo fazer. Ser uma contadora de histórias, que são minhas mas, também, podem ser vossas. Não se esperem histórias lineares. Esperem-se apenas histórias sentidas, que nada mais são do que experiências vividas. Não se espere uma escrita obediente a regras, porque a irreverência está-me no sangue. Vamos viajar no tempo, vezes sem conta, e voltar ao presente sem que se dê por isso. Sou de letras, sou de vida e sou sobretudo de emoções. Peço-vos apenas para se deixarem navegar ao sabor das palavras e sentirem no que vos fizer sentido.

 

Em tempos escondia o rosto atrás das palavras. Costumava dizer que não gostava que me lessem. Acredito que não gostava de me ler. Apenas porque não gostava do que lia. Apenas porque não gostava do que era. Hoje sinto um prazer enorme ao faze-lo. A ler e a que me leiam. Acredito que gosto de quem sou e gosto da imagem que tenho.

 

Um dia alguém me disse que agora que tinha entrado nestas “coisas” do desenvolvimento pessoal tinha de mudar a minha maneira de vestir, talvez, quem sabe, deixar os saltos altos e os vestidos e passar a usar umas longas e largas túnicas compridas mais ajustadas ao meio onde estava a entrar. De uma forma irreverente afirmo que se devem acabar com estereótipos e afirmarmo-nos num gosto muito próprio. Lençóis? Claro que gosto de lençóis mas nunca para usar como vestidos. O que eu gosto mesmo é deles numa cama acabada de fazer e, de preferência,  com uma boa companhia.

 

http://www.laredoute.pt/magazinedetendencias/index.php/saltos-altos-vestidos-e-lencois/

 

 

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