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Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Irreverências No Feminino

By Marta Leal

Temos medo de dinheiro

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Gosto de trabalhar com pessoas. gosto do quanto me ensinam e do quanto aprendem. Devo confessar que existem aqueles dias que até fico de lagrimita no olho por os ver avançar. 

Constato que  existem assuntos recorrentes e outros mais diversos. No que diz respeito aos assuntos recorrentes o dinheiro é um deles. E não pensem que me refiro apenas á falta de dinheiro. Refiro-me sobretudo á forma como se fala e pensa sobre dinheiro.

O rosto contrai-se, o corpo fica tenso e da boca saem frases como:

  • "eu não gosto de dinheiro";
  • "eu não preciso de muito"
  • "eu nem gosto de olhar para ele"
  • "O dinheiro é um mal que tem de existir"
  • "eu nem quero que o euromilhões me calhe todo"

Temos medo do dinheiro. Temos medo de sermos ricos. Temos medo de não sermos considerados boas pessoas por gostarmos e/ou termos dinheiro. Temos medo que nos considerem ambiciosos, que nos condenem, que pensem que somos desonestos. Temos muito medo daquilo que precisamos tantos. Contraditório não acham?

Crenças. Apenas crenças de quem não se apercebe que as tem. Gosto da liberdade que me dá para criar, para aprender, para aceder a determinados bens, mas principalmente para ajudar os outros.

E tu? Como lidas com o dinheiro? Muda o padrão. Muda o discurso. Muda a forma como vês aquilo que te possibilita aceder a tudo o que sempre sonhaste. Muda a forma como vês o mundo.

Marta Leal

 

 

 

Pesos

(imagem retirada da net)

 

Vivemos demasiado presos ao que nos incomoda. Vivemos demasiado preocupados com os que acreditamos nos querem mal. Vivemos demasiado ansiosos pelo que vai acontecer. Crescem iras, raivas, odios até de estimação. Crescem medos, dores, desamores e convencemo-nos de que somos infelizes. Convencemo-nos até de que a vida é dura, de que o mundo se vira contra nós e que a vida é dificil.

 

Focamo-nos muito pouco no que temos, no que conquistámos. No que somos, nas batalhas que travamos, no que crescemos como pessoas, no que avançámos enquanto seres humanos. Focamo-nos muito pouco no presente, no sol, na cor, nos sorrisos, no que conquistamos diariamente. Focamo-nos muito pouco em aceitarmo-nos como somos, em gostar de nós como somos.

 

Aproveite-se os sorrisos, as palavras, o sol, a chuva, os que se cruzam connosco e que tenham um dia com sabor a gostar,  a aceitar e a felicidade apenas por sermos quem decidimos ser.

 

 

Marta Leal

Fale-se de Medos

 

Ultrapassam-se os medos e o peito enche, o sorriso aumenta e a confiança quase que explode tais são os seus niveis. Ultrapassam-se os medos e constatamos que é facil transformar o sonho em realidadel. Ultrapassam-se os medos e percebemos que, de facto, somos capazes disso e muito  mais. Ultrapassamos os medos e percebemos que transformamos mais do que uma situação, transformámo-nos a nós próprios.

 

Cresce-se na mudança e no atrevimento de a fazer. Avança-se na experiencia e na concretização. Sempre, claro está, com um sorriso nos labios e um coração bem quente.

 

Um final de dia com sabor a atrevimento

 

Marta Leal

 

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