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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Pessoas Comuns - Inspiração e Motivação

 

 

Kate Hall

 

 

 

Kate Hall – Antes: Depressiva. Agora: Sem depressão e cheia de vida.

 

Um certo dia Kate Hall disse ao seu namorado  que tinham de deixar o Reino Unido porque o seu coração estava dizer para o fazer.  Nessa altura Kate  pensou: A vida não deve ser tão difícil.  E estava certa!

 

Já passaram dois anos e Kate curou uma depressão que já durava 5 anos, começou a sua vida de trabalho autonomo e tem viajado pelo mundo. Quando lhe perguntam  sobre as suas viagens, Kate afirma: “Às vezes,  precisas de dar esse salto de fé e seguir o teu coração”.

 

Para acompanhares a  Kate http://thelotuscreative.com/

Incapacidades

 

 

 

 

 

 

Quando contamos os tostões e temos pouco dinheiro começamos aos poucos a perceber que o que está à nossa volta se transforma e deteriora perante a nossa incapacidade de resolver. É a parede que fica por pintar, o carro que continua batido, o móvel que se partiu e precisava de ser substituído, as roupas que ficam debotadas e um encolher de ombros que mais do que pontual se torna usual. Habituamo-nos. Habituamo-nos e esperamos por um momento melhor ou então não esperamos por coisa alguma.

 

O que nós não percebemos é que a nossa cabeça funciona da mesma forma. Quando temos pouca motivação, nos sentimos pouco inspirados, temos pouca esperança e nos sentimos desacreditados de nós e do mundo tudo à nossa volta desmorona. As relações com os outros tornam-se mais complicadas, os acontecimentos menos bom sucedem-se e a incapacidade para reagir também.

 

De facto não podes mudar o acontecimento externo mas podes mudar o acontecimento interno.

 

Já pensaste em olhar à volta e procurar novas soluções? Sonhar? Re-inventares-te? Lembras-te de quem querias ser quando fosses grande?

 

O que é que tenho de largar?

 

Dois monges budistas voltam do mosteiro depois de chover. Eles chegam a um rio cheio de água e em frente deles está uma senhora extremamente bonita com um quimono de seda delicado, angustiada porque ela não é capaz de atravessar o rio sozinha. Então, o monge mais velho pegou nela, carregou-a de forma segura até ao outro lado do rio e os dois monges continuaram o seu caminho em silêncio. Cinco horas depois, ao chegarem ao seu destino, o monge mais novo, literalmente fumegante, explode: “Como pudeste? Tocaste numa mulher! Tu sabes que não nos é permitido isso!” O monge mais velho responde: “Eu larguei-a à 5 horas atrás, mas tu ainda estás com ela atrás”.

Silêncio e tanta gente

Sabes aquela pessoa que recorre a ti para te abrir o coração? Que te conta momentos de felicidade e de mágoa? Que te diz o que não sabe fazer? Que te abre os recantos mais íntimos do seu ser sem medo que a condenes? Sabes aquela pessoa que não tem medo de rir e chorar perto de ti? Que sente que te pode dizer tudo?
 
Sabes que muitas vezes essa pessoa não precisa que lhe dês soluções? Sabes que a maioiria das vezes essa pessoa só precisa que lhe dês ouvidos?
 
Fantástico sermos zona de conforto de alguém que precisa de nós. Fantástico termos alguém que confia tanto que nos mostra a alma.
 
Lembra-te que mais importante que dares soluções é dares sorrisos, compreensão e respeitares decisões.

 

Cá por casa

 

Cá por casa sempre que entro numa oficina ou num centro de inspecção o meu cérebro para. Aliás para vos ser sincera sempre que se trata de carros o meu cérebro pára. Excepto quando entro num stand aí o meu cérebro acelera.  Mas dizia eu que em certos ambientes o meu cérebro pára. Mas atenção que é cérebro parado com a consciência de que não está  minimamente interessado em funcionar. Há quem diga que naqueles ambientes me transformo quase num estereotipo de loura burra onde o "barulhito", "aquela coisa" e as "luzinhas" são vocabulário recorrente.

 

Conta-se "cá por casa" que o ultimo "barulhito" eram  pneus tão carecas que já estavam quadrados. Valeram-me os santos todos e um "já está resolvido não está?" para que mais ninguém falasse mais no assunto.

 

Até porque eu continuo assim muito mãe, muito mulher mas sobretudo muito eu mesma.

Na zona de conforto quase tudo é rotina


"Na zona de conforto, quase tudo é rotina, acostumei-me aos mesmos horários todos os dias, aos mesmos locais semana após semana, às mesmas pessoas mês após mês e aceitava as coisas como elas eram.
O conforto quase me reduziu a horas de levantar, deitar, horas de comer, horas de ir trabalhar, horas de ir buscar a filha...começou então o desconforto!
Precisava me sentir viva! Eu sentia que precisava de ajuda!
Foi nesta altura que procurei, ou por outro lado, encontrei a Marta!
A Marta foi e é uma amiga profissional a quem podemos confiar o que sentimos e o que somos, sem qualquer tipo de julgamento. Proporcionou-me um aconselhamento descontraído, soluções muito simples mas muito estratégicas e eficazes, levou-me ao encontro de novas perspectivas de vida e principalmente ajudou-me a reconhecer e aceitar o meu eu.
Obrigada Marta pelas curtas dez sessões que tive o privilégio de usufruir!

Beijinhos!

Paula"

 

Obrigada Paula!

As três peneiras

      
Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o chefe, saiu-se com esta:

       - Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...

       Nem chegou a terminar a frase, o chefe aparteou:

       - Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

       - Peneiras? Que peneiras, chefe?

       - A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

       - Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. - Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

       - Claro que não! Nem pensar, Chefe.

       - Então, sua historia vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira que é a UTILIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

       - Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar - fala Olavo, surpreendido.

       - Pois é Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: VERDADE, BONDADE, UTILIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

 

      PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS;   

    PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS;      

PESSOAS MEDIOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

 

Autor desconhecido.